quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Veja os cuidados com o extintor de incêndio do carro


Extintor no carro

O extintor de incêndio do carro  geralmente só é lembrado em casos de urgência. Mas o motorista não deve esperar situações extremas para revisar esse equipamento obrigatório. A forma de armazenamento, a data de validade e o estado de conservação estão entre os pontos que devem ser observados pelos donos de carros.

O extintor deve sempre ser levado na parte dianteira do carro, em local de fácil acesso ao motorista. Primeiro, ele deve estar dentro do prazo de validade, que geralmente é de 5 anos. É importante também checar se o lacre está no lugar e verificar o indicador de pressão. O indicador não pode estar na faixa vermelha. O componente deve estar em boas condições, sem ferrugem, amassado ou com outros danos.

Andar sem extintor, com ele fora da validade ou com qualquer defeito resulta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira de habilitação. Por exemplo despressurizado, descarregado ou o monômetro quebrado.

Plástico

Há uma dúvida em relação a retirar ou não o plástico da volta do extintor. O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) não fala especificamente sobre esse tema. Determina, porém, que ele não pode estar envolvido em nada que atrapalhe a utilização. Por isso, alguns agentes de trânsito interpretam o plástico como um impedimento de uso e aplicam multa. O mais recomendado, portanto, é deixar o extintor sempre livre de embalagens.

domingo, 24 de novembro de 2013

CHUVA

  Dicas de como dirigir com segurança em dias de chuva


Dirigir na chuva
A condição adversa de chuva reduz a visibilidade, diminui a aderência dos pneus e dificulta manobras de emergência. Por esse motivo, é necessário que os MOTORISTAS redobrem a atenção para evitar os riscos de acidentes e perigos de dirigir no período chuvoso. Com o objetivo de tornar o trânsito mais seguro nessa época, o Detran orienta como se deve dirigir nessas condições.

Em épocas de chuvas é essencial tomar certos cuidados ao dirigir, pois o número de acidentes de TRÂNSITO tende a aumentar nesse período. E para quem dirigir no meio de um temporal, ou mesmo com a pista molhada, recomenda-se calma, prudência e muita atenção.

De acordo com o coordenador da fiscalização de trânsito do Detran/AC, Herbson Sousa, a paciência e a atenção precisam andar de mãos dadas com os condutores, principalmente no período chuvoso. "Sob chuva, é necessário andar sempre com o limpador de para-brisas funcionando, aumentar a distância com relação ao VEÍCULO da frente e utilizar luz baixa - para que os demais condutores tenham maior visibilidade do seu veículo -, além de não exceder os limites de velocidade estabelecidos nas vias e evitar frenagens bruscas", aconselha Sousa.

Dicas para os motoristas em período de chuva:

- Ao perceber acúmulo de água na pista, diminua a velocidade;

- Acenda as lanternas e os faróis baixos para facilitar que seu CARRO seja visto por outros condutores;

- Evite frear de maneira brusca para não travar as rodas e derrapar por falta de aderência; - Não use as poças d'água para 'lavar' seu veículo – muitos acidentes começam assim;

- Se tiver de passar por um trecho alagado, verifique a altura da água. Até a metade da roda, você tem condições de dirigir. Acima disso, o veículo fica exposto a panes mecânicas. Tenha calma e aguarde o nível da água baixar.

sábado, 23 de novembro de 2013


Dilma veta projeto que obrigava 





faixas de pedestre




 próximas a escolas



Texto foi aprovado no Congresso e levado para sanção presidencial. No veto, a presidente disse que texto não previa critérios técnicos

A presidente Dilma Rousseff vetou todo o projeto, aprovado pelo Congresso Nacional, que obrigava a implantação de faixas de PEDESTRE nas proximidades de escolas em todo o país. O texto dizia que as faixas deveriam estar em um raio de um quilômetro dos estabelecimentos de ensino.

Na justificativa para o veto, Dilma disse que o texto não trazia “a consideração de critérios técnicos, nem das necessidades concretas para sua implementação”. "Da forma ampla como redigida, a proposta não prevê a consideração de critérios técnicos, nem das necessidades concretas para sua implementação.

Além disso, por um lado, não leva em conta a vontade da população envolvida e, por outro, impõe gastos ao poder local, que não poderá decidir quanto à conveniência da alocação dos recursos do orçamento municipal destinados à sinalização de TRÂNSITO", escreveu a presidente.

