sábado, 22 de junho de 2013

TRANSTORNOS NA RODOVIA BR-101

NO ENTORNO DA REGIÃO METROPOLITANA DO GRANDE RECIFE

Quem precisa passar diariamente pela BR-101 Sul conhece bem os buracos da via. Tanto no centro quanto no acostamento, a pista danificada atrapalha o tráfego dos veículos, muitas vezes obrigando o motorista a seguir apenas por uma faixa. Se a situação é difícil para os condutores, também não é nada fácil para os pedestres que precisam andar muito para conseguir atravessar pela passarela, onde também falta manutenção. A ausência de iluminação e segurança provocam medo em quem depende da passagem para chegar ao outro lado da rodovia.


RODOVIA COM MAIS DE 25 ANOS NECESSITANDO TROCAR AS PLACAS DE CONCRETO EM UMA ÁREA COM MAIS 60 Quilômetros de extensão.


 Até quando vamos continuar com esse descaso?

Trechos com o tráfego bastante complicado em frente à Karne e Keijo, na saída da Ceasa e no Ibura

Túnel da morte na Rússia

OBSERVE OS ACIDENTES

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segunda-feira, 17 de junho de 2013



Mortes registradas pelo DPVAT diferem do Ministério da Saúde




De janeiro a dezembro de 2012, o número de indenizações pagas pela Seguradora Líder, responsável pelo DPVAT foi de 60.752, conforme relatório estatístico anual publicado. Em contrapartida, segundo o relatório de 2010 do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, 40.610 pessoas foram vítimas fatais, sendo que 25% delas, por ocorrências com motocicletas.

O motivo dessa diferença, de acordo com a Seguradora Líder DPVAT é que “os dados do DPVAT levam em consideração a data do pagamento da indenização, enquanto o Ministério da Saúde considera a data da ocorrência”. Segundo eles, a vítima de acidente de trânsito tem até três anos para entrar com o pedido do benefício, o que necessariamente interfere na composição das estatísticas do Seguro DPVAT sobre indenizações pagas em determinado ano com acidentes acontecidos em anos anteriores.

Além disso, “o Seguro DPVAT não há um tempo limite para caracterizar o acidente de trânsito, desde que o óbito, invalidez permanente ou despesas médicas estejam relacionadas ao acidente, enquanto que, para o SUS, estas mortes só são contabilizadas caso o óbito ocorra em até 30 dias do acidente”, diz a seguradora.

Entenda o cálculo

Nas estatísticas divulgadas trimestralmente pela Seguradora Líder DPVAT, são levadas em consideração as indenizações pagas no período analisado, e não os acidentes que aconteceram no período.

Além disso, as vítimas têm o período de até três anos após a ocorrência do acidente para solicitar o benefício.

Cada estudo apresenta um recorte diferente sobre os acidentes de trânsito. Para a Seguradora Líder DPVAT, todos estes estudos são importantes para mostrar à sociedade os riscos do trânsito brasileiro e servir de alerta para uma melhor direção e cuidados para pedestres e motociclistas.

O Portal do Trânsito entrou em contato com o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) para saber sobre a opinião deles a respeito desses números. Segundo o órgão, a “Líder Seguradora seria o lugar mais apropriado para obter as informações”.

Fonte: MS e DPVAT


Educação para o trânsito nas escolas ainda caminha a pé



A Semana Nacional do Trânsito deixou de ser o único motivo para o trabalho do assunto dentro das escolas. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) através das Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito- na Pré-escola e no Ensino Fundamental- pretende promover o ensino da matéria de forma concisa e periódica.

A partir dessas diretrizes os educadores terão a possibilidade de desenvolver atividades que proporcionem aos alunos uma reflexão sobre o tema, alertando para a importância de atitudes voltadas para o bem comum e a análise de comportamentos seguros no trânsito. Segundo a assessoria de imprensa do Denatran, a melhor forma de implantar o tema cotidiano das escolas é apoiar-se nas diretrizes, que foram encaminhadas para todas as escolas brasileiras, sendo ao total 1.874.060 exemplares distribuídos.

Além das Diretrizes, o Denatran também desenvolveu para o ensino fundamental, uma série com 12 filmes educativos, 3 livretos de histórias e 1 software educativo.

