quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Campanha contra ações erradas choca e estimula tolerância no trânsito



O filme por nome de “Mistakes” (“Erros”) congela a cena de um acidente e permite com que os motoristas discutam sobre o que levou ambos ao inevitável,  a secretaria de transportes da Nova Zelândia lançou uma campanha de conscientização no trânsito que tem chamado atenção pela criatividade e pelo impacto da mensagem transmitida. 
De acordo com a secretaria, a nova campanha tem como objetivo fazer com que as pessoas repensem a velocidade com que dirigem. “Mesmo que dirija bem, os motoristas precisam lembrar que são passíveis ao erro - afinal, somos todos humanos. Nós podemos aprender com as nossas falhas, mas não no volante - a estrada é uma exceção. Lá, até os menores erros podem custar a nossa vida ou a dos outros”, diz nota da secretaria.

Observem no vídeo abaixo a situação propriamente dita:

link: http://www.youtube.com/watch?v=bvLaTupw-hk

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

DPVAT não sofre reajuste e mantém valor de indenização



O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) decidiu não reajustar o Dpvat, seguro obrigatório pago junto com o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) para indenizar vítimas de acidentes de trânsito, no próximo ano. Dessa forma, os valores seguem os mesmos de 2013, que já haviam sofrido reajuste. Em nenhuma das categorias de veículos houve mudança, sendo mantidos os valores das indenizações.
Portanto, para proprietários de automóveis, caminhonetas particulares, táxis, carros de aluguel e aprendizagem o pagamento do seguro no valor de R$105,65 deverá ser feito somente à vista, seguindo o calendário de vencimentos do IPVA 2014. Caminhões, caminhonetas tipo “pick-up” de até 1.500kg de carga, máquinas de terraplenagem e equipamentos móveis em geral, quando licenciados, também pagam somente à vista o valor de R$110,38 de seguro obrigatório. Proprietários ficam isentos do pagamento do seguro para reboque e semirreboque, neste caso o Dpvat deve ser pago pelo veículo tracionador.
Para proprietários de ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete o valor do Dpvat é de R$396,49 à vista ou três parcelas de R$134. Para micro-ônibus com cobrança de frete, mas com lotação inferior a 10 passageiros, bem como para ônibus e micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete, o seguro é no valor de R$247,42 à vista ou três vezes de R$84,30. Já para motocicletas, motonetas, ciclomotores e similares o seguro é no valor de R$292,01 à vista ou três parcelas de R$99,17. Nestes três casos o pagamento parcelado segue o calendário de vencimentos do IPVA 2014.
Quem não paga o Dpvat fica impedido de receber o documento de licenciamento e pode ter o carro apreendido, ser multado e ter pontos negativos na CNH. Conforme a Superintendência de Seguros Privados (Susep), parte da arrecadação do Dpvat é usada para indenizar vítimas de acidentes de trânsito. No caso de morte, o beneficiário direto tem direito de receber R$13.500 de indenização. Para invalidez, a pessoa ferida em acidente pode receber até R$13.500. O cálculo é feito de acordo com o tipo de sequela causada, conforme laudo assinado por médico. A vítima de acidente de trânsito também tem direito ao chamado reembolso médico-hospitalar de até R$2.700. A indenização é paga em uma só vez.
Toda vítima de acidente de trânsito tem direito a indenização, independentemente de quem foi a culpa. Não é preciso apresentar laudo da perícia da Polícia Civil. Para receber o Dpvat não é preciso contratar advogado ou intermediário. O pedido pode ser apresentado nos Correios e o seguro é pago na conta do beneficiário em até 45 dias após o envio da documentação.

Caminhoneiro brasileiro está mais jovem e saudável, diz pesquisa




Uma pesquisa mostra que o perfil do caminhoneiro brasileiro está mudando. Ele é cada vez mais jovem, passou a se preocupar com a saúde e com a alimentação e está de olho na internet.
Uma das maiores preocupações dos caminhoneiros é com a alimentação. Mais de um terço deles prefere um cardápio saudável.
“Geralmente, a salada no almoço, tem que ter sempre um verde. Pouca gordura, o café da manhã, sempre nada de fritura, um pão, um queijo, um presunto, mas sem caloria”, diz o caminhoneiro Luis Vieira de Carvalho.
E eles rodam o país conectados: quase 40% acessam a internet.
“A gente sempre vai se conectando aqui e procurando carga,  mapa, para olhar como está o transito. Tem que estar conectado”, afirma o caminhoneiro Alexandre Zóia.
A pesquisa que ouviu 75 mil caminhoneiros em todo o país revelou ainda que a idade média deles é de 30 anos.
A pesquisa também mostra que 27% dos caminhoneiros praticam atividade física. Alguns deles inclusive conseguem aliar o trabalho ao lazer.
Leandro Fernandes Elias leva a prancha em todas as viagens. Onde tem praia ele aproveita as folgas para surfar. “Isso é só para passar o estresse, né? No dia a dia, no final de semana parado onde tem praia a gente vai, né? Vai à praia e dá uma surfada para dar uma limpada na cabeça. A gente volta tranquilo para a estrada, sossegado, relaxado”, conta.
Segundo a pesquisa, 45% dos caminhoneiros são casados. E 55% dizem que se preocupam com a família. Ednei Nunes aproveitou que os filhos estão de férias e levou os dois para a estrada: “Aproveita as férias deles para estar junto com o pai, né? É bom, né? Pelo menos distrai um pouco a gente na estrada”.
E nas festas de fim de ano o autêntico caminhoneiro reúne a família e encara a estrada. “Dar uma viajada, né? Um pouco, né? Mas aí é uma viagem diferente já, aí é viagem só para divertir, né? Sossegado”, completa Ednei.
O Brasil tem mais de 1 milhão de caminhoneiros, mas eles estão em falta no país. Segundo a Associação Nacional das Transportadoras de Carga e Logística, o déficit é de 120 mil motoristas.

