sábado, 13 de outubro de 2012



Dafra tem nova opção para o motofrete





Riva 150 Cargo tem preço sugerido de R$ 5.490 e já traz itens exigidos pelo Contran

A Dafra já vende em sua rede a versão Cargo da Riva 150. A moto tem preço sugerido de R$ 5.490 e oferece de fábrica protetor de pernas, suporte para baú e antena corta-linha, exigidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para o exercício do motofrete. A Cargo preserva itens de série da Riva convencional, como freio dianteiro a disco, rodas de liga leve, partida elétrica, conta-giros, indicador de marchas e marcador de gasolina, por exemplo.

A Riva 150 é nacionalizada em Manaus. Seu projeto é da Haojue, uma gigante chinesa que também fornece componentes para o scooter Dafra Smart 125. Seu motor com cilindrada de 150 cc é alimentado por carburador e produz 12,1 cv. O tanque comporta 13,3 litros. O suporte para baú foi desenvolvido para 20 quilos de carga. A Riva Cargo deve substituir dentro da linha Dafra a Speed 150 Cargo, que não teve nenhuma unidade montada este ano.

A moto mais vendida nesse nicho de mercado é a Honda CG 125 Cargo, que teve 8,4 mil unidades produzidas até setembro. A Suzuki também participa com o modelo Intruder 125 Cargo, com 1.073 unidades produzidas no acumulado do ano.







Há 71% mais motos do que habilitados







Apenas 53 municípios do Interior têm fiscalização no trânsito, o que é uma das causas do problema

Cícero Marcelo dos Santos, 30 anos, condutor de uma motocicleta, morreu em uma colisão com um caminhão no Km 153 da CE-292, na Chapada do Araripe, a 596 Km de Fortaleza. A vítima não era habilitada e estava sem capacete. Já no município de Ipu, distante 257 Km da Capital, o motociclista Antônio Araújo, 25, faleceu ao chocar-se contra um poste. A vítima, que morreu no local, estava sem capacete e sem carteira. Os dois acidentes, que aconteceram no último dia 25 de setembro, são apenas alguns resultados da falta de municipalização do trânsito, que gera um grande número de motociclistas circulando sem habilitação no Interior do Ceará.

O número de motos cadastradas no Departamento Estadual de Trânsito (Detran/CE) ultrapassa 71% a quantidade de motoristas capacitados a conduzi-las. Segundo o órgão, são 408.050 condutores habilitados para 701.337 veículos de duas rodas, somente no Interior. Uma situação, que segundo o comandante da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), coronel Túlio Studart, é mantida e tende a piorar devido à ausência da municipalização do trânsito em algumas cidades do Interior. Conforme ele, dos 184 municípios no Estado, apenas 53 são municipalizados.

De acordo com Túlio Studart, apesar de ser lei, muitos gestores alegam que o município não possui recurso para investir na capacitação e na implantação de um órgão fiscalizador do trânsito. "Dos 53 municípios, apenas dez, de fato, fiscalizam o trânsito ao pé da letra. Porém, oficialmente, temos 131 municípios que não têm nenhum tipo de fiscalização. O descumprimento da lei provoca a perda de muitas vidas", analisa. Para o comandante da PRE, este déficit resulta no aumento do número de acidentes, de vidas perdidas e gastos na saúde, que envolvem não só recursos municipais, mas estaduais e federais. "Para o poder público, um acidente tem vários gastos, como por exemplo, deslocamento de viaturas, perícia, ambulância e o deslocamento dos feridos para hospitais na Capital.

Tudo isso é gasto do poder público e está prejudicando a gestão como um todo", lamenta. Segundo Túlio Studart, mesmo sendo a realidade da Capital bem diferente do Interior do Estado, pois Fortaleza possui mais condutores capacitados do que motocicletas, ainda há flagrantes diários destes veículos circulando sem habilitação. Ele explica que a PRE, em parceria com o Detran, realiza dez blitze diárias nas periferias, que resultam, em média, na apreensão de 70 motocicletas, a maioria devido à ausência da carteira.

Infração

De acordo com Lorena Moreira, diretora de planejamento do Detran, conduzir veículo sem habilitação é a terceira maior infração registrada no Ceará. Em 2011, foram flagrados 10.394 motoristas circulando sem habilitação no Estado. Neste ano, até setembro, já foram 8.155. Contudo, Lorena afirma que a situação poderia ser bem pior se não fosse a Carteira Nacional de Habilitação Popular, projeto lançado pelo Detran, em 2009. Ela explica que o objetivo inicial do órgão era oferecer, gratuitamente, a CNH para motociclistas residentes no Interior que não tinham condições financeiras para adquirir o documento.

