domingo, 10 de fevereiro de 2013


Educação para o trânsito nas escolas ainda caminha a pé





A Semana Nacional do Trânsito deixou de ser o único motivo para o trabalho do assunto dentro das escolas. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) através das Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito- na Pré-escola e no Ensino Fundamental- pretende promover o ensino da matéria de forma concisa e periódica.

A partir dessas diretrizes os educadores terão a possibilidade de desenvolver atividades que proporcionem aos alunos uma reflexão sobre o tema, alertando para a importância de atitudes voltadas para o bem comum e a análise de comportamentos seguros no trânsito. Segundo a assessoria de imprensa do Denatran, a melhor forma de implantar o tema cotidiano das escolas é apoiar-se nas diretrizes, que foram encaminhadas para todas as escolas brasileiras, sendo ao total 1.874.060 exemplares distribuídos.

Além das Diretrizes, o Denatran também desenvolveu para o ensino fundamental, uma série com 12 filmes educativos, 3 livretos de histórias e 1 software educativo.

De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil é o quarto país onde mais acontecem acidentes de trânsito no mundo e desperdiça com isso aproximados 10 bilhões de reais por ano, valor que poderia ser revertido em verba, para projetos de prevenção dentro das instituições de ensino, já que, segundo o Ministério da Saúde a principal causa de morte de crianças e adolescentes de 1 a 14 anos relaciona-se a acidentes de trânsito.

E na prática?

O Código de Trânsito Brasileiro prevê no Art. 76 a prática da educação no trânsito no ensino infantil, fundamental, médio e superior, com a ajuda dos órgãos de trânsito municipais, estaduais e federal, que devem formar núcleos pedagógicos para incentivar projetos nas escolas, porém as Leis de Diretrizes e Bases (LDB) não inclui o estudo do trânsito em sua base nacional comum.

Mesmo com a determinação para que o Ministério da Educação adote o assunto no currículo interdisciplinar, na prática, não funciona. Algumas escolas de grande porte, como o Bom Jesus e Decisivo, em Curitiba, ainda não possuem um plano de ensino voltado a matéria.

A Escola Conêgo Camargo, também na capital do Paraná, mostrou o contrário. Implantado há mais de 7 anos na grade curricular, o projeto de educação para o trânsito teve efeito, segundo Edicléia Cruz da Silva, coordenadora educacional, pois os acidentes no entorno da escola diminuíram muito. “Os alunos ficam muito mais atentos ao que acontece no trânsito”, enfatiza a coordenadora.

Através de livros de apoio e muita pesquisa, os professores da escola aplicam a educação no trânsito durante um mês em conjunto com outros conteúdos propostos a ao final levam os alunos a aula prática na Escola de Trânsito do estado. Para Edicléia a maior dificuldade que as escolas encontram hoje para aproximar-se do tema é o tempo. “A correria do dia a dia afasta os professores desses assuntos”, conclui.

O Denatran alerta que tem produzido material abundante para sanar as dificuldades dos professores como os cadernos educativos, as série de programas televisivos Trânsito Consciente e a série de livros infantis Viva o Trânsito. Além disso, existem outros materiais disponíveis no mercado que facilitam a “vida” do professor.

Programas que deram certo

Fundado em julho de 1975, o Programa Prática Educativa de Trânsito, do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) , atende estudantes da 4ª série de escolas municipais, estaduais e particulares, com o intuito de educar para o trânsito através de vivencias do cotidiano. Além de Curitiba o projeto também está em cidades como Maringá, Londrina, Cascavel, Francisco Beltrão e Ponta Grossa.

Aulas teóricas e simulações de prática compoẽm o cronograma do curso, que após concluído gera diploma e carteira de pedestre para as crianças. Já participaram do curso mais de 1.500.000 alunos, que tem acesso ao projeto através de um cadastro efetuado pela escola no começo de cada não letivo.

Outro exemplo de sucesso no trabalho de educação para o trânsito é o da Concessionária Nascentes das Gerais, que através de um Plano de Gestão Social, promove campanhas de conscientização no trânsito e segurança na rodovia.






O projeto Educando para o Trânsito nas Escolas atinge alunos de 6 a 14 anos de escolas que ficam no entorno da rodovia concessionada em Minas Gerais e utiliza o Sistema Educando Crianças para o Trânsito, da Tecnodata Educacional. O trabalho inclui o fornecimento de material didático e cursos de capacitação aos professores. A previsão é que até junho deste ano, 230 escolas sejam atendidas e em torno de 800 professores capacitados.





