domingo, 23 de fevereiro de 2014

Mortes no trânsito podem se tornar uma coisa do passado


Acidente causados por erro do motorista será coisa do passado em futuro breve

O erro humano é responsável por 93% dos acidentes de automóvel, estima uma pesquisa da Indiana University, nos Estados Unidos. Mas a ciência aliada à tecnologia está a ponto de mudar radicalmente esse percentual com os novos recursos de segurança dos veículos da "próxima geração”, chamados de carros inteligentes. Levantamento do grupo segurador Allianz mostrou que a popularização de novas ferramentas tecnológicas – inéditas ou só disponíveis em carros de luxo – podem reduzir pela metade o número de acidentes e mortes no trânsito nos próximos 10 anos.

Utilizando sensores avançados, incluindo radar, sonar, Lidar (tipo de radar com laser que detecta imagens e ranging) e câmeras, os novos veículos reunirão informações do entorno , incluindo o tráfego, configuração das estradas e condições das mesmas, identificação de objetos próximos. A informação capturada será então encaminhada por meio de uma unidade de controle eletrônico (ECU, na sigla em inglês) para avaliar a situação e ajudar a tornar o carro pró-ativo – que age independentemente da ação do motorista – de forma a evitar colisões.

Um dos exemplos usados pelos especialistas sobre as tecnologias que serão acessíveis, em breve, é o conceito chamado de tecnologia V2X, que gera grandes quantidades de dados geoespaciais e poderá proporcionar maior segurança através da comunicação entre veículos diferentes sobre as condições das estrada , engarrafamentos e acidentes. Ele também pode ajudar com a eficiência energética (limitando stop-and -go de condução e marcha lenta), bem como a demanda por transporte público localizando rapidamente como táxis e ônibus.
Toyota mostra novo Corolla americano

Sedã surpreende pelo design ousado


Depois de liberar alguns teasers, a Toyota finalmente mostrou as primeiras imagens do novo Corolla. Totalmente diferente, o sedã deixou de lado o ar conservador que acompanhava o modelo há décadas. Tudo para conquistar novos (e jovens) clientes.

O design lembra muito o ousado carro-conceito Corolla Furia, mostrado no último Salão de Detroit, em janeiro deste ano. A nova identidade visual da marca, já presente em modelos como o novo RAV4 recém-lançado no Brasil, é facilmente percebida na dianteira, com faróis mais angulosos e uma nada discreta tomada de ar na parte inferior do para-choque.

Maior do que seu antecessor, o novo Corolla tem 4,62 metros de comprimento e 2,70 metros de distância entre-eixos – o modelo atual tem 4,54 metros e 2,60 metros, respectivamente. Nos Estados Unidos, o sedã será vendido com o motor 1.8 VVTi, preparado para render 132 cv ou 140 cv, dependendo da versão. A transmissão é continuamente variável (CVT), oferecendo trocas sequenciais “virtuais” (já que este tipo de câmbio se caracteriza justamente por não ter marchas) e função Sport na opção mais requintada.

No Brasil, o novo Corolla deve ser equipado com as mesmas motorizações oferecidas atualmente no sedã (1.8 e 2.0 VVTi, com 144 cv e 153 cv). Seu lançamento por aqui deve ocorrer no primeiro trimestre de 2014, poucos meses após a estreia nos EUA.
Poucas horas após mostrar o novo Corolla americano, a Toyota também mostrou o modelo europeu. Compare as diferenças entre eles - o Corolla europeu é o branco.

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Brasil tem o 42º trânsito mais letal do mundo

Namíbia lidera o ranking de mortes em acidentes


O Instituto de Pesquisa de Transporte da Universidade de Michigan divulgou um estudo chamado “Mortalidade em acidentes de trânsito em 193 países: a comparação com outras causas de morte”. No material, são revelados diversos dados relativos à insegurança no trânsito.