Diante disso, desde de 2009, 100 mil pessoas já foram selecionadas para o programa e 50 mil já estão com as CNHs gratuitas em mãos. De acordo com Lorena, para conseguir se cadastrar, é necessário fazer parte de um programa do governo, ser estudante de escola pública, egresso do sistema penitenciário ou ser deficiente. "Em 2012, estamos contemplando os fortalezenses com CNH Popular. Cerca de três mil foram selecionadas e 1.500 estão em processo de regularizar o exame", diz.

Apesar dessa iniciativa, Lorena Moreira acredita ser importante que os municípios apresentem a contrapartida em relação à municipalização. "Nos municípios onde não tem municipalização, a fiscalização só ocorre quando o Detran vai até lá. Na cidade que tem municipalização, a fiscalização é habitual e, consequentemente, apresenta um trânsito mais seguro", ressalta.

Solução

Para o promotor Gilvan Melo, coordenador do Núcleo de Atuação Especial e Controle, Fiscalização e Acompanhamento de Políticas de Trânsito (Naetran) do Ministério Público Estadual, a solução para o problema seria uma integração entre municípios, Estado e governo federal, já que a maioria das cidades não possui recursos próprios para investir em estrutura e capacitação de fiscais. "Para implantar a municipalização, é preciso ter recurso e estrutura", destaca.





Dicas para economizar combustível






Cada vez mais as montadoras investem em novas tecnologias para a produção de veículos mais econômicos e menos poluentes. Mas,

- Calibrar os pneus com a pressão recomendada pelo fabricante contribui para uma melhor rolagem dos pneus no solo e evita o desperdício de combustível. Faça a calibragem a cada 15 dias e sempre com os pneus frios.

- Retire o chamado “peso-morto” do veículo – objetos desnecessários no interior e porta-malas. Quanto mais leve o veículo, melhor sua autonomia.

- Faça a troca de marchas nas rotações adequadas e evitando o alto giro do motor. Na dúvida, consulte o manual, lá você encontrará a marcha mais recomendada para cada velocidade.

- Nunca use a famosa “banguela” - ponto morto com o veículo em movimento. Isso fará com que o “freio motor” não seja utilizado e o que o consumo de combustível seja maior.

- Verifique o alinhamento da suspensão para evitar o desgaste dos pneus e consequente perda da autonomia.

- O catalisador e o escapamento devem estar em boas condições. A obstrução da saída dos gases de escape podem aumentar a temperatura do motor e aumentar o consumo.

- Velas e cabos de ignição também devem ser verificados, pois garantem a devida queima do combustível.

- A chamada “válvula termostática” pode apresentar problemas e permitir a total passagem do fluído de arrefecimento para o radiador, fazendo o motor trabalhar em temperaturas muito baixas. Nestas condições, o sistema de injeção do veículo pode interpretar que o motor está frio e enviar mais combustível sem necessidade.

- Combustíveis de má qualidade comprometem o funcionamento do motor e alteram o consumo.

- Evite acelerar bruscamente o veículo, o que consome uma quantidade de combustível maior.



Acidentes vitimam crianças e preocupam especialistas de trânsito




Nos últimos quatro anos mais de onze mil crianças de até 10 anos receberam indenização por morte ou invalidez decorrente de acidente de trânsito no Brasil

A lei é clara. Pelo Código Brasileiro de Trânsito, menores de sete anos não podem ser transportados em motos, menores de 18 anos não podem dirigir veículos e crianças de até dez anos só podem ser transportadas no banco traseiro, e com dispositivo de segurança. Mas a falta de atenção a essas normas pode ser uma das principais causas do grande número de acidentes envolvendo crianças no Brasil, afirmam especialistas de trânsito.

A estatística sobre o assunto é alarmante. Só nos últimos quatro anos, de setembro de 2008 a agosto de 2012, 11.358 crianças faleceram ou ficaram inválidas permanentemente devido a acidentes de trânsito. É o que aponta levantamento do Seguro DPVAT, que indeniza vítimas de acidentes de trânsito no Brasil. Os dados apontam ainda que os automóveis são os principais responsáveis pelas ocorrências, representando 54% dos casos, seguidos pelas motocicletas, veículo que esteve envolvido em 33% dos registros.

Analisando regionalmente, o Sudeste tem o maior incidência de ocorrências (28%), seguida pela Região Sul (27%) e pela Região Nordeste (25%). "Se fizermos um paralelo com as frotas destas regiões, verificamos que a Região Nordeste representa apenas 11% da frota de automóveis do Brasil, enquanto as Regiões Sul e Sudeste possuem 21% e 56%, respectivamente. Por isso, proporcionalmente, podemos perceber que o Nordeste tem um peso grande nessa estatística", aponta Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT no Brasil.