O veto ainda deve ser analisado pelo Congresso em sessão conjunta da Câmara e do Senado no mês de dezembro. Os congressistas podem decidir derrubá-lo ou mantê-lo.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

CICLOMOTORES NA MIRA DAS PREFEITURAS

Saiba quanto vai custar ter uma cinquentinha  na Cidade do Recife em Pernambuco

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 condutores terão que se adequar as exigências quando a lei for
 aprovada pelo prefeito do Recife
Os proprietários das motos de cinquenta cilindradas, conhecidas por cinquentinhas, vão ter que preparar o bolso. Com a aprovação do projeto de lei que regulamenta as motocicletas no Recife, os condutores vão precisar cadastrar, registrar e licenciar as motos. Para ajudar os motoristas deste tipo de veículo a se programarem, caso o projeto aprovado pelo prefeito Geraldo Julio, levantamento realizado comprovou e avaliou os custos para os proprietários regularizarem a situação de seus veículos. O desembolso chega a R$ 1.077,14
O projeto já passou pela Câmara de Vereadores e seguiu para sanção do Executivo. Caso entre em vigor, o cadastramento começa em fevereiro de 2014. A primeira etapa será cadastrar o veículo junto à Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU). 
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De acordo com a presidente da CTTU, Taciana Ferreira, o proprietário vai ter que comparecer à Companhia com os documentos pessoais e da moto, além de R$ 10 para realizar o Certificado de Registro do Veículo (CRV). “Quando o cadastro começar os motoristas serão orientados sobre os procedimentos necessários. Ainda será estabelecido também o prazo para os motociclistas se adequarem”, explicou. 
Com o cadastro em mãos, a segunda etapa é ir ao Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran) ou Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano (SEMOC) para realizar os demais procedimentos. Uma das obrigações será o emplacamento e o seguro obrigatório, que vão custar cerca de R$ 165,74. Outra exigência que o texto da lei prevê é a obrigação do condutor tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) tipo A. Os gastos com o curso - teórico e prático - são de R$ 700. 
Os condutores que costumam não utilizar o capacete ao pilotar os ciclomotores também vão ter que providenciar um. O acessório custa no mercado em média R$ 86.
Os motoristas flagrados cometendo infrações à legislação de trânsito serão autuados. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fiscalização ficará sob responsabilidade do município.
Confira quanto vai custar ter uma moto de 50 cilindradas:
Certificado de Registro do veículo: R$ 10,00
Emplacamento: 113,60
Seguro obrigatório: 52,14 (*proporcional ao ano que o proprietário adquiriu o veículo)
Placa refletiva: R$ 116
Carteira Nacional de Habilitação (CNH): R$ 700
Capacete: A partir de R$ 86,00
Total: 1077, 14

VIDAS NO TRÂNSITO

Acidente deixa um ciclista morto na BR-101

SOCORRO NÃO PRESTADO


Um ciclista morreu atingido por um veículo de grande porte na tarde desta quinta-feira (21) na BR-101, próximo a entrada para Ponta de Pedra. O veículo que atingiu o homem na bicicleta evadiu-se do local. 
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo que atingiu o ciclista estava trafegando na altura do quilômetro 23, saiu da pista e bateu na vítima que pedalava no acostamento. Não há informações da placa do veículo. 
O corpo do homem, que não foi identificado, foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) e encaminhado para a unidade do Instituto em Santo Amaro, no Recife.