Levando em conta apenas os acidentes de trânsito, o país que, na média, registra mais mortes é a Namíbia, com 45 óbitos para cada grupo de 100 mil pessoas. Na segunda colocação surge a Tailândia, com 44 por 100 mil, seguida pelo Irã, com 38 por 100 mil.

O Brasil ocupa a 42ª posição geral, com 22 mortes por 100 mil pessoas. É o mesmo número obtido pela China, que vem na 44ª colocação. Entre países notáveis, os EUA ficam no 97º lugar (14 por 100 mil), a Alemanha em 168º (6 por 100 mil) e o Japão em 178º (5 por 100 mil). Quem registra menos mortes no trânsito, na média, são as Maldivas, com apenas 2 por 100 mil.

O estudo faz uma comparação do número de mortes no trânsito com outras causas, como câncer e problemas cardíacos. 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Para combater trânsito, país pensa em impedir pobres de comprar carros



O trânsito anda complicado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e medidas controversas estão sendo analisadas para enfrentar o problema. Uma delas é limitar a compra de veículos para quem comprovar renda acima de um determinado nível, de acordo com reportagem do jornal local The National. "O número de carros é o maior desafio para a cidade de Dubai no futuro (...) A capacidade das nossas estradas não pode receber todos estes carros sem leis regulando a posse", declarou Hussain Lootah, diretor-geral da municipalidade, em um fórum de negócios na Alemanha.
Ele considera que programas de educação e conscientização não teriam efeito porque mais de 200 nacionalidades diferentes convivem na cidade.
A alternativa, além da restrição de compra, seria aumentar o custo de combustível, estacionamento e seguro.
Hassan também citou o maior uso do transporte público como um possível caminho: “Há outras alternativas: táxis, ônibus, metrô. Vamos expandir o metrô, estação por estação.

Uma das maiores linhas de metrô do planeta.

Inst. Marcelo Nemesio



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

2ª TURMA DE CONDUTORES TRANSPORTE DE PASSAGEIROS 2014

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PARABENS A TODOS AQUELES QUE NUNCA DESISTEM NEM TAMPOUCO
DESANIMAM DIANTE DE CERTAS SITUAÇÕES UM ABRAÇO E QUE DEUS ILUMINE TODOS VOCÊS!!!

INSTRUTOR MARCELO NEMESIO

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Na Europa, Polo é renovado. No Brasil, compacto da VW agoniza

Na Europa, Polo é renovado. No Brasil, compacto da VW agoniza

Modelo europeu é revelado e chega às concessionárias do continente antes de junho. Já por aqui, geração é a mesma desde 2002 e fabricante especula encerrar produção
Se no Brasil se especula o fim da produção do Polo, na Europa o assunto é outro. A Volkswagen anunciou que o novo modelo chegará às concessionárias do Velho Mundo antes do meio do ano. Além dos novos equipamentos e visual renovado, o carro ainda contará com o novo motor a gasolina de 1.0 litro turbo que entrega 90 cv. Por aqui, o modelo está na mesma geração desde que chegou em 2002. Apenas facelifts em 2006 e 2011 foram feitos. O carro deixou de estar em sintonia com o da europa em 2009, quando lá chegou uma nova geração. Com preço elevado em relação aos concorrentes mais novos e a constante queda de vendas, a expectativa é que a marca alemã encerre neste ano a produção do Polo no Brasil.

Quanto ao novo modelo europeu, o design frontal foi inspirado no hatch médio Golf. Os faróis e parachoques foram redesenhados e a grade coberta por uma faixa cromada que vai de um farol de neblina ao outro. Na parte traseira, a mudança mais relevante foi no parachoque. Já as lanternas de trás sofreram apenas mudanças internas.


O automóvel recebeu também importantes novos equipamentos. A principal novidade é o sistema de frenagem "Post-Collision" que aciona os freios automaticamente caso identifique um obstáculo próximo, para minimizar maiores impáctos. Controle de cruzeiro e sistema multimídia com tela sensível ao toque e sensor de proximidade também estão presentes como ítens de série.