De acordo com Fernando Moreira, pediatra e especialista em medicina do tráfego, o envolvimento de crianças em acidentes de trânsito é cada vez mais recorrente. "Prevejo que em pouco tempo teremos um colapso de atendimento na saúde, pois a cada dia vejo chegar mais e mais pacientes crianças devido a acidentes de trânsito, principalmente de moto. Muitas vezes já presenciei crianças de 10 e 11 anos que chegam acidentadas e estavam dirigindo o veículo", afirma o médico.

Outros especialistas apontam ainda que o desrespeito às leis de trânsito, não só diretamente relacionadas às crianças, é a principal causa de acidentes com vítimas. "Esse desrespeito não só ao Código Brasileiro de Trânsito como a todas as resoluções do país proporcionam cada vez mais acidentes, que inclusive crescem em época de feriado prolongado. Evitar o excesso de velocidade, álcool, drogas e a introdução de tecnologia dentro do veículo são alertas que são dados a todo o momento, mas as pessoas não se conscientizam disso", aponta Dirceu Rodrigues, Diretor do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego).

Pelo levantamento realizado, 4.056 crianças com idades de 0 a 10 anos perderam a vida em decorrência de acidentes de trânsito no período analisado e outras 7.302 sofreram algum grau de lesão proporcionando invalidez permanente. Os números englobam tanto as crianças que estavam sendo transportadas como aquelas que eram pedestres. Os acidentes envolvendo ônibus e caminhão registraram, juntos, 993 óbitos e 516 casos de invalidez permanente. A pesquisa considera as indenizações solicitadas de acordo com a data de ocorrência do acidente. As estatísticas ainda podem evoluir, visto que as vítimas têm até três anos para dar entrada no pedido do Seguro DPVAT.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012


Cidade chinesa suspende tarifas de ônibus para reduzir trânsito




A cidade de Chengdu, capital da Província de Sichuan, sudoeste da China, lançou nesta quarta-feira (10) uma campanha com passagens gratuitas e desconto no preço da passagem de metrô da cidade, com o objetivo de encorajar as pessoas a escolher transporte público em vez de carros privados.

Um porta-voz da companhia de transporte municipal público de Chengdu disse que a política de passagem de ônibus gratuita permanecerá em vigor até 30 de junho do próximo ano. Na quarta-feira, 33 linhas de ônibus se tornaram gratuitas, e o número aumentará para 44 até o final do mês.

A mega cidade introduziu na segunda-feira o rodízio de veículos, um sistema adotado também em Pequim e algumas outras cidades chinesas para reduzir os congestionamentos. Porém, a restrição sobre os veículos e a política de suspensão da cobrança de taxas de ônibus troxeram novos problemas esta manhã, gerando grandes multidões nas estações de ônibus e metrô.

Muitos usuários da Sina Weibo, popular serviço de microblog do país, reclamaram que não conseguiram pegar um ônibus de manhã. "Hoje fiquei perdido no caótico sistema de transporte público de Chengu", disse o internauta "Hejin vagalume".

O porta-voz da companhia de transporte público disse que a companhia continuará melhorando os seus serviços através do aumento do número de veículos e de mais linhas de ônibus, além de outras medidas, para atender à crescente demanda por transporte público.

A despeito das reclamações, os internautas de outras cidades chinesas como Nanquim, Ningbo e Shenzhen, pediram que outras cidades introduzam esse tipo de incentivo. Assim como outras cidades grandes chinesas, Chengdu enfrenta problemas sérios de engarrafamentos, especialmente durante os horários de maior movimento nos dias de semana, com motoristas reclamando que os carros só conseguem se mover lentamente durante os horários de pico no centro da cidade.

domingo, 7 de outubro de 2012



ACIDENTE

CAMINHÃO SE QUEBRA AO MEIO DURANTE REPORTAGEM





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sexta-feira, 5 de outubro de 2012


Em 10 anos, nº de carros quase dobra em 12 capitais do Brasil






Estudo realizado pelo Observatório das Metrópoles mostra que, em dez anos, a frota das 12 principais capitais do Brasil praticamente dobrou. A soma dos números registrados nessas cidades chegou a 20 milhões de veículos, o que corresponde a 44% da frota nacional.



O crescimento médio no número de veículos foi de 77%, no entanto, a infraestrutura viária e os órgãos de controle do trânsito não acompanharam este ritmo. Em São Paulo, cidade que mais ganhou carros em números absolutos, as ruas receberam 3,4 milhões entre 2001 e 2011. Os dados são usados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).