Quase um milhão de mortes no trânsito 


brasileiro em 31 anos


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Quase um milhão de pessoas (980.838) morreram no trânsito brasileiro entre os anos de 1980 e 2011. Neste último ano, o País alcançou a maior taxa de mortes por cem mil habitantes desde que os dados começaram a ser contabilizados. Foram 22,5 mortes por 100 mil habitantes, pico que já havia sido alcançado em 1996, antes da criação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que logo depois que começou a vigorar contribuiu para quedas importantes nas taxas. Os dados são do Mapa da Violência 2013 – Acidentes de Trânsito e Motocicletas, produzido pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino Americanos (Cebela).
As motos foram os maiores vilões da retomada da violência no trânsito no Brasil, com crescimento de 742,5% nos últimos 15 anos. Em 1996, morriam por acidentes de moto 0,9 pessoa por 100 mil habitantes. O total cresceu para 7,6 mortes por 100 mil habitantes em 2011. No mesmo período, as mortes em acidentes por AUTOMÓVEL também subiram, mas em proporção menor (41,2%). Em 2011, morreram em acidentes de carro 6,5 pessoas por 100 mil habitantes.
Desde 2008 as motos são as principais causadores de morte no trânsito brasileiro. Tradicionalmente, os pedestres eram as maiores vítimas. Em 1996, morriam 15,6 pedestres por 100 mil habitantes, total 17 vezes maior do que os mortos em motos. Atualmente, as vítimas nas motocicletas são 25% mais altas do que os que andam a pé.
Entre os Estados, Tocantins lidera as taxas de mortes no trânsito, com 37,9 mortes por 100 mil habitantes. É seguido por Rondônia (37,5 por 100 mil), Mato Grosso (35,2), Piauí (34,7) e Mato Grosso do Sul (34,7). O Estado de São Paulo fica na 25ª colocação, com 17,7 mortes por 100 mil habitantes. Perde para o Rio de Janeiro (17,2) e o Amazonas (14,4), este último, responsável pelo trânsito menos violento do Brasil. Nos casos de morte de motociclistas, o campeão é o Estado do Piauí, com 30,4 mortes por 100 mil habitantes.
Ainda de acordo com o levantamento, a cidade de Presidente Dutra no Maranhão, é a cidade com o trânsito mais violento do Brasil. Com população de 45.155 habitantes, teve 219 mortes nos últimos cinco anos, o que significa uma taxa de 285,7 mortes por 100 mil habitantes, total 16 vezes maior do que a do Estado de São Paulo.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Os equipamentos dos sonhos que cabem no seu bolso


Luxos que cabem no bolso

Os equipamentos e itens mais requisitados nos automóveis não são mais artigos exclusivos de modelos de luxo. Tecnologias que antes só apareciam em veículos sofisticados, atualmente são encontradas em carros modestos e cada vez mais se tornam um importante atributo para convencer clientes com carteiras não tão recheadas. É a história do mais por menos.

O Brasil é um país quente, e ter um carro com ar condicionado é um alívio nos congestionamentos em dias de Verão. Mas qual é o preço? Ou, então, ter auxílio de um navegador GPS quando se está dirigindo por uma região desconhecida e achar saídas para chegar ao destino e depois voltar para casa? São todos itens mais do que bem-vindos para qualquer motorista. E eles podem ser encontrados em carros acessíveis.

Conheça alguns dos itens mais requisitados do mercado e veja quais são os carros mais baratos do Brasil que trazem esse conteúdo. São modelos que trazem esses equipamentos de série ou em pacotes, acompanhados de outros recursos, enquanto outras marcas oferecem esses extras de forma separada.

1 – Bluetooth

O sinal “mágico” que conectou milhões de celulares aos automóveis é um item praticamente obrigatório nos carros que conduzem a geração Y. O item permite fazer ligações sem tirar as mãos do volante, acessar a agenda de telefones do celular, além de ouvir músicas armazenadas no telefone. O carro mais barato do Brasil com esse item é o VW Gol G4 2 portas com o pacote opcional Trend mais rádio e altos falantes, por R$ 27.859. O segundo colocado é o Fiat Uno Vivace 2P por R$ 30.057.

2 – Ar condicionado

Seus tempos de “sauna” no trânsito podem acabar por uma quantia até modesta. A Chery vende o carro mais barato do Brasil equipado com ar condicionado de série, o QQ. O carrinho chinês com climatizador custa R$ 23.990. Em seguida vem o Fiat Mille com o opcional do A/C, por R$ 24.476.

3 – Direção Assistida

Carros sem algum tipo de direção assistida são como instrumentos de tortura. O esforço que o motorista precisa fazer para guiá-los exige braços fortes e no final de uma viagem o cansaço é evidente, mesmo para carros pequenos, como um Gol ou Ka. O alívio para os bíceps e tríceps ao trânsito podem ser conseguidos com a ajuda da direção hidráulica ou, mais moderno, com assistência elétrica. O veículo mais barato com esse item no mercado é novamente o Chery QQ, por R$ 23.990. O segundo é o VW Gol G4 com o opcional de direção hidráulica, com preço sugerido de R$ 27.690.