Motores

Toda a gama de propulsores passa a estar de acordo com a Euro 6. Deste modo, são até 21% mais eficientes que os anteriores. As opções a gasolina são: o 1.0 litro MPI de três cilindros, com 60 cv ou 75 cv; o  1.2 litro TSI de 90 ou 110 cv, o 1.4 litro TSI de 150 cv e o já citado novo 1.0 litro turbo de 90 cv com consumo, em média, de 24,4 km/l e 94 g/km de CO2. No que diz respeito a abastecimento com diesel, o novo Polo dispõe apenas do motor 1.4 litro TDI, com 75 ou 90 cv.
 

Chevrolet Spark: o compacto seguro

Chevrolet Spark: o compacto seguro

Testes de colisão comprovam que tamanho não é documento em matéria de segurança; Honda Fit, Fiat 500 e Ford Fiesta foram reprovados
Depois de inúmeras “vítimas” com emblemas de renome, como Mercedes-Benz e Audi, o teste “small overlap” do Instituto de Segurança Viária das Seguradoras dos Estados Unidos tem conseguido separar alguns carros que, segundo eles, protegem melhor os ocupantes. O ensaio, que consiste numa colisão a 64 km/h onde somente 25% da frente do carro atinge um obstáculo sólido, testa a proteção do habitáculo em pontos normalmente “esquecidos” pelas fabricantes.
Nesse cenário, nem sempre tamanho é documento – fato comprovado pelo pequeno Chevrolet Spark. O carrinho foi o único subcompacto a conseguir a classificação “aceitável” na avaliação do instituto.

O mesmo teste reprovou modelos conhecidos no Brasil, como Honda Fit, Fiat 500, Nissan Versa e Ford Fiesta. Além deles, o Toyota Yaris e o híbrido Prius C também obtiveram classificação apenas marginal. Fit e 500 foram os piores, com sério comprometimento da integridade do habitáculo. No Fiat, a porta do motorista se abriu, possibilitando a ejeção do ocupante. Enquanto isso, o pequeno Chevrolet Spark limitou a deformação da carroceria para o interior e manteve a salvo pernas e quadris de motorista e passageiro da frente.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Kubo Scooter, o sonho de todo entregador


 Kubo Scooter, o sonho de todo entregador

Com visual arrojado e muita praticidade, veículo elétrico pode carregar até 136 kg
Que motos são veículos práticos, ágeis e de baixo consumo ninguém duvida. No entanto, quando se trata de levar carga, elas são pouco eficientes. A solução habitual é colocar enormes caixas na parte traseira ou incômodos triciclos acoplados que não permitem ao motoqueiro fazer curvas com velocidade, pois, caso contrário derrubarão o que se transporta. Porém, agora surge uma alternativa inteligente, bonita e elétrica: o Kubo Scooter.
Criada pela Lit Motors, empresa norteamericana especializada em desenvolver veículos elétricos de duas rodas, ela conta com uma área de carga que permite levar até 136 kg. O espaço se deve graças a sua mecânica elétrica que permite descartar o tanque de combustível, o câmbio e o motor à combustão.  O único ponto desfavorável do modelo é o sistema de direção que não trabalha diretamente sobre o garfo acoplado às rodas, como nas motos tradicionais.
A scooter conta com tração na roda traseira e as baterias elétricas estão presentes dentro do "piso" que transporta as cargas. isso garante um baixo centro de gravidade ao veículo. O carregamento total da energia dura "poucas horas" - não há dados específicos - e permite uma autonomia de 80 km. A moto é capaz de chegar à velocidade máxima de 72 km/h com o motor elétrico de 3 kW e potência de 4 cv. O freio traseiro é regenerativo e o dianteiro é a disco.
Ainda em processo final de desenvolvimento, espera-se que a Kubo Scooter chegue ao mercado já em junho desde ano. O corpo da moto será em alumínio e fibra de vidro e a expectativa é que custe 5 mil dólares - cerca de R$ 11.650 -, preço competitivo para o segmento. 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Capacete para moto não é boné; saiba como usá-lo corretamente


Capacete tem de ter a base seguindo a linha do queixo (Foto: Fábio Tito/G1)

Não adianta só colocá-lo na cabeça: capacete ‘frouxo’ vai voar.
Na hora da compra, escolha um que pareça até menor do que sua cabeça.