Carnaval 2013 terá fiscalização rígida para cumprimento de Lei Seca






Com o intuito de prevenir acidentes e garantir a segurança dos foliões durante o Carnaval 2013 -Todos os ritmos um só alegria, a Secretaria Municipal de Segurança, Defesa Civil e Trânsito, realizará blitzs educativas e punitivas durante as festas carnavalescas, para cumprir com efetividade as novas regras da Lei Seca.

Se o etilômetro marcar entre 0,05 e 0,33 milímetros de álcool por litro de ar, a infração é considerada gravíssima, com multa de quase R$ 2 mil e suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), por um ano. A partir de 0,34 milímetros, é considerado crime de trânsito e o motorista pode ser preso em flagrante. Já com o exame de sangue, ele pode ser punido por qualquer quantidade de álcool










quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Falta de manutenção compromete a vida útil dos pneus




Os pneus são as únicas partes do carro que tem o contato direto com o solo, portanto afetam diretamente a estabilidade, o conforto, a frenagem e a segurança do seu veículo. Para um desempenho seguro, os pneus não devem apresentar nenhum tipo de anomalia, estar com a pressão indicada pelo fabricante, profundidade dos sulcos adequada (mínimo de 1,6 mm), alinhamento e balanceamento das rodas conforme padrão original de cada modelo específico. Mas nem todos os problemas verificados em um pneu são provenientes exclusivamente deste componente veicular.

A manutenção incorreta de outros componentes reflete diretamente no desgaste prematuro dos pneus, provocando a necessidade de troca. Deixar de fazer a verificação e troca de componentes relacionados aos sistemas de suspensão, freios e direção são as principais causas para o desgaste prematuro dos pneus.

É comum depararmos com o desgaste dos pneus, principalmente dianteiros, de forma irregular, ou seja, mais desgastados internamente ou externamente. Este tipo de desgaste está atrelado à geometria de direção dos veículos.

Diversas medidas tais como ângulos de caster, camber, inclinação do pino mestre, dentre outros, devem ser verificadas quando do alinhamento da direção.

Este serviço deve ser realizado pelo menos a cada 10.000 quilômetros ou sempre que houver grande choque em buracos ou desníveis. Convém salientar que este alinhamento deve ser realizado considerando também as rodas traseiras para perfeito alinhamento do veículo. O balanceamento das quatro rodas também é necessário e deve ser realizado em conjunto.

Sempre que fizer os serviços de alinhamento e balanceamento, opte por empresa tecnicamente competente para tal, pois hoje em dia é cada vez mais frequente depararmos com empresas do tipo “faz tudo” e que os resultados são péssimos.

Outro fator que interfere diretamente nos pneus é o estado da suspensão dos veículos. Deixar de substituir molas, amortecedores, bandejas e buchas da suspensão que se apresentem desgastados, acarreta a sobrecarga dos pneus, diminuindo sensivelmente sua vida útil. Para verificar o estado destes componentes, devemos submeter nosso veículo a testes mecanizados que demonstrarão a eficiência da suspensão e inspeção visual que observará o estado físico dos componentes.

O desgaste dos componentes do sistema de direção, tais como caixa de direção e terminais, também interfere diretamente no desgaste dos pneus, portanto, é importantíssimo que regularmente se inspecione os conjuntos.

Por último falaremos dos componentes do sistema de freios, que uma vez fora do padrão original, podem provocar o aquecimento anormal que será transmitido aos pneus deteriorando prematuramente a sua carcaça e diminuindo a vida útil do pneu. Os pontos aqui apresentados, embora muito importantes na utilização de um veículo, muitas vezes são relegados a um segundo plano e sequer são lembrados pelo proprietário do veículo que simplesmente verifica que os pneus estão desgastados, sem buscar a causa. Ocorrerá a troca e mais uma vez os pneus terão vida útil muito aquém da normal. Portanto, antes de efetuar a substituição, passe seu veículo por uma revisão geral dos sistemas de freios, suspensão e direção. Tenha certeza que além de contribuir para a sua segurança e dos demais, os pneus do seu veículo terão vida mais longa.

Além disso, opte por fazer a manutenção básica de verificação da calibragem dos pneus semanalmente, verificando, ainda a profundidade mínima da banda de rodagem (1,6 milímetros). Esqueça aquele produto que deixa os pneus brilhando, pois provocam a deterioração mais acelerada da carcaça devido à reação química com a borracha, lave-os apenas com água e detergente ou sabão neutro.

Lembre-se que o desgaste irregular dos pneus é apenas um sintoma de algo mais grave e que isso pode comprometer sua segurança e dos seus entes queridos.




Diesel ou gasolina: qual a melhor opção para o seu carro?