Segundo o elaborador do estudo, o pesquisador Juciano Martins Rodrigues, foram analisadas informações de 253 municípios. "Usamos os critérios do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para selecionar as capitais de Estado que formavam regiões metropolitanas", explicou ele.



Detentoras das maiores frotas de carros do País, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, no levantamento, ficaram nas últimas posições do ranking elaborado pelo estudo - que classifica o crescimento de frota de acordo com o crescimento relativo, ou seja, pelo percentual de aumento do número de carros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



O Rio é o lanterna: crescimento de 67%, embora isso signifique acréscimo de 1 milhão de carros no período. Já São Paulo teve crescimento populacional de 7,9% na década, segundo dados da Fundação Seade - e o percentual de aumento de carros foi de 68,2%.



Com o critério percentual, a região metropolitana de Manaus é a campeã. O aumento da frota foi de 141,9%. A cidade ganhou 209 mil veículos (saltou de 147 mil, em 2001, para 357 mil). Para especialistas e autoridades, o crescimento é resultado de três fatores: aumento da renda da população (especialmente da classe C), reduções fiscais do governo federal e facilidades de crédito promovidas pelos bancos.



No entanto, as capitais não estavam preparadas para receber tantos carros a mais. Em São Paulo, por exemplo, em 2001 havia 1,2 mil agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) orientando o trânsito nas ruas. De lá para cá, mesmo com dois concursos públicos para agentes, esse número não chegou a 2 mil. A principal obra viária no período foi a ampliação da marginal Tietê, que trouxe mais três pistas para a via expressa. Nesse período, a velocidade média dos carros no horário de pico, medida pela CET no corredor Eusébio Matoso-Rebouças-Consolação, caiu de 17,9 km/h para 7,6 km/h.






Mulheres são mais cuidadosas ao dirigir veículos








Um levantamento do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RS) aponta que as ruas do Rio Grande do Sul estão sendo invadidas por um motorista de perfil mais consciente e cuidadoso: as mulheres. 

Em cinco anos, a presença feminina ao volante cresceu 27%, contra 11% entre os homens. O avanço delas foi ainda mais acentuado sobre duas rodas. O número de mulheres motociclistas aumentou 73% entre 2007 e 2011, mais do que o triplo do índice masculino.

A maior proporção de mulheres ao volante pode abrir perspectivas animadoras. O diferencial feminino, revela o estudo do Detran, é poupar vidas. De cada 100 mil motoristas homens, 34,5 morreram na direção no ano passado. Para cada 100 mil mulheres, as mortes foram 5,1 – sete vezes menos.

Até mesmo nas motos, usualmente vilipendiadas por deixarem o condutor vulnerável, as mulheres mostram que é possível transitar com segurança. Apesar de representarem 15% dos habilitados, as motociclistas são só 3% dos que morrem ao guidão.

O diretor-presidente do Detran, Alessandro Barcellos, lembra que os condutores que passam mais tempo circulando ou estão expostos a riscos maiores, como caminhoneiros e motoboys, costumam ser do sexo masculino, o que pode contribuir para os homens liderarem as estatísticas de acidentes. Mesmo assim, ele entende que a ascensão feminina significa motoristas mais prudentes nas ruas.

— As mulheres estão provando que um trânsito melhor é possível. Elas são um exemplo. Para a raiva de muitos homens, mostram que há um caminho para reduzir os acidentes — afirma.

A psicóloga Aurinez Schmitz, fundadora do Ande Bem Instituto de Psicologia do Trânsito, observa que a maior proporção de mulheres habilitadas está relacionada à independência feminina:

— Faz parte desse processo a mulher se colocar no papel de quem pode se conduzir. Depois que entrou no mercado de trabalho, ela foi rompendo estereótipos, como o de que moto é só para homem.

Segundo ela, é por enxergar o carro como um meio de autonomia, e não como um instrumento para expressar sua competitividade, que o público feminino se envolve menos em acidentes graves.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012