O capacete é de longe o mais evidente equipamento de segurança do motociclista e, no Brasil, seu uso é obrigatório. Porém, mais do que a lei, é o bom senso que deve fazer do uso de uma proteção para o crânio algo automático quando se monta em uma motocicleta, seja qual for seu tamanho, peso ou potência.
Porém, colocar um capacete na cabeça por si só não é suficiente para garantir que, em caso de acidente, danos físicos na região craniana sejam minimizados.
Cinta jugular


A primeira e mais importante regra diz respeito à fixação do capacete à sua cabeça, por meio da chamada cinta jugular. Esta cinta JAMAIS pode estar frouxa, devendo permanecer 100% em contato com a parte inferior de seu maxilar.
Cinta jugular do capacete não pode estar frouxa (Foto: Fábio Tito/G1)
Incomoda? Pode ser, mas se a cinta jugular não estiver ajustada assim, a chance do capacete sair da sua cabeça e rolar como uma bola para longe de seu crânio em caso de impacto contra o solo ou outro obstáculo qualquer – acarretando consequências bem ruins – é líquida e certa.
Infelizmente, a consciência deste tipo de mau uso é pequena. Com um pouco de observação nota-se que uma expressiva parcela dos motociclistas anda com a cinta jugular frouxa ou, pior ainda, sem estar afivelada, vestindo o capacete como se fosse um boné.  Isso por um suposto conforto ou a facilidade de tirar e colocar o capacete com rapidez.
No passado, fechos de capacete até podiam ser considerados chatinhos de operar, pois geralmente eram constituídos por duas argolas, onde a cinta deveria ser passada de forma relativamente lenta. Esse tipo de fecho, de argolas, é ainda considerado o mais seguro e por conta disso é usado em capacetes mais sofisticados. Porém, modelos de fecho simplificado, de engate rápido, estão cada vez mais populares e nem por isso são prejudiciais à segurança.
Capacete não pode ser folgado


Capacete tem de ficar justo na cabeça (Foto: Fábio Tito/G1)

Outro fator importante para que um capacete cumpra sua função da melhor maneira possível é o ajuste à sua cabeça: capacete não pode ser folgado. Na hora da compra, deve-se escolher um que pareça até menor do que sua cabeça – sem exagero – considerando que, com pouco tempo de uso, a espuma da forração cederá o tanto necessário para que ele fique justo, confortável, mas jamais folgado.
Modelos de capacete fechados, também chamados de “integrais” são, por evidentes razões, mais seguros do que os capacetes abertos, que não têm proteção para o queixo. Todavia, em uma utilização urbana em baixas velocidades, em localidades quentes e sem vias expressas de trânsito rápido, os modelos abertos são plenamente adequados, cumprindo a função primordial de proteger o crânio.
E a viseira?


Viseira é essencial para proteger os olhos (Foto: Fábio Tito/G1)

Capacetes tanto abertos como fechados devem, por lei, ser equipados com viseira ou, na ausência dela, o motociclista precisa usar óculos de proteção, como os dos pilotos em competições fora-de-estrada, como enduro ou motocross.