De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil é o quarto país onde mais acontecem acidentes de trânsito no mundo e desperdiça com isso aproximados 10 bilhões de reais por ano, valor que poderia ser revertido em verba, para projetos de prevenção dentro das instituições de ensino, já que, segundo o Ministério da Saúde a principal causa de morte de crianças e adolescentes de 1 a 14 anos relaciona-se a acidentes de trânsito.

E na prática?

O Código de Trânsito Brasileiro prevê no Art. 76 a prática da educação no trânsito no ensino infantil, fundamental, médio e superior, com a ajuda dos órgãos de trânsito municipais, estaduais e federal, que devem formar núcleos pedagógicos para incentivar projetos nas escolas, porém as Leis de Diretrizes e Bases (LDB) não inclui o estudo do trânsito em sua base nacional comum.

Mesmo com a determinação para que o Ministério da Educação adote o assunto no currículo interdisciplinar, na prática, não funciona. Algumas escolas de grande porte, como o Bom Jesus e Decisivo, em Curitiba, ainda não possuem um plano de ensino voltado a matéria.

A Escola Conêgo Camargo, também na capital do Paraná, mostrou o contrário. Implantado há mais de 7 anos na grade curricular, o projeto de educação para o trânsito teve efeito, segundo Edicléia Cruz da Silva, coordenadora educacional, pois os acidentes no entorno da escola diminuíram muito. “Os alunos ficam muito mais atentos ao que acontece no trânsito”, enfatiza a coordenadora.

Através de livros de apoio e muita pesquisa, os professores da escola aplicam a educação no trânsito durante um mês em conjunto com outros conteúdos propostos a ao final levam os alunos a aula prática na Escola de Trânsito do estado. Para Edicléia a maior dificuldade que as escolas encontram hoje para aproximar-se do tema é o tempo. “A correria do dia a dia afasta os professores desses assuntos”, conclui.

O Denatran alerta que tem produzido material abundante para sanar as dificuldades dos professores como os cadernos educativos, as série de programas televisivos Trânsito Consciente e a série de livros infantis Viva o Trânsito. Além disso, existem outros materiais disponíveis no mercado que facilitam a “vida” do professor.

Programas que deram certo

Fundado em julho de 1975, o Programa Prática Educativa de Trânsito, do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) , atende estudantes da 4ª série de escolas municipais, estaduais e particulares, com o intuito de educar para o trânsito através de vivencias do cotidiano. Além de Curitiba o projeto também está em cidades como Maringá, Londrina, Cascavel, Francisco Beltrão e Ponta Grossa.

Aulas teóricas e simulações de prática compoẽm o cronograma do curso, que após concluído gera diploma e carteira de pedestre para as crianças. Já participaram do curso mais de 1.500.000 alunos, que tem acesso ao projeto através de um cadastro efetuado pela escola no começo de cada não letivo.

Outro exemplo de sucesso no trabalho de educação para o trânsito é o da Concessionária Nascentes das Gerais, que através de um Plano de Gestão Social, promove campanhas de conscientização no trânsito e segurança na rodovia.

O projeto Educando para o Trânsito nas Escolas atinge alunos de 6 a 14 anos de escolas que ficam no entorno da rodovia concessionada em Minas Gerais e utiliza o Sistema Educando Crianças para o Trânsito, da Tecnodata Educacional. O trabalho inclui o fornecimento de material didático e cursos de capacitação aos professores. A previsão é que até junho deste ano, 230 escolas sejam atendidas e em torno de 800 professores capacitados.

Crianças aprendem enquanto se divertemCrianças aprendem enquanto se divertem

"Capacitação dos professores"
Capacitação dos professores


Recalls crescem mais do que número de carros, estatística que não é realidade nos países de 1º mundo




O sonho do carro zero se realizou para milhões de pessoas ao longo da última década. O aumento do crédito e dos salários, além da maior oferta de emprego, fez com que a produção anual de veículos crescesse 110% entre 2003 e 2012, com o licenciamento de 20 milhões de novos carros (nacionais e importados) neste período, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Contudo, a subida desproporcional de outro indicador do setor causa preocupação: o número de recalls avançou 340% em dez anos, segundo dados da Fundação Procon-SP. Nesse período, cerca de 4,5 milhões de carros foram convocados pelas montadoras para troca de peças e consertos devido a falhas na fabricação. Isso significa que 22,5% dos carros licenciados na última década apresentaram problemas.