Melhor desempenho, mais autonomia especialmente na estrada e níveis elevados de rendimento. Quem escolhe um veículo movido a diesel percebe muito rapidamente as grandes vantagens que eles oferecem em relação às demais motorizações. O aumento da procura por estes modelos demonstra o reconhecimento cada vez maior destes benefícios no segmento de automóveis que reúnem potência, luxo e esportividade. Além da forte economia de combustível, a alta tecnologia aplicada no desenvolvimento de veículos modernos com motor a diesel permite ainda grandes inovações, como motores mais silenciosos.

De acordo com Ricardo Cunha Pereira, diretor do grupo UAB Motors, do qual fazem parte as concessionárias Euro Import Land Rover de Curitiba e Londrina, nos últimos anos os carros movidos a diesel vêm quebrando tabus e conquistando um público crescente e confiante no excelente custo-benefício deste tipo de combustível. “O rendimento que o veículo a diesel oferece é muito superior ao das alternativas, o que permite uma maior autonomia, que pode ser notada principalmente nas estradas, onde a distância percorrida pelo primeiro é muito maior do que a do segundo com a mesma quantidade de litros no tanque”, explica.

Além deste melhor custo-benefício, os gases emitidos pelos veículos a diesel são menos poluentes, pois possuem menor quantidade de monóxido de carbono do que os resultantes da combustão da gasolina. Segundo o diretor do grupo Euro Import, os veículos pela Land Rover, por exemplo, trazem inovações na tecnologia embarcada que se adéquam às normas brasileiras de emissão de poluentes.

Outra grande vantagem de carros como a Freelander 2, a Discovery 4, o Range Rover Sport e o Range Rover Vogue é a solução de um dos antigos obstáculos para o sucesso do veículo a diesel, o barulho do motor. “A tecnologia aplicada no desenvolvimento destes carros permite sistemas mais silenciosos. Em carros como a Discovery 4, por exemplo, a tampa do motor traz nervuras adicionais que reduzem os ruídos emitidos e uma camada emborrachada no topo e na base do motor absorve o ruído gerado pelo funcionamento dos injetores”, detalha o diretor, que acrescenta ainda o fato de que todas essas vantagens fazem com que o valor de revenda seja maior para os veículos a diesel. “Quando desejar trocar de carro, o proprietário contará também com uma valorização do preço de revenda de seu modelo”






quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Brasil volta a ocupar o quarto maior mercado de veículos do mundo



O Brasil volta a ocupar o quarto lugar entre os maiores mercados de veículos do mundo. Com a venda de 2,79 milhões de unidades no acumulado de janeiro a outubro, o mercado brasileiro apresentou um avanço de 7,3% na comparação com igual período do ano passado As informações são da Jato Dynamics do Brasil, consultoria especializada no mercado automotivo.

A China permaneceu na liderança, com 13 milhões de carros vendidos no acumulado de janeiro a outubro, 6,3% mais do que no mesmo período de 2011, seguida pelos EUA, com crescimento de 13,8% no total em dez meses. Resultado da comparação com um período em que foi afetado pelo tsunami, o Japão apresentou um dos maiores crescimentos, com 33,9%, e manteve-se no terceiro lugar.

Também a Alemanha alcançou crescimento significativo, de 23,9%, e ocupou a quinta posição, seguida por Índia e Rússia.

Os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves. Na disputa mundial entre marcas, a Volkswagen manteve-se na liderança em outubro. Com pequena diferença, a Toyota ficou em segundo lugar, seguida por Ford e Chevrolet.










SUS gasta 48% da verba de acidentes com motociclistas





Quase metade dos gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com vítimas de acidentes de trânsito no Brasil foi destinada ao atendimento de motociclistas em 2011. De acordo com levantamento do Ministério da Saúde, foram investidos 48,07% de aproximadamente R$ 200,3 milhões.

Um dos motivos é o aumento de 95,32% nas internações de motociclistas acidentados entre 2008 e 2011. No mesmo período, como já havia sido divulgado pela pasta, os gastos no atendimento a usuários de motocicletas cresceram 113% em todo o País. Acidentes com motociclistas: mais vítimas, mais gastos Segundo os dados do ministério, São Paulo tem o maior número de internações por ano.

Das 19.792 vítimas de acidente hospitalizadas em 2011, 48,1% eram usuários de motos. No ano passado, o Estado gastou com motocilistas 28% do total repassado pelo ministério para acidentes de trânsito, ou 26,9 milhões.

Fatores

O excesso de velocidade, o consumo de bebida alcoólica antes de dirigir e a imprudência são apontados pelo ministério como fatores que têm contribuído para o aumento de acidentes envolvendo motociclistas.