Para todos os bolsos

Capacetes para motociclistas (Foto: Rafael Miotto/G1)

Uma palavra final merece ser dita sobre a imensa variedade de tipos e marcas de capacetes nas lojas. Há preços muito diferentes entre si, o que pode causar certa confusão na mente de um motociclista iniciante. Será mesmo que um capacete caríssimo, que custa dez vezes ou mais do que outro é capaz de oferecer dez vezes mais proteção?
Como sempre, há de se usar o bom senso nesta hora: capacetes também têm grife, e as mais badaladas – geralmente marcas importadas, usadas pelos grandes campeões do motociclismo – são produtos caros por usarem alta tecnologia, matéria-prima sofisticadas e...  têm taxas de importação absurdamente altas.
Felizmente, optar por um produto nacional não implicará abrir mão de segurança ou mesmo qualidade construtiva. Há uma rígida norma aplicada à fabricação e comercialização dos capacetes no Brasil, assim como há boas marcas de capacetes nacionais. Marcas internacionais famosas, de olho em nosso grande mercado, também se estabeleceram no país com linhas de montagem, visando maior competitividade e barateamento de custos, e seguindo o mesmo padrão estabelecido em seus países de origem.
Assim, a orientação mais adequada é optar pelo equilíbrio, valorizando a relação custo-benefício que combine com seu bolso, gosto, e necessidade prática. Mas o principal você já sabe: usar sempre, e bem afivelado
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Shineray planeja aumento de 50% nas vendas em 2014 no Brasil

Shineray planeja aumento de 50% nas vendas em 2014

Fabricante chinesa já cresceu 235% no varejo em 2013 com cinco modelos de comerciais leves
Depois de um crescimento de 235% no número de vendas de 2013 em relação ao ano anterior – foram 1188 veículos contra as 354 unidades de 2012 –, a Shineray trabalha em cima de uma nova projeção de sucesso para 2014. Até o final de dezembro, a fabricante chinesa já planeja atingir um volume de vendas em torno de 1.800 unidades, no varejo, ou seja, aproximadamente 50% da quantidade que comercializou no ano passado.

“Apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor de importados, a Shineray atua num segmento que não possui concorrência direta de produtos nacionais”, explica Clairto Acciarto, diretor Comercial da Shineray Automóveis. A empresa conta hoje com 40 distribuidores, alguns ainda em fase final de adequação aos padrões exigidos pela marca.
Uma das vantagens que a Shineray encontra em 2014 é a ausência da Volkswagen Kombi, que saiu de linha em 2013 em função da obrigatoriedade exigida por lei de airbags e freios ABS nos veículos fabricados a partir deste ano. Uma falta que abre ainda mais espaço para a van que a fabricante chinesa oferece em versões básica e de luxo. Além disso, a Shineray também vende picape cabine simples (básica e luxo), picape cabine dupla (básica e luxo), picape cabine simples com baú e furgão.
“Neste ano, uma das prioridades da empresa para atingir o crescimento esperado é ampliar a atuação da marca na região Sudeste do País, especialmente na capital paulista e Grande São Paulo”, revela Marcelo Leone, diretor de Assuntos Governamentais e Nomeações da empresa.

Kombis restantes virarão "motorhomes"

Kombis restantes virarão
Modelos serão vendidos para empresa britânica especializada, segundo jornal
da Redação
O último lote de 99 unidades da Volkswagen Kombi – sem ser da inflacionada série Last Edition – fabricado no Brasil já tem um destino. Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, os furgões foram comprados pela Danbury – empresa especializada em transformar vans em motorhomes. As “casas” sobre rodas são customizadas de acordo com a preferência do comprador.
Já modificada, Kombi é vendida pelo equivalente a R$ 126.300. O valor pode aumentar dependendo da escolha de equipamentos opcionais. Para deixar o modelo com a típica direção do lado direito custa cerca de R$ 4 mil. E já há clientes. A Danbury afirma que 20 das 99 Kombis serão prontamente transformadas.
   