4 – Faróis de LEDs

A luz diurna é mais importante do que muitos pensam. Os LEDs, que sempre ficam acesos, permitem a visualização de um carro a uma distância muito maior, principalmente na estrada. A durabilidade dessas lâmpadas também impressiona, ao ponto de continuarem funcionando sem falhar por toda vida útil do carro. Há ainda o aspecto do design, pois o item acrescenta um toque especial ao desenho. O carro mais acessível do mercado nacional com esse recurso é o Citroën C3 na versão Tendance 1.5 por R$ 42.990, seguido do Peugeot 208 Griffe 1.6 de R$ 51.690.

5 – Câmbio automático

Dê férias ao seu pé esquerdo e nunca pise em uma embreagem. O câmbio automático é ótimo para quem dirige com frequência no trânsito pesado de grandes cidades. Embora perca em esportividade, o carro se torna mais confortável com esse tipo de transmissão. O veículo mais barato com essa tecnologia é o Kia Picanto, à venda por R$ 41.900. Em seguida aparece o Chevrolet Onix LT com o opcional do câmbio, por R$ 43.990.

6- Chave presencial

A chave presencial é um acessório que permite o destravamento das portas do veículo sem a necessidade de apertar algum botão ou o acionamento do motor sem precisar inserir a chave na ignição ou fechadura. Basta aproximar-se do carro com o dispositivo, que pode estar guardado no bolso, por exemplo, para sensores detectarem a presença da chave e destravarem o carro. Para ligar e desligar o carro, um botão dá conta do recado. O carro mais barato vendido no Brasil que oferece o equipamento é o Nissan Livina X-Gear, por R$ 52.990 e, em segundo lugar, está o Renault Fluence, por R$ 62.000.

7 - Teto Solar

O teto solar é um acessório que faz uso do apelo estético como principal argumento para conquistar fãs. Apesar disso, o equipamento oferece outras praticidades, como melhorar a ventilação e consequentemente o conforto dos passageiros, além de diminuir possíveis vidros embaçados. Atualmente, o modelo mais em conta à venda no Brasil que oferece teto solar é o Fiat 500 Cult 1.4, a partir de R$ 46.204, sendo seguido pelo Fiat Punto Essence 1.6, de R$ 49.661.

8 - Roda de liga leve

Um dos acessórios automotivos mais requisitados nos carros é a roda de liga leve. Mais bonita e mais leve do que a rodas de aço com calota, em carro populares oferece uma redução de cerca de 15% no peso da roda, auxiliando no desempenho e no consumo de combustível do veículo. Em compensação, essas rodas são mais caras. O automóvel mais barato do Brasil com esse componente é o Fiat Mille Way 2p, com pacote específico por R$ 23.620. Em segundo lugar está o VW Gol G4 com as rodas de liga leve como acessório. O modelo custa R$ 26.716.

9 – Navegador GPS

Cansado de se perder? O GPS pode ser a sua solução. O dispositivo permite ao motorista navegar no mapa da região para se localizar e, em modelos mais complexos, até informa o caminho mais rápido ao destino e possíveis locais de interesse, como postos de gasolina e restaurantes. Por R$ 34.590, o Chevrolet Onix é o O carro mais barato sendo comercializado hoje que oferece o dispositivo. Em seguida vem o novo Renault Logan, que custa R$ 36.840 com o opcional.

10 - Câmera de ré

A câmera de ré é um item que facilita a tarefa de estacionar o carro. O dispositivo mostra, normalmente na central multimídia, imagens do que se passa na traseira do veículo enquanto a marcha ré estiver engatada. Evita possíveis batidas em baixas velocidades e arranhões, assim como, em casos mais sérios, pode impedir atropelamentos acidentais. O O carro mais barato à venda no Brasil que oferece câmera de ré é o Lifan X60, que pode ser seu por R$ 52.777, sendo seguido pelo Kia Soul, que custa R$ 63.900.

domingo, 17 de novembro de 2013

Veículos de transporte escolar só poderão ter até 10 anos de uso



Os veículos destinados ao transporte escolar deverão ter, no máximo, dez anos de fabricação, segundo determina o Projeto de Lei do Senado (PLS) 67/2012, do senador Paulo Bauer (PSDB-SC), que recebeu nesta terça-feira (6) parecer favorável da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O projeto ainda será examinado, em decisão terminativa, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

A proposta inclui parágrafo único no artigo 136 da Lei 9.503/97, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro. A mudança passará a valer, segundo o texto aprovado, 365 dias após a publicação da futura lei, resultante da aprovação final da matéria.