O incremento na frota de veículos também é responsável pelo crescimento das estatísticas nada animadoras. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), entre 2008 e 2010, o número de motocicletas foi ampliado em 27% - de 13.079.701 para 16.622.937. Consequentemente, houve elevação na proporção destas em relação ao total de veículos automotores no País de 24% para 25,5%.














quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


Quase mil motoristas são multados no Rio e em SP com nova Lei Seca







Quase mil motoristas foram multados nesses primeiros dias de Lei Seca mais rígida, só no Rio e em São Paulo. Mesmo sem soprar o bafômetro, tem gente sendo presa.

Antes, o motorista pagava a multa e se recusava a fazer o bafômetro, alegando que não ia produzir prova contra si mesmo. Agora é o contrário. Como o motorista pode ser autuado com base em várias provas - que incluem vídeos, fotos e testemunhos -, o bafômetro na verdade se torna mais uma defesa do motorista. É ele que vai provar que o motorista bebeu ou não e em que quantidade. 

Na noite desta terça-feira (25), duas pessoas foram presas em São Paulo. Uma engenheira química bateu o carro, brigou com policiais, não quis fazer o teste do bafômetro, mas não teve jeito. Tudo foi gravado pela câmera de um celular. 
Um exemplo da aplicação da Lei Seca mais rígida: Imagens feitas por celular levaram uma mulher à prisão. A batida foi forte e o poste do semáforo quase caiu. Dentro do carro havia latinhas de cerveja. A motorista se irritou com a filmagem e chegou a empurrar um policial. Ela se recusou a fazer o teste do bafômetro, mas acabou presa em flagrante por embriaguez com base nas gravações e nos relatos das testemunhas.

A nova Lei Seca deixou mais rigoroso o controle do consumo de álcool pelos motoristas. Em São Paulo, as fiscalizações da Polícia Militar atravessam a madrugada. E os policiais já estão orientados a agir de acordo com as mudanças na lei. Eles podem, inclusive, gravar vídeos, até com o próprio celular, dos motoristas que apresentarem sinais de embriaguez que se recusarem a fazer o teste do bafômetro.

“A polícia se sente mais fortalecida, mais amparada pela lei para poder fazer um trabalho legalista. Com certeza a gente consegue aumentar a segurança viária e com certeza a missão da polícia militar é sempre estar preservando vidas”, afirma o tenente da PM Bruno Scalco dos Santos

Um motorista foi parado porque tinha sinais de embriaguez, mas ele não se recusou a fazer o teste e admitiu que tinha mesmo bebido. O resultado do bafômetro comprovou que ele tinha bebido muito além do limite da lei: 1,26 miligramas. Até 0,33 miligramas o motorista é multado e liberado. Acima disso, é detido.

Com medo de parar na delegacia ou pagar multa de quase R$ 2 mil, muitos motoristas mudaram de atitude. Em um dia em que o calor em São Paulo passou dos 30°, nem todo mundo fez questão do chopp.
“Acho que a única maneira de mudar mesmo é a lei ser um pouquinho mais dura. É você ter consequências mais duras”, diz o produtor musical Paulo Zaidan.






Número de motoristas presos por embriaguez cresce 328%





Com reforço de 20% no efetivo e três mil bafômetros para a fiscalização neste fim de ano, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou aumento de 328,5% no número de prisões por embriaguez ao volante em 2012 em relação ao ano passado nas estradas federais de Mato Grosso do Sul. Segundo os dados, o número saltou de 7 em 2011 para 30 neste ano. Durante os cinco dias de operação, foram realizados 784 testes de alcoolemia e 41 autuações em 2012, contra 453 testes e 9 autuações no mesmo período do ano anterior.

O balanço indica ainda que houve redução de 63,6% no número de mortes em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto que em 2011 foram registradas 11 mortes, este ano o balanço apontou quatro vítimas entre os dias 21 e 27 de dezembro.

Entre os acidentes mais graves a PRF destaca quatro ocorrências. O primeiro aconteceu no dia 21, na BR-158, em Três Lagoas, onde uma mulher que conduzia uma motocicleta YBR morreu depois de colidir em um caminhão por não respeitar a preferencial.

Outros dois acidentes com morte foram registrados no dia 23 nos municípios de Eldorado (BR-163) e Bataguassu (BR-267). No primeiro caso, o condutor de um veículo Saveiro saiu da pista e capotou depois de colidir em uma árvore. Já na BR-267, um homem de 37 anos pilotava uma motocicleta e invadiu a pista contrária, colidindo em dois veículos. Ele morreu na hora.