As estradas perigosas, a distância da família e até a tecnologia são fatores que estão fazendo diminuir o interesse pela profissão.

CARGA INDIVISÍVEL: Curso obrigatório ainda não é ofertado em todo o País


indivisivel
A obrigatoriedade de fazer a capacitação começa em abril, mas, no Rio de Janeiro, por exemplo, não há onde fazer

Em abril de 2014, segundo a resolução 455, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), passa a ser obrigatório o curso de especialização para os condutores de veículos de carga indivisível. A descrição do curso, de 50 horas, está numa outra resolução do órgão, a 285. O problema é que o treinamento tem de ser feito no Estado onde o motorista tem sua carteira de habilitação (CNH) registrada. E não é em todo Estado que existe instituição homologada para oferecer o curso.
O diretor da Transmagno Transportes Rodoviários, de Macaé (RJ),  Paulo Paranhos, afirma que a empresa está atenta à exigência do curso, mas não há instituição que o esteja disponibilizando no Rio. Ele precisa treinar 300 motoristas. “Estamos em contato com diversas instituições credenciadas junto ao Detran-RJ para contratar turmas fechadas para nossos motoristas, mas não existe nenhum curso homologado no Estado”, afirma. Para ele, o Contran terá de adiar o prazo.
Paranhos teme que o não cumprimento da exigência, prevista inicialmente na resolução 168, possa prejudicar seus negócios. “Desenvolvemos nossas atividades atendendo todas as exigências legais e somos auditados em todos os quesitos por nossos clientes. O não cumprimento de qualquer item legal com certeza poderá prejudicar nossa empresa, que pode até ser desqualificada em um processo licitatório”, aponta.
De acordo com a assessoria de imprensa, o Detran fluminense vem se preparando para a homologação do curso especializado para transportadores de cargas indivisíveis. “O Detran está  editando uma nova portaria que prevê o credenciamento do Sistema S (Sest/Senat) para o ministrar o curso”, diz a assessoria, por e-mail. No entanto, não foi informado o prazo para isso.
Com uma carga horária de 50 horas, o curso de atualização em cargas indivisíveis só pode ser realizado no Estado onde a carteira de habilitação (CNH) do motorista está registrada. De acordo com a Assessora Técnica da Coordenadoria de Qualificação Humana no Trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Rita Cunha, a resolução possibilita que ele seja realizado a distância.
No entanto, no Estado de São Paulo, segundo a assessoria de imprensa do Detran-SP, a modalidade a distância não é ofertada. O curso, segundo o Detran paulista, é oferecido em 25 unidades da rede Sest/Senat, no interior e na Capital. “Além de outras unidades do Sest/Senat, qualquer instituição de ensino de trânsito que atenda aos requisitos estabelecidos pelo Contran poderá se credenciar para ofertar o curso no Estado”, informa o Detran-SP.
No Paraná, segundo o coordenador de Habilitação do Detran-PR, Larson Orlando, também não há instituições que ofereçam o curso na modalidade de ensino a distância.  Orlando observa que o curso é ofertado pelas unidades do Sest/Senat  e por outras sete empresas credenciadas pelo órgão paranaense. No Estado do Espírito Santo, também não há oferta do curso a distância. Segundo o Diretor-Geral do Detran-ES, Carlos Lopes, Os motoristas capixabas podem fazer o curso em 22 instituições credenciadas pelo Detran,  entre unidades do Sest/Senat, Senai e entidades particulares, no interior do Estado e na capital, Vitória.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Honda cria versão 'Tartarugas Ninja' da pequena MSX 125


Honda MSX 125 Michelangelo (Foto: Divulgação)

Modelo será apresentado no Salão do Automóvel de Tóquio, em Janeiro.
Moto possui propulsor de 124,9 cc, que rende 10 cavalos de potência.