A necessidade de manter um alto ritmo de produção para suprir a demanda crescente fez com que o cuidado em relação às peças fosse negligenciado. “Um dos motivos para tantos recalls é a falta de rigor nos testes”, afirma o diretor da consultoria AT Kearney, David Wong. O consultor argumenta que, em parte, a rapidez na produção das peças aliada à falta de qualidade da revisão dos veículos ajuda a explicar o surgimento dos problemas. Ou seja, a produção em massa terminou por eliminar etapas importantes da cadeia produtiva - e o controle de qualidade não é suficientemente preciso para detectar todas as falhas.

Ocorre que, para que os fabricantes de peças se tornem mais eficientes e consigam abastecer de maneira mais rápida a indústria, adotaram a dinâmica da padronização do diâmetro e espessura das peças. A engenharia dos veículos das diferentes marcas, no entanto, não consegue garantir que, ao lançar mão de peças padronizadas, o funcionamento das máquinas esteja livre de erros. Outro problema, aponta Wong, é que muitas das falhas aparecem somente depois que o veículo é vendido e está em uso. "Os automóveis não saem necessariamente com defeito das montadoras", diz. Segundo dados da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), 70% dos recalls são causados por problemas com fornecedores de peças - enquanto o restante pode ser atribuído a erros de projeto.

Problemas com fornecedores levaram a Fiat a fazer um grande recall do Stilo em 2010. O modelo apresentou falhas em peças que atuam no rolamento da roda traseira, podendo desencadear o desprendimento da roda. Já em 2009, veículos da japonesa Toyota foram convocados no Brasil porque o pedal do freio prendia no tapete, original de fábrica, causando problemas na hora de frear o carro. No ano passado, a montadora Chery constatou que utilizou amianto em peças da vedação do motor e do escapamento dos modelos Tiggo e Cielo. Resultado: recall.

Segundo Luiz Carlos Augusto, da consultoria DDG, o Brasil ainda engatinha na cultura dos recalls. "Eles são anunciados somente quando os problemas estão ligados à segurança. Lá fora, qualquer tipo de falha é recall. Um rasgo no tecido do banco e o veículo é convocado”, diz. As convocações aumentaram também porque, segundo Augusto, os brasileiros estão mais atentos e exigentes. “No início, chegavam a pensar que um recall poderia ser uma propaganda em que a montadora demonstrava preocupação com o produto, mas a realidade é outra. Nenhuma montadora quer ter prejuízo e dizer que errou”, afirma.

Recall 'velado' - Existe um tipo de recall muito comum que quase nunca é divulgado pelas empresas. Também conhecido como reparo violado, ele acontece durante o atendimento de pós-venda, quando é encontrado um defeito de lote. Nesse caso, o reparo é feito sem o conhecimento do cliente e sem a menor divulgação. Segundo David Wong, essa prática nunca envolve questões de segurança. Contudo, de acordo com o diretor de fiscalização do Procon, Marcio Cucci, a ação é ilegal. “Se o veículo apresenta um problema, ele deve ser divulgado. Qualquer falha que ofereça risco deve ser de conhecimento público”, diz.

Cucci explica que recall é sempre uma medida que visa a prevenção de acidentes e que, portanto, a empresa tem por obrigação veicular aviso de risco em todas as mídias. “Nele, é preciso constar medidas preventivas e corretivas”, afirma, destacando também que a convocação não deve implicar nenhum custo ao consumidor.

Montadoras - De acordo com o Procon, Ford e Mercedes-Benz são as duas montadoras com mais campanhas de recall na última década - 33 e 35 anúncios, respectivamente. Procuradas pelo site de VEJA, ambas afirmaram que priorizam a qualidade, segurança e transparência em relação às informações passadas aos clientes. A Ford afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “acredita que o lançamento de uma campanha de recall é positivo, pois demonstra a preocupação com a segurança e integridade dos consumidores". A Mercedes disse, em nota, que o anúncio não é, necessariamente, sinônimo de problema. “Volume de recall é volume de prevenção”.

sábado, 15 de junho de 2013

quinta-feira, 13 de junho de 2013



CELULAR E DIREÇÃO NUNCA COMBINARAM


CLICK E VEJA O QUE ACONTECE QUANDO SE PERDE A TENÇÃO NO TRÂNSITO



IMPRUDÊNCIAS EM UM MESMO CRUZAMENTO


CLICK NO LINK E VEJA AS ABERRAÇÕES












INMETRO terá laboratório para testes de colisão de veículos



O Brasil vai ter seu primeiro centro para testes de colisão de veículos independente das montadoras. O laboratório será construído nas dependências do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em Duque de Caxias (RJ). Antes de serem homologados, automóveis vendidos no País terão de passar pelos chamados “crash test” para verificação de níveis de segurança. Também serão realizados exames de emissões de poluentes.