Nissan demonstra o Leaf, carro que se dirige sozinho








Veículo também pode estacionar por conta própria e ser controlado por meio de um smartphone Google, tome cuidado! Lá vem a Nissan. A montadora japonesa demonstrou um carro-conceito baseado em seu modelo elétrico, o Leaf, que é capaz de se dirigir e até estacionar sozinho. O automóvel, que está em exibição na feira de tecnologia CEATEC que acontece nesta semana no Japão, promete colocar um fim a uma das tarefas mais frustrantes para qualquer motorista: circular por um estacionamento lotado em busca de uma vaga. Os recursos avançados do veículo são controlados a partir de um smartphone. Quando o motorista chega ao seu destino ele pode apertar o botão “Park In” num app e deixar todo o trabalho por conta do carro. “Quando um smartphone envia o comando para estacionar, ele viaja através da nuvem até o Nissan Global Data Center”, disse Tooru Futami, diretor de engenharia da Nissan Electronics Engineering Development Division. “Então a saúde do carro é verificada, e o sistema decide se o veículo pode entrar no modo de direção automática. Se tudo estiver OK, esse modo é habilitado”. Protótipo que se dirige sozinho é baseado no Nissan Leaf Nele a primeira coisa que de que o carro precisa é de um mapa preciso de seus arredores, que é fornecido através de uma conexão 4G LTE. O carro então obtém imagens de quatro câmeras de alta-definição espalhadas pela carroceria e tenta reconhecer os arredores. Segundo a Nissa, esse método é mais preciso que usar o GPS. Assim que o carro tem certeza de sua localização, ele pode começar a procurar uma vaga e, quando a encontra, se estaciona sozinho. Durante todo este tempo, o usuário não precisa sequer estar perto do veículo, e pode fazer outras tarefas. Na demonstração durante a CEATEC o carro dirigiu a cerca de 5 quilômetros por hora no modo automático. No momento toda a “inteligência” necessária vem de dois PCs no bagageiro do Leaf, mas os engenheiros da Nissan estão trabalhando na miniaturização do sistema. O veículo é um conceito e ainda vai demorar a chegar às lojas, mas um 2015 em números bem grandes pintados na lateral pode ser uma indicação de quando ele poderá estar disponível. PCs no bagageiro são responsáveis pela "inteligência" do carro Fabricantes ao redor de todo o mundo estão realizando experiências com carros que se dirigem sozinhos, mas talvez a empresa mais conhecida por essa tecnologia seja a Google. Ela vem testando um sistema para carros que se dirigem sozinhos em estradas da Califórnia há algum tempo, e o estado se tornou recentemente um dos poucos nos EUA a reconhecer este novo tipo de veículo em suas leis de trânsito. Sob as leis japonesas, carros que se dirigem sozinhos não são permitidos. Isso significa que talvez a tecnologia chegue às ruas primeiro em um mercado no exterior.




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quarta-feira, 3 de outubro de 2012


Brasil é o segundo lugar no mundo mais perigoso para os motociclistas



O Brasil só perde para o Paraguai em número de motociclistas mortos.


Esta semana um estudo inédito mostrou o quanto andar de moto no Brasil é perigoso. A chance de se envolver em acidentes de trânsito é 14 vezes maior do que estando de carro. “O brasileiro tem uma baixa cultura de segurança, e aceita o risco de dirigir com desatenção, de forma negligente e sem foco nos perigos que podem ocorrer no trânsito”, afirma o professor da Universidade de Brasília (UnB) David Duarte Lima, doutor em Segurança de Trânsito.

Segundo o estudo denominado Mapa da Violência 2012, realizado pelo Instituto Sangari, o Brasil é o segundo país no mundo em número de vítimas fatais de acidentes de motos, só perdendo para o Paraguai. São 7,1 óbitos a cada 100.000 habitantes. Em 15 anos a taxa de mortalidade sobre duas rodas cresceu mais de 800%. “A motocicleta é um veículo que tem suas especificidades e por isso deve ser tratada como tal. É necessário que haja uma legislação, sinalização e fiscalização apropriadas. Enquanto o poder público não olhar com a devida atenção para o veículo de transporte individual que mais cresce no Brasil, as barbáries continuarão acontecendo”, defende Lucas Pimentel, presidente da Associação Brasileira de Motociclistas (ABRAM).

Especialistas afirmam que o crescimento assustador da frota de motocicletas contribui para esses números. De acordo com dados do Denatran, hoje são mais de 18 milhões de motocicletas em circulação no país. Este número representa 25% de toda a frota nacional. Na última década o crescimento foi de 246%. “A facilidade em adquirir este veículo, o poder aquisitivo do brasileiro que aumentou e as vantagens econômicas e de mobilidade, fizeram com que a frota de moto tivesse esse boom no Brasil” diz, Elaine Sizilo, especialista em trânsito e consultora do Portal.

Um dos grandes problemas nas cidades brasileiras é o tráfego das motos nos corredores. Nesse quesito o Brasil faz parte da minoria, é um dos poucos países no mundo que permite a circulação de motos entre os carros. Nos EUA, por exemplo, os índices de morte equivalem a um quarto dos óbitos registrados nas vias brasileiras. Lá as motos só podem andar atrás dos demais veículos.

