sexta-feira, 20 de dezembro de 2013



Cuba passa a importar carros, no âmbito da reforma empreendida pelo irmão de Fidel


cubanos automoveis


O parque automóvel de Havana, em Cuba, vai ser rejuvenescido, com o fim das proibições impostas pelo Governo, que perduram há 50 anos. Os cubanos poderão importar carros, no âmbito da reforma económica empreendida pelo irmão de Fidel. Raúl Castro pretende criar um fundo para desenvolver os transportes públicos da ilha.
As novas regras para a importação e comercialização de automóveis em Cuba vão ser conhecidas em breve, publicadas na Gazeta Oficial, e entrarão em vigor nos próximos dias. A medida já foi aprovada em reunião do Conselho de Ministros, que decorreu nesta quinta-feira.
É uma medida histórica, inserida nas reformas que económicas empreendidas pelo presidente de Cuba, Raúl Castro. Vai ser permitida a venda, compra e importações livres de carros, motorizadas, camiões, pequenos autocarros, novos e usados, quer entre cubanos, quer em negócios com estrangeiros.
Mas não é apenas o parque automóvel que será renovado. Também a manutenção automóvel ficará mais acessível aos cubanos, com a permissão de venda e compra de motores, carroçarias, entre outras peças de carros.
Com o dinheiro gerado pelo pagamento de impostos, Raúl Castro pretende criar um fundo para desenvolver os transportes públicos da ilha, que estão a precisar de uma reforma.
Em declarações à AFP, alguns cubanos regozijaram-se por esta medida, que esperavam há décadas. Cuba não tem fábricas de automóveis, em virtude das restrições que perduravam há 50 anos, e o parque automóvel estava depauperado.
“As novas normas deixam sem efeito as cartas de autorização que o Ministério dos Transportes entregava a alguns cubanos”, informa a AFP, que cita o Granma. A compra e venda serão livres, com prioridade a quem já tem carta de condução.
Trata-se de uma das reformas com maior impacto, de todas as que são empreendidas por Raúl Castro, que sucedeu ao irmão Fidel Castro em 2006 na liderança de Cuba.

As chuvas que vêm da Região Sul do País causam alagamentos na BR-101 e a morte de um homem, no Município de Escada

Com as fortes chuvas que atingiram o Estado Pernambucano várias rodovias ficaram alagadas, entre elas a BR-101, causando risco de acidentes, como um que causou com a morte de uma pessoa nesta manhã de sexta-feira (20).
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF-PE) a vítima era um homem, de 41 anos, que morreu após capotar com o carro, modelo Gol, quando passava pelo km 133, município de Escada, Zona da da mata norte de Pernambuco. O acidente fatal foi por volta das 5h.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Governo recua e a  Obrigatoriedade de airbag e freio ABS realmente será em 2014


O governo desistiu de adiar a obrigatoriedade do airbag e do freios ABS, que terão de fazer parte de todos os carros novos a partir de janeiro. Lado a lado o governo e indústria oficializaram que no próximo ano, 100% dos carros terão airbag e ABS.
O anúncio também oficializa o recuo do governo que chegou a cogitar que os dois itens fossem obrigatórios no ano que vem em 80% dos veículos e não em 100%.
O ministro Guido Mantega falou publicamente sobre essa possibilidade na semana passada, alegando desemprego e aumento de preços,  mas prevaleceu a ideia de que a segurança deve ser prioridade.
A partir  do mês que vem, novos carros terão que sair de fábrica com o airbag duplo e o freio ABS, que impede que as rodas travem durante uma freada brusca.
Com isso, a produção de carros sem os dois itens terá que acabar, mas uma exceção está em estudo pelo governo, com aval dos empresários. A ideia é livrar a Kombi da obrigatoriedade do airbag e do freio ABS, pela dificuldade de adaptar o veículo e para evitar a demissão de quatro mil pessoas.
Segundo o ministro Guido Mantega, no total, as demissões podem chegar a 20 mil. “Vai aumentar custo e vai aumentar mesmo. Claro que isso vai talvez atrapalhar as vendas do próximo ano”.
O mercado já fez o cálculo. “O que se estima no mercado é que entre R$ 1.000 a R$ 1.500 será o valor cobrado tanto pelo ABS quanto pelo airbag”, revela Luiz Moan, presidente da Anfavea.
Estas mudanças as montadoras já sabiam desde 2009, e que é preciso mudar as estatísticas do Brasil. “O Brasil, hoje, é conhecido como um dos recordistas em morte no trânsito. Qualquer equipamento de segurança que signifique reduzir a quantidade de acidentes e principalmente a quantidade de feridos e mortos no trânsito é importante”.