Ontem pela manhã, foi registrado outro acidente com morte. Desta vez foi na BR-463, em Ponta Porã (MS). Segundo a PRF, um homem de 62 anos morreu depois que o veículo que ele conduzia foi atingido por outro carro. Ele foi arremessado para fora da pista.

sábado, 22 de dezembro de 2012


Blitz da PM aplica primeira multa da nova lei seca em São Paulo

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/12/22/blitz-da-pm-aplica-primeira-multa-da-nova-lei-seca-em-sao-paulo.jhtm

Blitz da PM aplica primeira multa da nova lei seca em São Paulo

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Blitz da PM aplica primeira multa da nova lei seca em São Paulo

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Blitz da PM aplica primeira multa da nova lei seca em São Paulo


Empresário Onivaldo Ramos, 47, foi o 1º a levar multa de R$ 1.915,40 da nova lei seca em São Paulo


O empresário Onivaldo Ramos, 47, foi o primeiro motorista a levar a multa de R$ 1.915,40 da nova lei seca em São Paulo. A autuação ocorreu às 22h45 desta sexta-feira em uma blitz feita pela PM na av. Guarapiranga, na Capela do Socorro (zona sul). Segundo a PM, o bafômetro apontou a concentração 0,30 miligrama de álcool por litro de ar expelido pelo empresário. Ele foi o terceiro motorista a ser parado no bloqueio da zona sul. O empresário disse que sabia da sanção da nova lei seca e que "tomou três ou quatro latinhas" na festa de confraternização de sua empresa, em um restaurante no Itaim Bibi (zona oeste). O empresário afirmou, também, que só dirigiu porque dava carona para três colegas da empresa, e que nenhuma delas sabia dirigir.




sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


CCJ endurece punição para


 motorista alcoolizado







Em vez de tolerância zero para associação entre álcool e direção, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (12), uma punição mais branda para o motorista que dirigir embriagado. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) deverá ser alterado para aumentar a multa pela infração administrativa de dirigir sob efeito de bebida alcoólica, com apreensão da carteira de habilitação. A multa será aplicada em dobro em caso de reincidência. A matéria segue para o Plenário do Senado para votação em regime de urgência.


As duas medidas constam de projeto de lei da Câmara (PLC 27/2012) aprovado sem mudanças pela CCJ. A comissão seguiu o voto do relator ad hoc da proposta, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), que considerou a solução encontrada para desestimular o uso de álcool ao volante "a possível neste momento".

- Não podemos desprezar os meses que estão por vir. Como é largamente sabido, o número de acidentes de trânsito devido ao consumo abusivo de álcool aumenta significativamente no final do ano. Estamos diante de uma oportunidade de darmos um tratamento mais efetivo à questão e temos de aproveitá-la - argumentou Braga ao defender o parecer.



Substitutivo


De acordo com o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), entendimento prévio com o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) - relator original do PLC 27/2012 - permitiu que ele abrisse mão do substitutivo que previa tolerância zero para a condução de veículo sob qualquer concentração alcoólica.

Sobre essa questão, Eduardo Braga lembrou que a adoção de maior rigor na punição de motoristas alcoolizados já constava do PLS 48/2011, apresentado por Ferraço e que acabou sendo rejeitado e arquivado pela Câmara dos Deputados.

- O que faremos diante desse impasse? Insistiremos numa posição polêmica, não consensual? Ou transformaremos logo em lei uma medida razoável, efetivando desde já mecanismos concretos para o combate aos acidentes de trânsito? - indagou Eduardo Braga, conquistando o apoio da Comissão de Justiça à manutenção do texto do PLC 27/2012.

Outras mudanças

A proposta da Câmara avança ainda, segundo destacou o relator ad hoc, ao admitir outros meios de prova além do bafômetro, como foto e vídeo, para comprovar o uso de álcool pelo motorista. Esses recursos deverão ser utilizados para caracterizar o crime de direção do veículo por condutor embriagado.

Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) revelam o registro de 192.188 acidentes, com 8.661 mortes, em 2011. Desse total, 7.551 (3,93%) acidentes e 345 (2,98%) mortes estavam associados à ingestão de álcool.

A expectativa é de que a presidente Dilma Rousseff sancione a proposta ainda este ano, conforme adiantaram Eunício e Braga

sábado, 8 de dezembro de 2012


Carros monolugares podem ser alternativa para o trânsito



Enquanto muitos defendem a carona como meio de amenizar o trânsito e a poluição nas grandes cidades, a Toyota investe na contra-mão disso revela ao mercado uma linha de carros elétricos com lugar somente para o motorista.