Para o início das operações, serão necessários aportes de cerca de R$ 100 milhões. O Governo vai assumir os custos, que devem entrar no Orçamento da União em 2014, mas não descarta a participação da iniciativa privada. A previsão é de que os testes no centro comecem até 2017, ano em que os novos carros passam a cumprir as normas do programa Inovar-Auto. Entre elas está a redução mínima de 12% nas emissões de poluentes em relação aos níveis atuais. O não cumprimento levará o fabricante a recolher 30 pontos extras de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de seu produto.

“Queremos colocar a indústria automobilística brasileira na rota da competitividade internacional”, diz Otávio Camargo, diretor da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que vai coordenar a criação do Centro de Tecnologia Automotiva INMETRO.

A confirmação do laboratório ocorre algumas semanas após a publicação, pela agência internacional Associated Press, de longa reportagem que chamava os carros brasileiros de “mortais”. O texto relaciona a falta de segurança dos veículos nacionais ao número de acidentes de trânsito no País, um dos mais elevados do mundo.

O artigo tem como base resultados de testes de colisão de veículos produzidos ou vendidos no Brasil feitos pela Latin NCAP, entidade independente com unidades em diversos países. Questionado pelas montadoras brasileiras por usar critérios e modelos supostamente diferentes, os resultados dos testes - alguns feitos em 2010 - mostram que os carros brasileiros são menos seguros que os europeus.

As pontuações mais baixas do teste vão para modelos sem air bag e ABS, itens que passam a ser obrigatórios em todos os novos carros a partir de 2014.


Uma realidade brasileira há mais de vinte anos, quase metade dos veículos testados no país são inseguros



Desde 2010, o Programa de Avaliação de Carros Novos da América Latina (Latin NCAP) testou 26 carros produzidos ou vendidos no Brasil. Desses, 15 tiveram pontuações de três a quatro estrelas, consideradas boas pelos padrões internacionais. A pontuação máxima no teste é de cinco estrelas. Os outros 11 modelos receberam uma ou duas estrelas, o que os caracteriza como inseguros.

A coordenadoria da Proteste - associação de consumidores que participa da Latin NCAP -, os carros brasileiros "começam a dar sinais de melhoria", mas ainda estão distantes dos padrões de segurança dos modelos europeus e americanos. Recentemente, porém, avaliações com utilitários-esportivos compactos vendidos nos EUA também apontaram problemas de segurança.

A obrigatoriedade de instalação de airbags frontais e freios ABS é um avanço, embora tenha demorado sete anos para ser adotada integralmente desde que a lei foi aprovada. A pedido das montadoras, foi estabelecido um cronograma que começou em 2011 com os itens de segurança obrigatórios em 11% dos novos carros, porcentual que passou para 30% em 2012, 60% neste ano e 100% em 2014. Segundo técnicos, o airbag e o ABS garantirá no mínimo uma estrela a mais para os veículos.

Uma nova reivindicação da Proteste é a obrigatoriedade de cintos de três pontos (que cruza o tórax) em todos os bancos traseiros. Segundo fontes ouvidas pelo Estado, a matéria foi aprovada na Câmara Temática e enviada ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran), mas ainda não foi discutida.

Mudanças para melhor

O Nissan March, importado do México, recebeu apenas duas estrelas no teste realizado em 2010. Desde então, a empresa adotou medidas que corrigiram o problema. Outro modelo com baixa classificação, o Novo Uno, da Fiat, terá a estrutura da carroceria reforçada para melhor atender as normas de segurança. O Ford Ka, que também recebeu só uma estrela no teste feito em 2011, é um projeto de 1996 e deve sair de linha em dois anos. Já carros mais recentes da marca, como Novo Fiesta e EcoSport receberam quatro estrelas.

Para o professor da Escola Politécnica da USP, Marcílio Alves, especializado em estudos de impacto, além dos itens de segurança o automóvel precisa ter boa estrutura. "Mesmo que o carro se deforme numa colisão, o habitáculo precisa ficar intacto." Ele cita o exemplo do JAC J3, importado da China, que recebeu apenas uma estrela no teste, mesmo tendo airbag e ABS.

