sábado, 29 de junho de 2013


      Países que fazem fronteira com o Brasil
Relação dos países que possuem fronteira com o Brasil, extensão das fronteiras e estados brasileiros


Fronteira é um limite (linha) que divide dois países, estados ou cidades. O Brasil possui uma extensa fronteira. No total são 15.179 km de fronteiras com diversos países da América do Sul. O Brasil não possui fronteira com o Chile e com o Equador.

As Fronteiras Brasileiras 
- Guiana Francesa: 655 km de fronteira, situada totalmente no estado do Amapá.
- Suriname: 593 km de fronteira, sendo no estado do Amapá (52 km) e no Pará (541 km).
- Guiana: 1.606 km de fronteira, sendo no estado do Pará (642 km) e Roraima (964 km).
- Venezuela: 1.492 km de fronteira, sendo em Roraima (954 km) e Amazonas (538 km).
- Colômbia: 644 km de fronteira, situada totalmente no território do estado do Amazonas.
- Peru: 2.995 km de fronteira, sendo no Amazonas (1.565 km) e Acre (1.430 km).
- Bolívia: 3.126 km de fronteira, sendo no Acre (618 km), Rondônia (1.342 km), Mato Grosso (780 km) e Mato Grosso do Sul (386 km)
- Paraguai: 1.339 km de fronteira, sendo no Mato Grosso do Sul (1.131 km) e Paraná (208 km).
- Argentina: 1.263 km de fronteira, sendo no Paraná (293 km), Santa Catarina (246 km) e Rio Grande do Sul (724 km).
- Uruguai: 1.003 km de fronteira, totalmente com o Rio Grande do Sul.

sexta-feira, 28 de junho de 2013



Cachorro dá exemplo de responsabilidade no trânsito de Maceió

Atitude do canino acabou repercutindo nas redes sociais com uma série de elogios dos navegantes Começou a circular na tarde desta sexta-feira (28) um vídeo em que um cachorro dá exemplo de responsabilidade no trânsito em uma das regiões mais turbulentas de Maceió, a Avenida Fernandes Lima. Na ocasião, o animal, que esperou pacientemente pelo momento de certo de atravessar um dos sentidos da alameda, usou uma faixa para pedestres.

VEJA NO LINK ABAIXO:



Projeto de Lei obriga uso do farol baixo aceso durante o dia em rodovias




A Câmara analisa o Projeto de Lei 5070/13, do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), que torna obrigatório o uso, nas rodovias, de farol baixo aceso durante o dia. Pela proposta, o descumprimento da medida será considerado infração média, punida com multa.

O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), que hoje obriga o motorista a usar farol baixo aceso durante o dia apenas nos túneis.

Recomendação de uso do farol baixo


O autor destaca que o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) já recomenda o uso de farol baixo aceso durante o dia nas rodovias. Mas, segundo Bueno, praticamente ninguém segue a recomendação. “Os condutores envolvidos em acidentes nas rodovias continuam relatando que não visualizaram o outro veiculo a tempo para tentar uma manobra e evitar a colisão”, diz Bueno.

Tramitação
De caráter conclusivo, o projeto será analisado pelas comissões de Viação e transportes e de Constituição e Justiça e de Cidadania

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Novo Honda CR-V recebe classificação de segurança geral 5 estrelas da Euro NCAP



O novo HONDA CR-V construído no Reino Unido foi classificado como um dos carros mais seguros da Europa, de acordo com novos resultados de testes independentes de impacto da Euro NCAP, recebendo a classificação máxima de 5 estrelas. O esquema de classificação focaliza-se no desempenho de segurança geral do veículo que dá aos consumidores um ponto único fácil de ser entendido. O sistema considera proteção do ocupante, proteção da criança, proteção do pedestre  e a disponibilidade de ajudas ao motorista. Desde a introdução do esquema de classificação atual da Euro NCAP (fevereiro de 2009) todos os modelos Honda testados conquistaram  5 estrelas - Accord, Insight, Jazz, CR-Z, Civic e mais recentemente o novo CR-V.

Fonte: London Honda









terça-feira, 25 de junho de 2013

Saiba como é e quanto custa blindar um veículo




Ter um carro blindado é o sonho de muitos que vivem aterrorizados com a violência das grandes cidades, outros precisam ter esse reforço por “obrigação”. O motorista que quiser, ou precisar, blindar o carro para se proteger das armas mais usadas por criminosos nas ruas vai gastar de R$ 27 mil a R$ 45 mil. Além disso, terá que apresentar uma série de documentos pessoais, incluindo certidão negativa de antecedentes criminais. Após este processo concluído, o motorista recebe uma autorização do Exército para circular com carro blindado.

O nível de blindagem de um carro é dividido em seis categorias de acordo com a norma brasileira, que segue os padrões americanos. A categoria mais procurada é a III-A, que suporta até tiros de uma Magnum 44 ou uma pistola 9mm. Os carros só podem ser blindados em categorias superiores a esta com uma autorização especial do Exército. 

Confira os níveis de blindagem

Nível I-A

Suporta tiros de armas calibres 22, 38 e ataques com ferros e pedras.