De acordo com um artigo publicado pela Forbes, os veículos possuem espaço interno restrito, podendo carregar dentro do pequeno veículo apenas duas sacolas de supermercado. Segundo Michael Kanellos, autor do artigo, o caso da Toyota é comum no Japão. De acordo com ele, o país tem um mercado muito forte na área de tecnologia e com empresas espremidas em meio a tanta concorrência.

Para Kanellos, a Toyota e outras empresas japonesas estão focando seus conhecimentos em novos nichos, usando a engenharia de precisão e design industrial em objetos do cotidiano. Por isso, a criação dos Smart Cars, como o Coms (foto).

Mudança de pensamento

  De acordo com o artigo, além de serem mais leves e mais baratos, os veículos monolugares podem deixar de serem estranhos para os consumidores e se tornarem símbolo de transporte sustentável. Para o autor, os carros monolugares podem ser a saída para as grandes cidades que sofrem com o trânsito, poluição e falta de vagas para estacionamento.

Segundo ele, executivos do mercado automotivo dizem que principalmente os jovens podem aderir a essa tendência com facilidade. O autor diz que tais executivos afirmam que os jovens não possuem tanto interesse em carros como eles têm em smartphones.

Análise

Na opinião do colunista, os carros monolugares não devem ser vendidos em grandes volumes, mas são um conceito intrigante o suficiente para a Toyota continuar desenvolvendo esses veículos. Para Kanellos, esses carros são por dentro um festival de plástico preto moldado. Já no desempenho, conseguem ser mais rápidos que os carrinhos de golfe, mas muito mais lentos que um veículo convencional.





















Com o combustível em alta, melhore o rendimento do seu veículo


Muitos carros, trânsito cada vez mais complicado, alta no combustível. Esse tem sido o cenário dos últimos anos e das últimas semanas.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o Brasil terminou o ano de 2010 com mais de 64 milhões de veículos. Desde 1990, isso representa um aumento de 119%, ou seja, mais de 35 milhões de veículos registrados chegaram às ruas no período de 20 anos.

Com tantos veículos automotores circulando e considerando a oscilação do preço do combustível no mercado, o aumento do preço seja do etanol ou da gasolina, afeta diretamente o bolso dos motoristas.

Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no mês passado, o aumento no preço dos combustíveis foi responsável pelo crescimento de 1,04% da inflação em fevereiro e 1,11% em março. O preço do álcool é o maior desde que este começou a ser utilizado pelos brasileiros.

Com os preços lá em cima, como melhorar o rendimento do veículo e economizar combustível?

Marcos Carvalheira, instrutor de direção segura e econômica da DTMS Tecnologia pontua duas categorias em que a economia de combustível pode ser gerada: previsão e manutenção.
Segundo ele o principal fator para economizar combustível é aproveitar a inércia do veículo, ou seja, não utilizar acelerador e freio de maneira exagerada ou sem necessidade. Em casos de descida, por exemplo, utilizar a própria aceleração produzida para fazer o veículo andar.

Além destes fatores, a utilização da marcha correta, pneu devidamente calibrado e manutenção preventiva são fatores indispensáveis para o bom funcionamento dos automotores.
Na dúvida entre gasolina e álcool, o instrutor aponta que, no momento, a gasolina é maisvantajosa. Por ser considerado um derivado orgânico, o álcool tem a capacidade de perder líquido mais rapidamente, o que faz com que seu rendimento seja inferior. Carvalheira ainda acrescenta que, respeitar o limite do tanque é essencial para não interferir no sistema de respiro, ou seja, quando abastecer o veículo e a bomba desarmar, já é o suficiente. Querer aproveitar o preço e ultrapassar esse limite pode comprometer outras funções do automotor, como por exemplo, o filtro canister evaporador de combustível.

Apesar da dependência dos meios de transporte e da difícil tarefa de ter que gerenciar o orçamento com as altas e baixas, sempre há uma maneira de economizar.
























quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


Saiba em que caso é possível acionar o Seguro DPVAT



O seguro é obrigatório para todos os proprietários de veículos automotores de via terrestre, porém garante benefícios a todas as vítimas de acidentes no trânsito em todo o território nacional, desde pedestres até motoristas, independendo de quem seja a culpa do sinistro. Entretanto, um detalhe importante que causa muitas dúvidas aos cidadãos é a cobertura do seguro.

Como explica o nome, o seguro cobre Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, ou seja, cobre apenas danos causados às pessoas envolvidas nos acidentes e não ao veículo. Este tipo de dano deve ser coberto pelo seguro contratado particularmente pelo dono do automóvel.