Lucas Pimentel não acredita que proibindo o tráfego de motos nos corredores no Brasil diminua o problema. “Essa definitivamente não é a questão crucial no nosso país. Nós da Associação, defendemos que é muito mais seguro transitar ao lado dos automóveis do que atrás deles, pois o campo de visão do motociclista fica prejudicado. Nesse caso, um buraco ou um objeto na pista pode levar a um grave acidente”, afirma Pimentel. Para ele, o maior problema é o número de motociclistas que dirige sem habilitação. “Hoje a legislação não obriga a apresentação da CNH para a compra da moto, por isso muitos compram o veículo e antes de se habilitar já estão nas ruas e sem conhecimento nenhum”, explica.

O problema seria amenizado se houvesse investimento em conscientização, educação e fiscalização. “Enquanto o motorista olhar para a moto como um veículo intruso- que não deveria estar ali- estas tragédias continuarão ocorrendo. É claro que o motociclista deve respeitar as leis, a sinalização e utilizar os equipamentos de segurança, mas o essencial mesmo é um grande investimento em educação para todos os usuários do trânsito”

A importância do uso do capacete



Além de ser uma infração gravíssima, não usar o capacete pode colocar em risco a segurança do motociclista






O aumento da frota de motocicletas trouxe uma consequência trágica para as ruas do país, o crescimento dos acidentes e mortes envolvendo motociclistas. “O capacete é o equipamento para condutores e passageiros de motocicletas e similares que, quando utilizado corretamente, minimiza os efeitos causados por impacto contra a cabeça do usuário em um eventual acidente”

Estudos efetuados para avaliar a eficácia do uso de capacetes, demonstraram que, o seu uso pode prevenir cerca de 69% dos traumatismos crânio-encefálicos e 65% dos traumatismos da face. O capacete protege o usuário desde que utilizado corretamente, ou seja, afivelado, com todos os seus acessórios e complementos. “É importante verificar se o capacete apresenta o selo do Inmetro, pois esta é a garantia de que este capacete foi testado de acordo com as normas estabelecidas por um organismo de certificação competente

Ainda segundo a especialista, a recomendação é utilizar somente os chamados capacetes “fechados”, que protegem toda a cabeça.

Quem não usa o capacete, além de estar colocando a própria vida em risco, comete uma infração gravíssima, com multa de R$ 191,54 e suspensão direta do direito de dirigir.

Viseira
As viseiras fazem parte do capacete e protegem os olhos e parte da face contra impactos de chuva, poeira, insetos, sujeira e detritos jogados ou levantados por outros veículos. Em velocidade, o impacto de um pequeno objeto causa um grande estrago se o piloto não estiver suficientemente protegido.

Os óculos comuns não proporcionam uma proteção adequada, pois são facilmente arrancados em caso de colisão e até pelo vento, se o piloto girar a cabeça. Além disso, mantém muito exposta uma boa parte da face e não impedem o lacrimejamento causado pelo excesso de vento. Portanto, o equipamento adequado para capacetes sem viseira é o óculos de proteção, desenvolvido especialmente para esta finalidade. 

Transitar sem viseira ou óculos de proteção (ou com a viseira levantada) também é infração de trânsito gravíssima, com multa de R$ 191,54 e suspensão direta do direito de dirigir.







Jovens têm mais chance de sofrer acidentes por distração


Pesquisa americana revela que os jovens são os passageiros com menor probabilidade de alertar o motorista se ele enviar mensagens de texto ou falar em um telefone celular. “Encontrar motoristas distraídos é muito mais comum do que imaginamos e novas descobertas mostram que os condutores mais jovens estão particularmente em risco

Pesquisa divulgada pelo NHTSA, órgão de segurança americano, aponta que os motoristas mais jovens entre 18 e 20 anos tem quase três vezes mais probabilidade de se envolver num acidente deste tipo do que os condutores com mais de 25 anos, pelo simples fato de assumirem que não largam o telefone celular enquanto dirigem.

A pesquisa foi feita para avaliar as atitudes dos condutores e o comportamento deles em relação ao celular. Quando perguntados, como passageiros, como eles se sentiriam sobre diferentes situações, quase todos os entrevistados (cerca de 90% do total) assumiram que consideram inseguro andar com um motorista que envia ou lê mensagens de texto enquanto dirige. No entanto, a pesquisa também descobriu que os passageiros mais jovens são menos propensos a alertar sobre este perigo que os mais velhos. “Isto mostra que apesar de conhecer o risco, o jovem tem essa barreira de alertar o amigo, até por vergonha de ser ‘rejeitado’ pelo resto da turma”


SP recebe primeiro posto de carga rápida para carro elétrico do país




O primeiro posto de recarga rápida de veículos elétricos no Brasil foi instalado na Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (IEE/USP), em São Paulo, na última sexta-feira (28). Em fase de testes, a iniciativa é parte de uma parceria entre a EDP no Brasil, empresa do Grupo EDP Energias de Portugal, com a Fundação Instituto de Administração (FIA), o instituto e a Sinapsis.