Segundo Alves, o Brasil não tem uma conformidade de produção. Os carros são homologados pelo Denatran e o Inmetro com base nas informações oferecidas pelas próprias montadoras e não há acompanhamento periódico para se verificar se as normas usadas nos modelos testados são mantidas ao longo da vida útil do carro.

O consultor de trânsito Flamínio Fichmann afirma que o Brasil "não tem carros maravilhosos, mas a maioria dos acidentes está vinculada ao consumo de álcool e velocidade excessiva". Ele cita ainda a grande frota de veículos irregulares que circula principalmente em São Paulo. "São veículos sem manutenção, que não passam por inspeções." Também ressalta a falta de fiscalização e o elevado número de acidentes envolvendo motocicletas.

Pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Segurança no Trânsito para avaliar motivos dos acidentes constatou que de 80% a 90% são de responsabilidade dos condutores. O secretário executivo do Ministério das Cidades, Alexandre Cordeiro, foi procurado várias vezes para comentar dados de acidentes no País, mas não deu retorno.





sábado, 8 de junho de 2013



O TREM MAIS VELOZ DO MUNDO
DÁ PRA ACREDITAR!!! 574,8 Km/h


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Entra em vigor resolução que obriga emplacamento de tratores



Entrou em vigor a resolução do Conselho Nacional de Transito (Contran) que obriga o registro de tratores destinados a puxar ou arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos agrícolas, de construção, de pavimentação ou guindastes no Sistema do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). O proprietário que não cumprir as determinações da resolução estará sujeito a multa gravíssima, cujo valor atual é de R$ 191,54, tem anotado sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a apreensão do veículo. Para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) da Câmara dos Deputados, a medida prejudica o setor rural do País. "Essa norma é absurda. Deve ter sido feita por um burocrata urbano, sem levar em conta a questão rural", criticou o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), vice-presidente da FPA e autor de um projeto de lei que pretende equiparar as máquinas agrícolas aos carros bélicos, que não precisam de registro. Alceu Moreira disse à Agência Brasil não acreditar que as autoridades de trânsito irão cobrar de imediato os registros dos tratores. Caso isso ocorra, alertou, haverá um grande impacto no setor produtivo. "Eles (os veículos agrícolas) terão que ter os mesmos registros dos veículos de passeio. Isso é um absurdo porque os tratores não precisam disso", acrescentou Moreira. De acordo com as resoluções 429 e 434 do Contran, os veículos agrícolas novos, fabricado a partir de janeiro deste ano, terão que passar por um pré-cadastro feito pelo fabricante, montadora ou importador. Antes da comercialização, o fabricante, montadora ou importador também terá que, previamente, informar ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) sobre as características dos veículos. Para os tratores já comercializados, não será necessário o cadastro prévio, mas caso haja a necessidade de transitar em vias públicas, eles terão que ser emplacados. O emplacamento não será obrigatório. A placa, contudo, será exigida dos tratores que circularem em vias públicas. Por conta disso, a resolução do Contran prevê que o Renavam deverá ser ajustado para não exigir o lançamento da placa no ato do registro. Caso seja emplacado, os proprietários dos veículos terão que arcar com o pagamento da taxa de licenciamento anual. Pela resolução, os tratores que precisarem de emplacamento terão que afixar a placa apenas na parte traseira.

Fonte: Agência Brasil

TESTE SEUS CONHECIMENTOS 


Clicando no link acima você poderá testar seus conhecimentos em relação ao trânsito. Faça o teste e confira se você é ou poderá ser um bom motorista - realizando os teste de alguns estados Brasileiros.
Simulado Detran/AC
.: 01 :. Créditos: Detran Acre - Iniciar
Simulado Detran/BA
.: 02 :. Créditos: Detran Bahia - Iniciar
Simulado do Detran/ES
.: 03 :. Créditos: Detran Espírito Santo - Iniciar
Simulado Detran Rio de Janeiro
.: 04 :. Créditos: Detran Rio de Janeiro - Iniciar
Simulado Detran/RS
.: 05 :. Créditos: Detran Rio Grande do Sul - Iniciar
Simulado Detran de Roraima
.: 06 :. Créditos: Detran Roraima - Iniciar
Simulado do Detran de Sergipe
.: 07 :. Créditos: Detran Sergipe - Iniciar
Simulado Detran de Pernambuco
.: 08 :. Créditos: Detran Pernambuco - Iniciar
Simulado Detran do Paraná
.: 09 :. Créditos: Detran Paraná - Iniciar
Simulado Detran do Mato Grosso do Sul
.: 10 :. Créditos: Detran Mato Grosso - Iniciar
Simulado Detran de São Paulo
.: 11 :. Créditos: Detran São Paulo - Iniciar