Desta maneira, em caso de o acidentado precisar de atendimento médico, o Seguro Obrigatório DPVAT garante o reembolso de despesas médicas e hospitalares em até R$ 2.700,00. Em casos de invalidez permanente causada pelo acidente, a vítima pode receber uma indenização de até R$ 13.500,00. Já no caso de morte, a família do acidentado também tem direito a uma indenização, esta no valor de R$ 13.500,00.

Contudo, se o motorista não estiver em dia com o pagamento do DPVAT e sofrer um acidente, o seguro não cobrirá seus danos pessoais, apenas das outras vítimas, sejam elas pedestres ou até mesmo os passageiros do carro.

As indenizações são pagas individualmente, sem depender do número de vítimas. A solicitação dos benefícios pode ser feita dentro de um período de três anos, tendo como partida a data do acidente. Depois de encaminhado, o pedido demora até 30 dias para ser resolvido.


66% das vítimas de acidentes ficam inválidas




Mato Grosso possui uma frota de 466 mil motocicletas, o que coloca este tipo de veículo como o recordista em acidentes de trânsito e de vítimas fatais. Em 2012 já deram entrada no Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá 3.817 vítimas de acidentes com motos, das quais 1,65% morreram.
Segundo dados do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Dpvat), 66% das pessoas que se acidentam ficam inválidas para sempre. Muitas têm membros amputados.

Este índice se reflete diretamente nos atendimentos realizados pelo Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, que recebe, por dia, entre sete e nove pacientes com fraturas ocasionadas por acidentes de moto, muitos dos quais em estado gravíssimo. Estes tipos de pacientes sobrecarregam o PSM gerando gastos elevados. Segundo o diretor geral do PSM, Antônio Ignácio, esse volume de acidentes com motos gera uma despesa de mais de R$1 milhão por mês em cirurgias ortopédicas, principalmente as de politraumatismo (mais de uma fratura), que são consideradas de alta complexidade.

“As pessoas falam da fila para as cirurgias em Cuiabá, eu entendo, mas é complicado lidar com uma demanda tão grandiosa na instituição. Nós atendemos todo o estado, inclusive pacientes interestaduais e até internacionais, principalmente vindos da Bolívia. Se nós recebemos todas as pessoas que nos procuram, os corredores ficam cheios, se não recebemos, é omissão de socorro”, declarou.

Além dos pacientes que permanecem internados, casos considerados de menor complexidade que aguardam cirurgia em casa, através de vagas pela Central de Regulação Municipal, chegam a ficar mais de um ano à espera do procedimento. Esta espera gera consequências trágicas a pacientes que muitas vezes não conseguem recuperar seu poder laboral por conta das sequelas adquiridas com o acidente, que ficam sem o tratamento adequado.

Segundo a assessora jurídica da central, Miriam Guimarães, as vagas para os procedimentos são divididas em três classificações, sendo elas: eletiva 1, na qual o paciente fica em um mês na fila para a liberação do procedimento médico; eletiva 2, na qual o paciente espera em média quatro meses e eletiva 3, na qual a espera é de cerca de nove meses ou mais.

“Esta classificação é realizada pelo médico da central e encaminhada para as vagas nos hospitais. O que muitas vezes acontece é que nós realizamos a liberação, mas os hospitais não têm vagas para fazer os procedimentos”, informou.

Imprudência - Para o presidente do Comitê Municipal de Mobilização pela Saúde e Segurança no Trânsito, Fabio Liberali Weissheimer, cerca de 90% dos acidentes com moto poderiam ser evitados apenas com ações de prevenção e repressão à imprudência.

“A repressão aos crimes e à imprudência no trânsito funciona muito bem, nós tivemos a prova disto com a implantação da Lei Seca. Nesta implantação da lei eu era médico do Samu (Serviço Móvel de Urgência); na época eu fiz um estudo sobre a aplicação que constatou que a Lei Seca impactou em 60% na diminuição dos acidentes no mês da fiscalização ostensiva”, declarou o médico que ainda complementou que a falta de fiscalização gera o não funcionamento da lei.

“É preciso que todos tomemos consciência de que se houvesse mais cautela no trânsito, os recursos poderiam ser investidos em outras áreas de atendimento que ainda se encontram muito deficientes”.







sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Até 2017, carros terão de consumir 13,6% menos combustível



Em menos de dez anos, a frota circulante do Brasil cresceu 60% e hoje está próxima de 35 milhões de veículos. Embora boa parte seja movida a etanol, combustível menos agressivo ao meio ambiente, ainda é muito poluente em relação aos padrões de países desenvolvidos. Reduzir essa diferença, tornando os carros brasileiros mais econômicos e mais limpos é uma das metas do novo regime automotivo, chamado de Inovar-Auto.