Neste ponto de abastecimento, os veículos com uma autonomia em torno de 180 km levam até 30 minutos para recarga da bateria, que é normalmente limitada em 80% de sua capacidade máxima, a fim de prevenir danos. Os eletropostos de carregamento lento, em corrente alternada com 3,7kVA de potência, levam até 8 horas para realizar a mesma tarefa.

O projeto está aberto a convênios com instituições públicas que queiram abastecer seus veículos elétricos nos 3 eletropostos instalados no IEE (recarga rápida, lenta e residencial). O serviço será oferecido para organizações públicas da cidade de São Paulo que estejam atualmente usando ou operando veículos elétricos.

Os três eletropostos foram fabricados pela Efacec, empresa fornecedora de carregadores elétricos para o projeto de mobilidade elétrica em Portugal. O de carga rápida segue especificações da Europa, Japão e EUA e tem 50kW de potência de saída em corrente contínua


sábado, 29 de setembro de 2012



Sono e cansaço representam 60% dos acidentes no país



 


No Brasil, motoristas que dirigem com sono são responsáveis por 42% dos acidentes de trânsito, é o que revela o diretor de comunicação do Departamento de Medicina Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), doutor Dirceu Rodrigues Alves Júnior. Além disso, 18% dos acidentes são ocasionados pela fadiga dos motoristas. Juntos, o sono e o cansaço representam 60% dos acidentes causados no país.

Estatísticas mundiais da National Traffic Safety Administration (NHTSA), uma entidade americana de segurança viária revela que 40% dos acidentes nas estradas são causados por motoristas cansados. Só nos EUA, são 100 mil acidentes por ano, com 1.550 mortes.

Segundo Alves, para dirigir, o motorista precisa de três funções importantes: a primeira é a cognitiva, ou seja, a atenção, vigia, concentração, raciocínio e agilidade mental. A segunda função é a função motora, que permite que o condutor tenha respostas imediatas e a última é a função sensório perceptiva que abrange o tato, a visão e a audição. Para que estas funções funcionem de maneira adequada, é necessário que o sono esteja em dia. É possível dizer que dormir o necessário é tão importante quanto dirigir sem beber. “O sono é semelhante à ação do álcool sobre o organismo”, completa o diretor.

Além do sono fisiológico, ou seja, a necessidade biológica do indivíduo de dormir existe também o sono ocasionado pelo cansaço. “No veículo nós temos o ruído, a vibração, e as imagens que passam no campo visual e que funcionam como um pêndulo, fazendo a hipnose do indivíduo. Estes elementos também são indutores do sono, pois fazem lembrar a mãe ao embalar o filho para dormir”, comenta Alves.

Para o coordenador do Centro de Estudo Multidisciplinar em Sonolência e Acidentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e chefe da disciplina Medicina e Biologia do Sono, Marco Túlio de Mello, dirigir durante todo o dia, inclusive durante a noite, traz consequências a curto e longo prazo. “A curto prazo, ocorrem alterações no humor. As pessoas ficam mais irritadas, pode ocorrer perda de memória, atenção, concentração e reflexo. A longo prazo, o sistema imunológico cai, fazendo com que este indivíduo fique mais vulnerável a gripe, além da perda de massa muscular”.

A dica para aqueles motoristas que querem cumprir seus prazos diários sem comprometer o sono é, segundo Mello, respeitar a necessidade de quanto você gosta de dormir e como você gosta de dormir. Cada pessoa tem um tempo de sono específico. “Algumas pessoas precisam dormir menos de 6h, enquanto outras necessitam biologicamente dormir mais do que 9h”. No geral, a média de sono da população é de 7h40.

Fonte:   DENATRAN

Acidentes de trânsito causam 42 mil mortes por ano no Brasil





Anualmente, cerca de 42 mil pessoas morrem vítimas de acidentes de trânsito - entre motoristas, motociclistas e pedestres. O dado é do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que encerrou, na última terça-feira (25), a Semana Nacional de Trânsito.

"Nós temos que reduzir as mortes em 50% até 2020", alerta Maria Cristina Hoffmann, coordenadora geral de qualificação do fator humano no trânsito. De acordo com ela, a semana serviu para realizar ações e divulgar as que já existem, abordando o tema Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito - 2011/2020: Não Exceda a Velocidade, Preserve a Vida.

