quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Capacete para moto não é boné; saiba como usá-lo corretamente


Capacete tem de ter a base seguindo a linha do queixo (Foto: Fábio Tito/G1)

Não adianta só colocá-lo na cabeça: capacete ‘frouxo’ vai voar.
Na hora da compra, escolha um que pareça até menor do que sua cabeça.

O capacete é de longe o mais evidente equipamento de segurança do motociclista e, no Brasil, seu uso é obrigatório. Porém, mais do que a lei, é o bom senso que deve fazer do uso de uma proteção para o crânio algo automático quando se monta em uma motocicleta, seja qual for seu tamanho, peso ou potência.
Porém, colocar um capacete na cabeça por si só não é suficiente para garantir que, em caso de acidente, danos físicos na região craniana sejam minimizados.
Cinta jugular


A primeira e mais importante regra diz respeito à fixação do capacete à sua cabeça, por meio da chamada cinta jugular. Esta cinta JAMAIS pode estar frouxa, devendo permanecer 100% em contato com a parte inferior de seu maxilar.
Cinta jugular do capacete não pode estar frouxa (Foto: Fábio Tito/G1)
Incomoda? Pode ser, mas se a cinta jugular não estiver ajustada assim, a chance do capacete sair da sua cabeça e rolar como uma bola para longe de seu crânio em caso de impacto contra o solo ou outro obstáculo qualquer – acarretando consequências bem ruins – é líquida e certa.
Infelizmente, a consciência deste tipo de mau uso é pequena. Com um pouco de observação nota-se que uma expressiva parcela dos motociclistas anda com a cinta jugular frouxa ou, pior ainda, sem estar afivelada, vestindo o capacete como se fosse um boné.  Isso por um suposto conforto ou a facilidade de tirar e colocar o capacete com rapidez.
No passado, fechos de capacete até podiam ser considerados chatinhos de operar, pois geralmente eram constituídos por duas argolas, onde a cinta deveria ser passada de forma relativamente lenta. Esse tipo de fecho, de argolas, é ainda considerado o mais seguro e por conta disso é usado em capacetes mais sofisticados. Porém, modelos de fecho simplificado, de engate rápido, estão cada vez mais populares e nem por isso são prejudiciais à segurança.
Capacete não pode ser folgado


Capacete tem de ficar justo na cabeça (Foto: Fábio Tito/G1)

Outro fator importante para que um capacete cumpra sua função da melhor maneira possível é o ajuste à sua cabeça: capacete não pode ser folgado. Na hora da compra, deve-se escolher um que pareça até menor do que sua cabeça – sem exagero – considerando que, com pouco tempo de uso, a espuma da forração cederá o tanto necessário para que ele fique justo, confortável, mas jamais folgado.
Modelos de capacete fechados, também chamados de “integrais” são, por evidentes razões, mais seguros do que os capacetes abertos, que não têm proteção para o queixo. Todavia, em uma utilização urbana em baixas velocidades, em localidades quentes e sem vias expressas de trânsito rápido, os modelos abertos são plenamente adequados, cumprindo a função primordial de proteger o crânio.
E a viseira?


Viseira é essencial para proteger os olhos (Foto: Fábio Tito/G1)

Capacetes tanto abertos como fechados devem, por lei, ser equipados com viseira ou, na ausência dela, o motociclista precisa usar óculos de proteção, como os dos pilotos em competições fora-de-estrada, como enduro ou motocross.

Para todos os bolsos

Capacetes para motociclistas (Foto: Rafael Miotto/G1)

Uma palavra final merece ser dita sobre a imensa variedade de tipos e marcas de capacetes nas lojas. Há preços muito diferentes entre si, o que pode causar certa confusão na mente de um motociclista iniciante. Será mesmo que um capacete caríssimo, que custa dez vezes ou mais do que outro é capaz de oferecer dez vezes mais proteção?
Como sempre, há de se usar o bom senso nesta hora: capacetes também têm grife, e as mais badaladas – geralmente marcas importadas, usadas pelos grandes campeões do motociclismo – são produtos caros por usarem alta tecnologia, matéria-prima sofisticadas e...  têm taxas de importação absurdamente altas.
Felizmente, optar por um produto nacional não implicará abrir mão de segurança ou mesmo qualidade construtiva. Há uma rígida norma aplicada à fabricação e comercialização dos capacetes no Brasil, assim como há boas marcas de capacetes nacionais. Marcas internacionais famosas, de olho em nosso grande mercado, também se estabeleceram no país com linhas de montagem, visando maior competitividade e barateamento de custos, e seguindo o mesmo padrão estabelecido em seus países de origem.
Assim, a orientação mais adequada é optar pelo equilíbrio, valorizando a relação custo-benefício que combine com seu bolso, gosto, e necessidade prática. Mas o principal você já sabe: usar sempre, e bem afivelado
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Shineray planeja aumento de 50% nas vendas em 2014 no Brasil

Shineray planeja aumento de 50% nas vendas em 2014

Fabricante chinesa já cresceu 235% no varejo em 2013 com cinco modelos de comerciais leves
Depois de um crescimento de 235% no número de vendas de 2013 em relação ao ano anterior – foram 1188 veículos contra as 354 unidades de 2012 –, a Shineray trabalha em cima de uma nova projeção de sucesso para 2014. Até o final de dezembro, a fabricante chinesa já planeja atingir um volume de vendas em torno de 1.800 unidades, no varejo, ou seja, aproximadamente 50% da quantidade que comercializou no ano passado.

“Apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor de importados, a Shineray atua num segmento que não possui concorrência direta de produtos nacionais”, explica Clairto Acciarto, diretor Comercial da Shineray Automóveis. A empresa conta hoje com 40 distribuidores, alguns ainda em fase final de adequação aos padrões exigidos pela marca.
Uma das vantagens que a Shineray encontra em 2014 é a ausência da Volkswagen Kombi, que saiu de linha em 2013 em função da obrigatoriedade exigida por lei de airbags e freios ABS nos veículos fabricados a partir deste ano. Uma falta que abre ainda mais espaço para a van que a fabricante chinesa oferece em versões básica e de luxo. Além disso, a Shineray também vende picape cabine simples (básica e luxo), picape cabine dupla (básica e luxo), picape cabine simples com baú e furgão.
“Neste ano, uma das prioridades da empresa para atingir o crescimento esperado é ampliar a atuação da marca na região Sudeste do País, especialmente na capital paulista e Grande São Paulo”, revela Marcelo Leone, diretor de Assuntos Governamentais e Nomeações da empresa.

Kombis restantes virarão "motorhomes"

Kombis restantes virarão
Modelos serão vendidos para empresa britânica especializada, segundo jornal
da Redação
O último lote de 99 unidades da Volkswagen Kombi – sem ser da inflacionada série Last Edition – fabricado no Brasil já tem um destino. Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, os furgões foram comprados pela Danbury – empresa especializada em transformar vans em motorhomes. As “casas” sobre rodas são customizadas de acordo com a preferência do comprador.
Já modificada, Kombi é vendida pelo equivalente a R$ 126.300. O valor pode aumentar dependendo da escolha de equipamentos opcionais. Para deixar o modelo com a típica direção do lado direito custa cerca de R$ 4 mil. E já há clientes. A Danbury afirma que 20 das 99 Kombis serão prontamente transformadas.
   
A Volkswagen encerrou a produção da Kombi no último mês de dezembro, depois de 56 anos no mercado brasileiro. O comercial leve era feito em São Bernardo do Campo, em São Paulo, mas sucumbiu à nova legislação que obrigou todos os carros feitos no Brasil terem airbags e freios ABS de série a partir de 1º de janeiro de 2014. Instalar esses equipamentos na Kombi demandaria mudanças profundas na antiga arquitetura do veículo, o que seria inviável economicamente.



Volkswagen Up! recebe cinco estrelas em teste do Latin NCAP


Volkswagen Up! recebe cinco estrelas em teste do Latin NCAP
Compacto da montadora alemã tem lançamento previsto para o próximo mês no Brasil 
Previsto para ser lançado em fevereiro no Brasil, o Volkswagen Up! já chega com uma vantagem e tanto se comparado aos seus concorrentes por aqui: o compacto obteve a máxima qualificação em segurança para o passageiro adulto, de cinco estrelas,  e a maior qualificação já outorgada para o passageiro criança, de quatro estrelas, no Programa de Avaliação de Carros Novos para a América Latina, o Latin NCAP.  
O Up! passou por dois testes de colisão para chegar a esse resultado. Um de impacto frontal a 64 km/h e outro de impacto lateral a 50 km/h. “ Essa classificação de cinco estrelas demonstra que um bom desempenho em segurança não é luxo, mas algo perfeitamente possível para carros pequenos, de valores acessíveis e focados no mercado massivo. A pontuação obtida para a proteção da criança também evidencia um avanço e ressalta a importância da disponibilidade de cadeirinhas infantis mais seguras e fáceis de usar para os pais ”, avaliou María Fernanda Rodríguez, presidente do Latin NCAP. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Acidentes com motociclistas em Janeiro de 2014 em um só dia

Um motociclista bateu em um carro e foi arrastado por 30 metros no Cabo de Santo Agostinho, Grande Recife-PE, nesta terça-feira (14). O encarregado de transporte, Erasmo José do Nascimento, 46 anos, seguia pela antiga BR-101, em Pontezinha, quando bateu em um Gol. Erasmo contou que perdeu o controle da moto depois de tentar desviar de um Honda CIVIC que vinha na contramão.

A motorista do Honda Civic disse que não conseguiu fazer a curva e por isso foi para a pista contrária. Ela ficou no local para dar assistência a Erasmo, que teve uma fratura exposta na perna esquerda.

Motociclista morre depois de colidir contra casal, na Várzea região Metropolitana do Grande Recife-PE

Uma motociclista morreu após se chocar contra um casal que fazia caminhada em uma área conhecida como ladeira da UR-07, na Rua vale do Siriji, no bairro da Várzea, zona oeste do Recife, nesta manhã de terça-feira (14).
De acordo com as informações do Corpo de Bombeiros a vítima fatal é uma mulher de 25 anos, que provavelmente faleceu ao cair da moto e bater com a cabeça no chão. Ainda segundo os bombeiros, do casal, apenas a mulher ficou ferida, e foi levada à Unidade de Pronto atendimento (UPA) da Caxangá. Ela não corre risco de morte. Duas viaturas da Corporação foram enviadas ao local.

Passageiro de moto morre após choque contra um Prisma (barreira de contenção) chamado Gelo baiano na Av. Norte

Uma pessoa faleceu após uma moto se chocar contra um gelo baiano na noite dessa segunda-feira (13) na Avenida Norte, próximo à Padaria Rosarinho, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Recife. O acidente foi por volta das 23h20.
Segundo o Corpo de Bombeiros a vítima fatal era o passageiro da motocicleta. O condutor sofreu fraturas nos membros inferiores e foi conduzido ao Hospital da Restauração, no Derby.
Acidentes envolvendo motociclistas em todo o território Nacional tem aumentado a cada dia, temos que nos conscientizar de que a motocicleta é um veículo de grande potencial em risco, por isso devemos sempre procurar não agir com imprudência, negligência e procurar sermos sempre peritos com esse modal de transporte.