Lançado pelo governo brasileiro em outubro, após mais de um ano de negociações, o Inovar-Auto estabelece que até 2017 os carros novos terão de consumir 13,6% menos combustível em relação ao índice atual. Significa que terão de percorrer, em média, 15,9 km por litro de gasolina e 11 km por litro de álcool.

Empresas que conseguirem desenvolver produtos ainda mais econômicos, com capacidade de rodar 17,2 km/l com gasolina e 11,9 km/l com álcool terão benefício extra de redução de 2 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Se investir em novas tecnologias, por exemplo na área de segurança, terá direito a mais 2 pontos de corte.


Um carro popular nacional (com motor 1.0) de uma fabricante habilitada pelo regime automotivo recolherá 7% de IPI a partir de janeiro, mas essa alíquota poderá cair a 3% se todas as etapas do programa forem cumpridas. Essa redução resultará em importante fator de competitividade do produto.

Em paralelo à redução de consumo, os carros terão de diminuir as emissões de poluentes em igual proporção. A exigência do regime é que, até 2017, cada automóvel emita, em média, 135 gramas de CO² por km rodado, meta que aproxima os veículos brasileiros aos de países desenvolvidos. A Europa estabelece 130 gramas de CO² por km rodado até 2015 e 95 gramas até 2020. Já os EUA, onde veículos de grande porte como picapes e utilitários esportivos são maioria na frota, pretendem chegar a 154 gramas em 2016.

"Nosso objetivo é garantir carros equiparáveis aos lá de fora e também exportáveis", diz Bruno Jorge Soares, especialista da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Ele lembra que, por ter grande participação de veículos compactos e movidos a etanol, a frota brasileira já tem bons níveis de eficiência, "mas só isso não é suficiente para competir no mundo".

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Antonio Megale, é preciso levar em conta que a Europa tem mix maior de carros a diesel, a eletricidade e híbridos. Além disso, a gasolina local, assim como a usada nos EUA, é pura, sem a mistura de etanol, o que muda a forma de medir consumo e emissões.

Megale vê o novo regime como "ambicioso" e ressalta que "todas as montadoras terão de aprimorar seus motores com novas tecnologias como injeção direta de combustível e sistema de queima mais eficiente". Os carros terão de ser mais leves, com melhor aerodinâmica, usar pneus de baixo atrito e sistemas como o Start/Stop, que desliga o motor quando o condutor está parado no trânsito.

Carros mais eficientes são uma demanda cada vez mais urgente no Brasil. As montadoras calculam que, até 2020, os brasileiros deverão consumir entre 5 milhões e 6 milhões de veículos anualmente. Neste ano as vendas já devem atingir volume recorde de 3,8 milhões de unidades, 5% maior que o de 2011.

Com o rejuvenescimento da frota nos últimos anos, o veículos também são menos agressivos ao meio ambiente por incorporarem novas tecnologias.


Evolução. Apesar do atraso em relação aos padrões mundiais, os automóveis brasileiros já evoluíram muito nos últimos anos. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), seriam necessários 28 veículos atuais para gerar o mesmo nível de emissões de um veículo produzido em meados dos anos 80.

Com tecnologia desenvolvida no Brasil, os carros flex deram importante contribuição a esse processo. Lançado em 2003, o sistema que permite ao consumidor abastecer o tanque com etanol ou gasolina equipa mais de 80% dos veículos vendidos no País. Antes disso, em meados dos anos 70, o País também foi pioneiro na produção de veículos com motor 100% álcool.

O fato de o Brasil ter adotado a política do carro flex, porém, acaba sendo um complicador para atingir metas globais de consumo, pois são necessárias mudanças na calibração do motor, por exemplo. "Só por ser flex, nosso carro já tem consumo maior em relação ao europeu", exemplifica Alessandro Rubio, do Centro de Experimentação e Segurança Viária.

Outro combustível alternativo que reforça a matriz energética veicular brasileira é o biodiesel. Desde 2010, o diesel distribuído nos postos de todo o território tem 5% de biodiesel, obtido de óleos vegetais extraídos da soja, algodão, girassol e canola, entre outros. Assim como o etanol da cana-de-açúcar, é um produto renovável.

A indústria automobilística brasileira projeta investimentos de quase R$ 14 bilhões só para desenvolver tecnologias para atender às novas normas do regime automotivo. Com isso, o programa total de aportes previsto pelo setor para o período 2011 a 2015, que inclui novas fábricas, pode chegar a R$ 60 bilhões.

Reinaldo Muratori, da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE), admite que, mesmo atendendo aos novos requisitos, o carro brasileiro continuará atrasado em relação aos europeus, mas ressalta que "se o País continuar nessa toada, vamos estar com eles em alguns anos".