Nível II-A

Armas do nível I-A e mais Magnum 357 e pistola 9 mm.

Nível III-A

Todas as anteriores, mais Magnum 44 e submetralhadora Uzi.

Nível III

Todas as anteriores e mais fuzis M16, 7.62, AK 47, AR 15 e FAL

Nível IV

Todas as anteriores e mais fuzis perfurantes, como o 30-06 AP e granadas.

Os veículos mais blindados no Brasil são: Freelander, Fusion, Honda Civic, Hilux, Pathfinder, Pajero, Sentra, Tucson, Vectra e Volvo C30.

Curiosidades

- O Exército é responsável pelo controle dos carros blindados, para que um veículo com essa característica não caia em mãos erradas. O blindado faz parte dos produtos controlados, como as armas.

- Os vidros traseiros de um carro blindado não baixam.

- É recomendado que, quando for viajar, destravar as portas, pois, em caso de acidente, o resgate será facilitado.

- Na escala de blindagem, o nível 6 é o máximo existente no mercado mundial e transforma o carro quase em um tanque de guerra. O carro do presidente dos Estados Unidos possui esse nível.

domingo, 23 de junho de 2013

Deixar o escapamento em boas condições garante o controle de poluentes e gases emitidos na atmosfera



É preciso ficar atento à manutenção do escapamento, componente essencial para garantir a performance do motor, pois avarias podem interferir na saúde das pessoas, elevar o nível de emissão de poluentes e, inclusive, aumentar o consumo de combustível

Durante o inverno, há mais concentração de poluentes na atmosfera devido ao clima mais seco, por isso, o motorista deve ficar atento ao sistema de exaustão do seu veículo. Item verificado na Inspeção Ambiental Veicular realizada na cidade de São Paulo-SP, o sistema de exaustão, composto por coletor ou tubo motor, catalisador, tubos flexíveis, silenciosos intermediário e traseiro, tem como finalidade direcionar os gases para a parte traseira do veículo, atenuar o nível de ruído emitido pelo funcionamento do motor e transformar os gases nocivos emitidos em gases inertes, exercendo importante função para não prejudicar a saúde das pessoas. “O sistema de exaustão tem papel relevante na transformação química dos gases nocivos em gases inertes e na atenuação de ruídos”.

A falta de manutenção do escapamento pode provocar vários problemas no veículo, como corrosões na carroceria do carro,  ruído excessivo e excesso de poluição, além do risco de aplicação de multas e aumento do consumo de combustível. Por isso, a recomendação é ficar atento a alguns sinais que podem indicar desgaste no sistema de exaustão. “Ruído no escapamento pode ser sinal de catalisador quebrado, silenciosos furados ou má fixação dos componentes”, comenta.

Sempre que fizerem a manutenção do escapamento o mesmo deve ser fixado sempre na posição da forma original. “Tem somente uma posição ideal para que não fique baixo e encoste em obstáculos”, não deixando de lado que os componentes do escapamento devem ser fixados de forma correta para que não fiquem balançando. “Sempre com abraçadeiras adequadas ao tamanho das bolsas de encaixe. Deve-se respeitar os tamanhos originais de anéis de vedação e utilizar coxins adequados a cada modelo de escapamento”.



Será que é possível termos um transporte público gratuito?




Protestos varreram várias das principais cidades do Brasil durante todo o mês de junho. A principal bandeira levantada pela multidão foi a queda nas tarifas de ônibus, que haviam subido em muitas capitais. Mas, segundo os organizadores dos protestos, o objetivo final era instaurar o passe livre — tornar gratuitos todos os meios de transportes públicos. Apesar do sucesso em reduzir a tarifa, quais são as chances reais de implantar a tarifa zero em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, que transportam milhões de passageiros por dia?

Experiências bem sucedidas — Cinco meses antes de os protestos estourarem no Brasil, a prefeitura de Tallinn, capital da Estônia, aboliu as tarifas de todo o transporte público que percorre a cidade. Segundo as regras implantadas, qualquer cidadão pode viajar quantas vezes quiser, sem desembolsar nada, nas linhas de ônibus que cortam a cidade. Os habitantes de Tallinn começaram a se habituar com o novo tipo de transporte gratuito e a deixar os carros em casa — o número de automóveis nas ruas caiu 9% nos primeiros meses.

Tallinn não é a primeira cidade a instaurar o transporte público grátis de maneira irrestrita — é apenas a maior. Com mais de 420.000 habitantes, a capital trouxe à tona o debate sobre a possibilidade de cidades grandes darem espaço para o passe livre. Os motivos para esse tipo de iniciativa são vários, desde tornar o transporte mais acessível a todos até diminuir o uso de carros, reduzindo a poluição e o trânsito. A dúvida é se o projeto é sustentável financeiramente, pois o dinheiro que deixa de vir das tarifas tem de sair do orçamento da prefeitura ou de outra instância do poder público.