O tema foi escolhido pela Câmara Temática do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a partir de sugestões dos órgãos de trânsito de todo o país, da população e com base em pesquisas. Este ano, a escolha também levou em consideração a questão da segurança: a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o período de 2011 a 2020 como a Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito. "Entendemos que deveríamos continuar com o tema da década, desta vez com o enfoque da velocidade, porque já está comprovada que uma das maiores causas de acidentes nas estradas é a velocidade", explica Hoffmann.

As ações realizadas durante a Semana Nacional de Trânsito são gerais, voltadas a todas as pessoas. Não há um público específico, apesar do fato de "80% dos envolvidos em acidentes são homens, e na faixa etária de 18 a 39 anos", segundo a coordenadora.

Além da semana, o Denatran organiza o Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (Parada), uma campanha permanente de conscientização. Com o Parada, o número de acidentes em rodovias foi reduzido, mesmo com aumento na quantidade de carros em circulação. "A frota cresceu 8%, e nas rodovias federais, que é a estatística que nós utilizamos, houve uma redução de 2% de acidentes desde o início do Parada, em maio do ano passado", disse Hoffmann.

Fonte DENATRAN


Triciclo motorizado já faz sucesso na região Norte do Brasil







O objetivo agora é que o Tuk Tuk conquiste o mercado nas regiões Sul e Sudeste. Empresários apostam no modelo para baratear pequenas entregas

Chegou ao Brasil, há algum tempo, um símbolo das ruas asiáticas: o Tuk Tuk, uma espécie de moto de três rodas. No trânsito caótico da Índia ele divide espaço com carros e bicicletas. O triciclo motorizado, comum nos países da Ásia, é conhecido como "Tuk Tuk", por causa do barulho do motor.

O transporte lembra uma moto. A diferença é que tem parabrisa, cobertura, e espaço para passageiro com cinto de segurança. Tem até bagageiro. No Brasil, o Tuk Tuk já faz sucesso em estados da região Norte. Quinhentas unidades foram importadas para testar a aceitação do modelo. Em Manaus, fica a primeira fábrica nacional do veículo, que ainda aguarda a aprovação do Departamento Nacional de Trânsito para vender o Tuk Tuk brasileiro.

O Tuk Tuk alcança 70 quilômetros por hora. Mas como será que o Tut Tuk brasileiro se sairia no meio do congestionamento da maior cidade do país? A engenhoca chamou a atenção em São Paulo. O motor é o de uma moto de 150 cilindradas. O peso: 264 kg. Preço: R$ 10,5 mil. O melhor é o consumo: 25 quilômetros por litro. O veículo tem dois cintos de segurança. Na subida, o triciclo sofre um pouco.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

DIREÇÃO DEFENSIVA


UM BOM MOTORISTA DEVE TER SEMPRE A SEU FAVOR CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA CONSEGUIR IR AO SEU DESTINO E VOLTAR SEM ENVOLVER-SE EM QUALQUER SINISTRO

SÃO OS CINCO PRINCÍPIOS NA CONDUÇÃO AUTOMOTIVA:

CONHECIMENTO - CONHECER O PERCURSO A SER PERCORRIDO ASSIM COMO AS NORMAS E PROIBIÇÕES CONTIDAS NO CTB(CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO) E O SEU VEÍCULO.

ATENÇÃO: DEVE SER REDOBRADA E DIRECIONADA A DIVERSOS ELEMENTOS, COMO CONDIÇÕES FÍSICAS E MENTAIS, O TEMPO, A VIA, O VEÍCULO E O PRÓPRIO TRÂNSITO.
PREVISÃO: O CONDUTOR DEVE ESTAR SEMPRE ATENTO E PREVENIDO PARA CERTAS OCASIÕES E SITUAÇÕES QUE IRÃO REQUERER DESTREZA IMEDIATA.
DECISÃO:  TODO CONDUTOR DEVE ESTAR TODO TEMPO ALERTA, POIS EM DETERMINADAS SITUAÇÕES TERÁ QUE TOMAR DECISÕES, E DENTRO DESTAS DECISÕES AS ESCOLHAS DEVEM SER CORRETAS
HABILIDADE:  TODO CONDUTOR TEM QUE DESENVOLVER AO MÁXIMO SUAS HABILIDADES, ISTO É DE FORMA A CONHECER E APRENDER A MANUSEAR A MÁQUINA QUE VAI UTILIZAR NO SEU DIA À DIA. 

MARCELO WILIANS