Vela com alta quilometragem aumenta consumo de combustível




Velas com alta quilometragem provocam falhas, sim. Isso é conhecido. O que poucos motoristas sabem é que elas podem estar com defeitos sem que seja notado no rendimento, mas o seu bolso certamente já acusou. Isso ocorre porque as panes no funcionamento das velas afetam diretamente o consumo de combustível.

Maior parte dos carros que circulam no Brasil possuem quatro velas, uma para cada pistão. A função delas é introduzir a energia de ignição na câmara de combustão e, através da faísca elétrica gerada entre os eletrodos, iniciar a queima da mistura ar/combustível. Se ela está em um estágio crítico, o motorista percebe falhas no funcionamento no motor, dificuldade para dar o arranque e, às vezes, excesso de fumaça pelo escapamento. Mas uma das velas pode estar com problema e o motor seguir com funcionamento aparente do mesmo jeito.

“O primeiro sintoma costuma ser o aumento do consumo de combustível. Muitas vezes o motor segue com mesmo funcionamento, mas o processo de combustão não é o mesmo. Somente depois, caso não seja feita a troca, aparecem as falhas”.

E basta uma das quatro velas estar defeituosa para aumentar os gastos na hora de abastecer. Por isso, não é preciso esperar falhas para trocar as velas. É preciso seguir a recomendação da montadora para a substituição das peças. A quilometragem de troca varia muito de carro para carro, de motor para motor. Pode variar de 15 mil até 100 mil quilômetros. “Se a montadora manda trocar com determinada quilometragem, é preciso trocar. Não se deve esperar algum problema”.

As velas podem também estragar antes do prazo de troca caso haja algum problema no sistema de ignição ou injeção do carro. Quando houver a necessidade, é fundamental substituir todo o conjunto.

Na hora de trocar as velas, porém, é recomendado olhar se os outros componentes do sistema de ignição estão em perfeitas condições, como a injeção eletrônica, por exemplo.


Hábitos ao volante podem reduzir a vida útil da junta homocinética




Excesso de torque, trancos nas arrancadas, excesso de carga e veículo desalinhado provocam desgaste prematuro da junta homocinética. Ruídos e estalos ao esterçar podem indicar problema do componente

Projetada com a função de transmitir de forma constante o torque do motor às rodas, quando estão em movimento, a junta homocinética, peça articulada que liga o semieixo à roda, é um importante componente no sistema de transmissão de força do veículo e requer alguns cuidados do motorista para que seja garantida a sua vida útil. “O excesso de torque e trancos na arrancada podem provocar maior desgaste na peça”, afirma Jair Silva, supervisor de serviços da Nakata. Segundo Silva, veículo com problema de alinhamento e que esterce acima do máximo recomendado pode até provocar a quebra da junta homocinética. Excesso de c arga e  trancos  também podem danificar a peça.

“É preciso ficar atento nas curvas. Ruídos e estalos ao esterçar o veículo podem ser sinais de que está na hora de fazer a manutenção na junta homocinética”, ressalta o supervisor de serviços, acrescentando que graxa no piso também pode indicar problemas na peça. Já se o barulho for originado ao acelerar o carro em linha reta pode ser defeito na junta deslizante do lado do câmbio.

A coifa, que é a manga de borracha que protege a junta homocinética da contaminação de resíduos como poeira, chuva e lama, também pode rasgar. “Uma vez cortada, há penetração de abrasivos para o interior da coifa e perda de graxa, o que ocasiona desgaste e marcas profundas que provocarão ruídos”, adverte. 

A recomendação é fazer uma avaliação entre 5 e 10 mil km da junta homocinética, especialmente, da coifa. A durabilidade da junta homocinética pode ser extensa dependendo das condições de uso do veículo. Em caso de quebra de qualquer uma das juntas, o veículo não traciona e para de funcionar. 