Grandes ideias, pequenas cidades — Em cidades menores, o modelo gratuito de transporte público tem se mostrado possível, com diversos exemplos pelo mundo. Em Colomiers, na França, por exemplo, os 33.000 habitantes não pagam nada para andar nas poucas linhas de ônibus da cidade — e isso desde a década da de 1970. Ao longo dos anos, outras doze áreas francesas copiaram o modelo (em Aubagne, ele ficou conhecido como Liberdade, Igualdade e Gratuidade). Isso é possível por causa do pequeno número de linhas que essas cidades têm, que praticamente não compensa o gasto para manter uma estrutura de cobrança de tarifas.

Nos Estados Unidos, o transporte também é gratuito em pequenas cidades como Bozeman, na Carolina do Norte, e Commerce, na Califórnia. "Todos os sistemas de transporte gratuitos nos Estados Unidos estão ou em pequenas áreas rurais e urbanas ou em comunidades universitárias. É muito fácil para uma área urbana pequena com ônibus que só transportam um terço de sua capacidade máxima acomodar um aumento de 100% nos serviços de transporte", diz Joel Volinski, diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Trânsito dos EUA na Universidade da Flórida do Sul, em entrevista ao o site de VEJA. Até o Brasil possui um exemplo: a cidade de Agudos não cobra pelo uso de seus ônibus desde 2003.

Meio termo — Cidades maiores costumam achar soluções de meio termo. Perth, na Austrália, com quase dois milhões de habitantes, instituiu ônibus gratuitos apenas em seu centro comercial. Isso acaba com o trânsito nessa área, mas no resto da cidade o transporte é pago. Outras cidades possuem apenas algumas linhas de ônibus gratuitas ou dias especiais em que o transporte não é cobrado, normalmente patrocinados por alguma empresa. É o que acontece em Londres, por exemplo, onde uma companhia de bebidas paga pelo metrô de todos os cidadãos na noite de ano-novo.

Ficou no papel — Nas grandes metrópoles, um sistema realmente abrangente de transporte gratuito nunca foi tentado, mas já foi planejado. A cidade de Nova York, por exemplo, já teve um projeto desenhado. Em 1965, o advogado Ted Kheel propôs a ideia de ônibus e metrôs gratuitos, bancada pelo aumento nas taxas de carros que trafegam por Manhattan. O projeto nunca foi adiante.

No Brasil, o próprio PT — que hoje é alvo dos protestos —, defendeu a ideia do passe livre em São Paulo. Durante o governo Luiza Erundina, no fim da década de 80, o partido propôs que o dinheiro necessário para a gratuidade do transporte saísse de um aumento no IPTU. O projeto não passou na Câmara Municipal.

Nos dois casos, os projetos esbarraram na dificuldade de arranjar verbas e na necessidade de aumentar impostos para financiar a empreitada. "É improvável que uma cidade grande com um sistema de transporte largamente utilizado torne seu uso gratuito. Pela simples razão de que essa política levará a uma utilização maior do serviço e a cidade precisará ampliar muito o número de veículos e operadores para responder à demanda. O sistema não apenas perderia a renda que estava recebendo, como também precisaria de mais dinheiro para pagar pela capacidade adicional", diz Joel Volinski. É justamente por causa dessas dificuldades que a tentativa de Tallinn tem chamado tanta atenção e está sendo observada de perto por diversas cidades ao redor do mundo.

Experimento europeu — Tallinn é a primeira capital europeia a tentar implantar um sistema gratuito de transportes. Desde janeiro deste ano, não cobra de seus habitantes pelo uso de ônibus e bondes. Os turistas e visitantes têm de pagar 1,60 euros — e é aí que mora o segredo do projeto.

Para ter acesso ao direito de usar o sistema de graça, as pessoas que moram na cidade devem mudar oficialmente seu domicílio para lá, o que faz com que boa parte de seus impostos sejam destinada para a prefeitura local. Segundo os governantes, a nova leva de dinheiro custeia boa parte dos 12 milhões de euros que o novo sistema deve tirar do orçamento público. O resto deve vir de um aumento no valor cobrado por vagas em estacionamentos públicos nas regiões centrais da cidade.

Em março do ano passado, antes de o projeto ser aceito, a cidade passou por um plebicito para decidir se alterava o sistema de transportes. Cerca de 20% dos eleitores locais participaram, e a proposta de gratuidade venceu por 75%.

Os críticos da proposta dizem que o sistema deve onerar os cofres públicos e não passa de oportunismo político, para ajudar o atual prefeito, Edgar Savisaar, a ganhar as próximas eleições. Uma parte dos usuários reclama da lotação dos novos ônibus, que estariam cheios de mendigos. Mas o público em geral parece não concordar. Após quatro meses de implantação, o uso de ônibus subiu 12,6% na cidade e o de carros caiu 9%.

Keila, uma pequena cidade de 10.000 habitantes situada a 30 quilômetros de Tallinn, foi a primeira a copiar o projeto — já em fevereiro deste ano. O governo da Estônia diz estar avaliando a iniciativa. Cidades como Vilnius, Riga e Helsinque, capitais de Lituânia, Letônia e Finlândia, já disseram estar acompanhando de perto os resultados do novo sistema de mobilidade urbana. Com todo mundo de olho, o resultado da experiência pode ser tanto um fracasso retumbante quanto significar uma nova era para o transporte nas grandes metrópoles.

Fonte: Veja