O relator da matéria, senador Aloysio Nunes Ferreira(PSDB-SP), observou no parecer favorável que cabe ao Poder Público zelar para que o transporte de alunos seja feito com a maior segurança. E um dos componentes dessa segurança, recorda o senador, é o uso de veículos em perfeito estado.

"Com mais de dez anos de utlização, os veículos, mesmo periodicamente revisados, já não oferecem a confiança necessária", afirmou Aloysio. Ao comemorar a aprovação do projeto pela comissão, Bauer disse ter ficado feliz com o apoio do Ministério da Educação à proposta. "É um projeto importante para a educação, mas ainda mais para os alunos, a quem precisamos dar segurança. Ainda existem administradores públicos que acham que transporte escolar pode ser feito de qualquer maneira, sem pensar na segurança dos alunos" disse Bauer.

O presidente da comissão, senador Roberto Requião (PMDB-PR), considerou o projeto “extremamente interessante” e lamentou que, em alguns municípios do Paraná, existam veículos destinados ao transporte escolar sendo utilizados para o transporte também de portadores de doenças infecto-contagiosas.

Vida escolar

Na mesma reunião, a comissão começou a discutir o PLS 189/12, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que estabelece penalidades aos pais ou responsáveis que não comparecerem a reuniões de pais e mestres nas escolas de seus filhos.

O projeto contou com voto favorável, com emendas, do relator, senador João Capiberibe (PSB-AP). Mas o texto só será examinado na próxima reunião da comissão, uma vez que Requião concedeu vista coletiva da matéria. Logo após a apresentação do voto favorável do relator, Requião comentou que só teria faltado ao projeto “determinar ao pai que faltasse às reuniões ajoelhar no milho”, de tão rigoroso.

O senador Tomás Correia (PMDB-RO) questionou a constitucionalidade do projeto e lembrou que os pais trabalhadores teriam de comparecer de dois em dois meses à escola dos filhos, muitas vezes distantes de seu local de trabalho.

Em defesa da sua proposta, Cristóvam considerou importante que os pais não apenas deixem os filhos na escola, mas participem da vida escolar."O que realmente prejudica o trabalhador é ele não receber escola de qualidade para seu filho", argumentou Cristóvam.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) elogiou a preocupação do autor com a inclusão social e a educação, mas defendeu o estímulo à presença dos pais na escola – e não uma punição aos que não forem. Paulo Bauer, por sua vez, ponderou que a imposição de penalidade financeira, prevista no projeto,deveria ocorrer somente no caso dos pais que se negassem a comparecer à escola quando chamados.

Por fim, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) recordou o papel que pode vir a ser desempenhado pela tecnologia da informação – por meio, por exemplo, de mensagens de texto no celular – na aproximação com os pais de alunos.

Serviço mostra dados do trânsito em tempo real no Brasil - tom tom

Trânsito em tempo real

Chamada de TomTom Traffic, nova plataforma da empresa também traz ferramenta que prevê duração de determinado congestionamento

  A TomTom anunciou nesta semana o lançamento de um serviço com informações em tempo real sobre o trânsito no Brasil. A novidade chega após ser adotada por concorrentes como o Google, que comprou o serviço Waze neste ano.

Chamada de TomTom Traffic, a nova plataforma traz dados atualizados sobre rodovias, estradas e vias secundárias com o objetivo de “evitar o congestionamento de uma forma eficiente”. O novo serviço utiliza o sistema aberto de localização OpenLR para coletar e exibir essas informações para os usuários do serviço.

Previsão de trânsito

Além disso, o TomTom Traffic possui um recurso de previsão do trânsito, que indica ao motorista se determinado congestionamento está aumento ou dispersando e ainda calcula quanto tempo deve causar de atraso para o usuário.

Disponibilidade

De acordo com a TomTom, o Traffic com informações de trânsito no Brasil será disponibilizado diretamente para dispositivos e aplicativos ou na forma de um bulk feed nas próximas semanas. A empresa diz que o serviço será incorporado em todos os seus produtos em 2014.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Aprenda a ler o pneu do seu veículo


Letras nos pneus

Talvez você nunca tenha percebido esse conjunto de letras e números que vêm inscritos nas laterais dos borrachudos. Apesar de pouco notados, esses caracteres são códigos que podem transmitir informações técnicas sobre o pneu, como: data de fabricação, dimensões, material utilizado na fabricação, capacidade de carga e velocidade suportada. Veja como decifrar esses códigos do pneu.