A Volkswagen encerrou a produção da Kombi no último mês de dezembro, depois de 56 anos no mercado brasileiro. O comercial leve era feito em São Bernardo do Campo, em São Paulo, mas sucumbiu à nova legislação que obrigou todos os carros feitos no Brasil terem airbags e freios ABS de série a partir de 1º de janeiro de 2014. Instalar esses equipamentos na Kombi demandaria mudanças profundas na antiga arquitetura do veículo, o que seria inviável economicamente.



Volkswagen Up! recebe cinco estrelas em teste do Latin NCAP


Volkswagen Up! recebe cinco estrelas em teste do Latin NCAP
Compacto da montadora alemã tem lançamento previsto para o próximo mês no Brasil 
Previsto para ser lançado em fevereiro no Brasil, o Volkswagen Up! já chega com uma vantagem e tanto se comparado aos seus concorrentes por aqui: o compacto obteve a máxima qualificação em segurança para o passageiro adulto, de cinco estrelas,  e a maior qualificação já outorgada para o passageiro criança, de quatro estrelas, no Programa de Avaliação de Carros Novos para a América Latina, o Latin NCAP.  
O Up! passou por dois testes de colisão para chegar a esse resultado. Um de impacto frontal a 64 km/h e outro de impacto lateral a 50 km/h. “ Essa classificação de cinco estrelas demonstra que um bom desempenho em segurança não é luxo, mas algo perfeitamente possível para carros pequenos, de valores acessíveis e focados no mercado massivo. A pontuação obtida para a proteção da criança também evidencia um avanço e ressalta a importância da disponibilidade de cadeirinhas infantis mais seguras e fáceis de usar para os pais ”, avaliou María Fernanda Rodríguez, presidente do Latin NCAP. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Acidentes com motociclistas em Janeiro de 2014 em um só dia

Um motociclista bateu em um carro e foi arrastado por 30 metros no Cabo de Santo Agostinho, Grande Recife-PE, nesta terça-feira (14). O encarregado de transporte, Erasmo José do Nascimento, 46 anos, seguia pela antiga BR-101, em Pontezinha, quando bateu em um Gol. Erasmo contou que perdeu o controle da moto depois de tentar desviar de um Honda CIVIC que vinha na contramão.

A motorista do Honda Civic disse que não conseguiu fazer a curva e por isso foi para a pista contrária. Ela ficou no local para dar assistência a Erasmo, que teve uma fratura exposta na perna esquerda.

Motociclista morre depois de colidir contra casal, na Várzea região Metropolitana do Grande Recife-PE

Uma motociclista morreu após se chocar contra um casal que fazia caminhada em uma área conhecida como ladeira da UR-07, na Rua vale do Siriji, no bairro da Várzea, zona oeste do Recife, nesta manhã de terça-feira (14).
De acordo com as informações do Corpo de Bombeiros a vítima fatal é uma mulher de 25 anos, que provavelmente faleceu ao cair da moto e bater com a cabeça no chão. Ainda segundo os bombeiros, do casal, apenas a mulher ficou ferida, e foi levada à Unidade de Pronto atendimento (UPA) da Caxangá. Ela não corre risco de morte. Duas viaturas da Corporação foram enviadas ao local.

Passageiro de moto morre após choque contra um Prisma (barreira de contenção) chamado Gelo baiano na Av. Norte

Uma pessoa faleceu após uma moto se chocar contra um gelo baiano na noite dessa segunda-feira (13) na Avenida Norte, próximo à Padaria Rosarinho, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte do Recife. O acidente foi por volta das 23h20.
Segundo o Corpo de Bombeiros a vítima fatal era o passageiro da motocicleta. O condutor sofreu fraturas nos membros inferiores e foi conduzido ao Hospital da Restauração, no Derby.
Acidentes envolvendo motociclistas em todo o território Nacional tem aumentado a cada dia, temos que nos conscientizar de que a motocicleta é um veículo de grande potencial em risco, por isso devemos sempre procurar não agir com imprudência, negligência e procurar sermos sempre peritos com esse modal de transporte.