Vendida com o nome de Grom nos Estados Unidos, onde custa R$ 2.999, a motocicleta é uma releitura do conceito Monkey, que fez sucesso a partir da década de 1960, com conjunto de tamanho diminuto. A moto não é vendida no Brasil.
São quatro versões da MSX feitas pela Honda que remetem aos personagens do desenho animado Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael, cada uma com cor utilizada por cada herói.
Honda MSX 125 Donatello (Foto: Divulgação)Honda MSX 125 Donatello  
Moto compacta Com apenas 101,7 kg, a MSX tem sua produção na Tailândia e possui motor de 124,9 cc, que gera 10 cavalos de potência máxima a 7.000 rpm. De acordo com a empresa, este monocilíndrico possui injeção eletrônica e rende 1,11 kgfm de torque a 5.500 rpm.
Ele é da mesma geração de motores que equipam PCX 150, CBR 250R, e CRF 250L, possuindo tecnologia de baixa fricção para deixar o consumo mais eficiente. A refrigeração do propulsor e a ar e o tanque da MSX pode comportar 5,5 litros de combustível. O câmbio é de 4 marchas e o chassi é de aço.
Seu tamanho pequeno fica claro pelas dimensões: 1.760 mm de comprimento, 755 mm de largura e 1.010 mm de altura - as rodas são de 12 polegadas, tamanho similar ao de alguns scooters.
Honda MSX 125 Leonardo (Foto: Divulgação)Honda MSX 125 Raphael 
Uma CG 125, por exemplo, tem 1.978 mm de comprimento, 731 mm de largura e 1.053 mm de altura.
A MSX 125 é menor até que a Honda Pop, modelo mais compacto da empresa no Brasil, que tem 1.819 mm de comprimento, 742 mm de largura e 1.020 mm de altura.
Contudo apesar de compacta, a MSX 125 não deixou de lado equipamentos mais refinados, como painel de LCD e freios a disco na dianteira e na traseira.
Honda MSX 125 Leonardo (Foto: Divulgação)Honda MSX 125 Leonardo 



.VEJA ALGUMAS DICAS DE COMO PILOTAR VEÍCULOS
 COM AIRBAG E FREIOS ABS
dicas para airbag (Foto: Arte G1)
Cinto de segurança é fundamental
O uso do airbag não dispensa o do cinto de segurança, que continua obrigatório. Aliás, o cinto é determinante para que o airbag funcione de forma eficiente. Além disso, é preciso que o motorista e o carona tomem cuidados como não se posicionarem muito perto do volante e do painel, respectivamente. No caso do carona, deve-se evitar colocar os pés sobre o painel.

As bolsas de ar são indicadas por um símbolo no meio do volante e no painel. Alguns carros dão a opção de o motorista desativar o airbag do carona, quando estiver dirigindo só. A abertura não acontece em qualquer batida: depende de quanto o carro desacelera no impacto, e não da deformação que o carro sofre.
Já o ABS, sigla em inglês para Antilock Brake System, em alguns veículos, é acionado em frenagens mais fortes e, em alguns carros, o pedal do freio vibra quando esse sistema é acionado. "Nesse caso, algumas pessoas costumam tirar o pé, mas o correto é manter o pedal pressionado", explica o colunista do G1 Denis Marum, especialista em mecânica.

Comissão aprova prioridade para transporte público e bicicletas em planos diretores


A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (11) projeto de lei que obriga todas as cidades com plano diretor 20 mil habitantes ou mais a priorizar o transporte público e o uso de bicicletas. Pela proposta, que modifica o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01), os planos de transporte publico integrados devem prever a construção de ciclovias e de faixas exclusivas para veículos de duas rodas.
Foi acolhido substitutivo da Comissão de Desenvolvimento Urbano ao Projeto de Lei 3228/08, do Senado. O texto aprovado prevê também a destinação de parte dos recursos da Cide-Combustíveis a medidas que reduzam o consumo de combustíveis e à implantação de faixas exclusivas para motocicletas, motonetas e ciclomotores, assim como de ciclovias ou ciclofaixas. O projeto do Senado não prevê essa destinação.
O relator, deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS), ressaltou que a proposta poderá resultar em notável contribuição para a melhoria das condições de deslocamento nas grandes cidades, com a adicional vantagem de reduzir as emissões de poluentes.
Estacionamento
Marchezan Junior considerou apenas um dos projetos apensados (PL 3437/08) incompatível do ponto de vista fiscal. A proposta da deputada Manuela DÁvila (PCdoB-RS) torna obrigatória a criação de estacionamento gratuito para bicicletas em todas as áreas públicas e privadas com tráfego de pessoas e veículos.
Conforme o relator destaca, a medida geraria gastos privados e públicos, mas não define quem deveria arcar com esses custos. Isso, segundo afirma, pode resultar em encargos que excedam a capacidade financeira dos municípios ou em despesas adicionais para a esfera federal.
Para projetos que criem despesa continuada para a União ou resultem em renúncia fiscal, as leis de Responsabilidade fiscal (LRF - 101/00) e de Diretrizes Orçamentárias (LDO - 12.708/12) exigem a apresentação de estimativa do impacto financeiro e da devida forma de compesação.
As outras quatro propostas em análise conjunta PLs 1160/07, do deputado Antonio Bulhões (PRB-SP); 1422/07, do ex-deputado Edigar Mão Branca; 2717/07, do deputado licenciado Alexandre Silveira (PSD-MG); e 3211/08, da deputada Rebecca Garcia (PP-AM) foram aproveitadas no substitutivo da Comissão de Desenvolvimento Urbano.