Silva lembra também que caso ocorra a troca da junta homocinética é necessário realizar o alinhamento do veiculo.

O motorista que assumir multa por outra pessoa é considerado crime



Assumir pontos de multa de trânsito na carteira de habilitação, livrando o verdadeiro infrator, é crime de falsidade ideológica previsto no artigo 299 do Código Penal. Mesmo com a possibilidade de reclusão de um a cinco anos, além de multa, muitos motoristas seguem incorrendo na irregularidade. “Em casos assim, a pessoa está alterando a verdade sobre os fatos juridicamente relevantes. É possível comprovar esta falsidade, mas cria-se um complicador. Se o órgão tirar a obliteração – efeito usado para ocultar o rosto do motorista – da foto e verificar que o condutor era uma mulher, por exemplo, mas na multa fora indicado um homem, ele pode alegar a falsidade”, explica Vanderlei Santos da Silva Jr., advogado, especialista em direito administrativo de trânsito e gerente comercial da Perkons. E acrescenta: “Para que sejam aplicadas as penalidades, é preciso saber se a pessoa agiu de má fé ou se não mediu as consequências de sua atitude. Uma coisa são pessoas que vendem e compram pontos, outra são pessoas que fazem, mas não medem consequências”.

A funcionária pública aposentada Maria (nome fictício), de 79 anos, recebeu a notificação de que sua carteira de habilitação estava suspensa por ter alcançado os 20 pontos, somados por infrações variadas. Mesmo nunca tendo cometido qualquer infração ao volante, frequentou as aulas do curso de reciclagem para motoristas infratores porque não apresentou, no prazo de 15 dias (conforme artigo 257 do Código de Trânsito Brasileiro, parágrafo 7), os infratores que conduziam veículos que estão em seu nome e que desrespeitaram a legislação de trânsito. Com isso, assumiu as multas do filho e do neto, atingindo a pontuação máxima.

“Infelizmente eles cometeram as infrações, eu não os apresentei como condutores no órgão de fiscalização e acabei tendo a minha carteira suspensa”, relata a aposentada. Casos como o de dona Maria são comuns nos cursos de reciclagem oferecidos por instituições credenciadas e também nos Detran para os motoristas que atingem os 20 pontos na somatória das infrações, como previsto no artigo 268 do CTB.


Fonte: Portal do Trânsito

O CONTRAN alerta para a gestão de trânsito os municípios e lança novas Resoluções




Novas resoluções editadas pelo Conselho Nacional de Transito (CONTRAN) trazem alertas a gestão de Trânsito das administrações municipais. As decisões tratam da fiscalização dos veículos que produzirem fumaça e gases acima dos níveis permitidos e do transporte de cargas de sólidos a granel nas vias abertas à circulação pública.

A Resolução 440/2013 prorrogou para 1.º de setembro o prazo de os Municípios iniciarem a autuação dos veículos que produzirem fumaça, gases ou partículas em níveis superiores aos permitidos. O texto editado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) expandiu vigência prevista na Resolução 427/2012, que estabeleceu condições para fiscalização pelas autoridades de trânsito, em vias públicas, das emissões de gases de escapamento de veículos.

Para comprovação de infração de trânsito por causa de elevado índice de poluição, os equipamentos utilizados para aferir os índices devem atender às especificações do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Os índices são estabelecidos pela Resolução 418/ 2009, do Conselho Nacional do Meio Ambiente.

Os autos de infração de trânsito só terão validade se neles forem registrados: os índices de emissão de gases poluentes no momento em que foi registrada a infração, os limites máximos toleráveis e a data da última verificação do equipamento utilizado na fiscalização.

Cargas a granel
Já, a Resolução 441/2013 estabeleceu as normas para o transporte de cargas de sólidos a granel nas vias abertas à circulação pública. De acordo com a deliberação, o transporte deste tipo de carga – por vias abertas à circulação pública – deve ser feito em veículos com carroçarias de guardas laterais fechadas ou dotadas de telas metálicas com malhas de dimensões tais que impeçam o derramamento de fragmentos do material transportado, quando devidamente coberto com lonas ou similar.

Estas cargas também deverão estar totalmente cobertas por lonas ou dispositivos similares, permitindo a possibilidade de acionamento manual, mecânico ou automático. E esta deve cobrir totalmente a carga transportada, de forma eficaz e segura.