Vamos tomar os caracteres 175/70 R13 DOT 3211 84T, de um item imaginário, como exemplo. De acordo com o diretor da loja especializada em pneus Automax, Clemente Neres, os primeiros três algarismos da sequência (175) indicam a largura do pneu em milímetros. “O número 70 indica quantos por cento da largura correspondem à altura em milímetros do pneu. Nesse carro, a sua altura corresponde a 70% dos 175 milímetros de largura”, explica.

O diretor também fala que o R seguinte indica que o pneu tem uma construção radial, ou seja, ele possui uma cintura de aço colocada ao lado da linha central da banda de rodagem. O 13 significa o diâmetro do aro, em polegadas. “Já a inscrição DOT 3211 significa a data de fabricação. Os dois primeiros números indicam a semana do ano em que foi fabricado e os dois últimos números mostram o ano. No caso, o pneu citado foi fabricado na 32ª semana do ano de 2011 e, como a maioria dos itens de borracha, deve ter validade de cinco anos”.

Os dois últimos números são referentes à capacidade de carga. Quem dá a dica é o gerente geral da loja Auto Pneus, Joca Falcão. “Mas não significa que ele só suporte 84 quilos. Para saber qual peso pode ser levado, é preciso consultar uma tabela universal que pode ser encontrada na internet e, assim, saber quantos quilos correspondem ao número 84. Nesse caso, cerca de 500kg por pneu ”, aponta Joca. “A última letra diz respeito à velocidade máxima que a borracha aguenta. Também é preciso consultar uma tabela. O T indica 190km/h. O H, 210km/h e o V, 240km/h. Mas também existem outras letras”.

Para o gerente, o motorista que sabe o que os caracteres que indicam capacidade de carga e velocidade máxima no pneu querem dizer corre menos risco de sofrer acidentes por conta da negligência de oficinas. “Na hora de trocar o pneu, o novo item deve suportar a carga e a velocidade máxima indicadas pelo fabricante. Se a oficina não colocar o pneu certo, ele pode não aguentar quando for muito exigido. O condutor ligado, não deixará isso acontecer”, destaca.


Decifrando o pneu


175/70 R13 DOT 3211 84T (caracteres de um pneu imaginário)

175 - largura em milímetros.
70 - porcentagem da largura do pneu que corresponde ao valor em milímetros da altura do item.
R - construção radial. Uma cintura de aço foi colocada ao lado da linha central da banda de rodagem.
13 - Diâmetro do aro do pneu em polegadas.
DOT 3211 - data de fabricação. Dois primeiros números são a semana. Os dois último, o ano. Nesse caso, 32ª semana de 2011.
84 - capacidade de carga. Consulta em tabela universal é necessária. Nesse caso, cerca de 500kg por pneu. Duas toneladas ao total.
T - velocidade máxima suportada. Consulta em tabela universal é necessária. Nesse caso, cerca de 190 km/h.

Na sua banda lateral temos o indicador de desgaste da banda de rodagem indicada por três letras TWI ou uma figura de um triângulo, onde este indicativo irá te demonstrar no meio dos sulcos do pneu o limite total de desgaste do Pneu.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Câmara aprova PL que prevê fiança para infrator estrangeiro



Condutor estrangeiro infrator
A Comissão de Viação e Transportes (CVT) aprovou, nesta quarta-feira (6), o Projeto de Lei nº 6484/09, do deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), que obriga os condutores ou proprietários de veículos licenciados no exterior a pagar fiança de 80% do valor da multa, em caso de infração apontada por agente de trânsito, no momento em que for constatada.

A proposta prevê que, caso a fiança não seja paga, o veículo será removido para um depósito público à custa do condutor. Se isso não for possível, os veículos licenciados no exterior não poderão sair do território nacional sem o pagamento da multa.

Segundo o líder do PSB, essas medidas inibirão as seguidas violações das leis de trânsito por motoristas que confiam na impunidade.

Caso o condutor venha a desistir do processo, após decorrer o prazo recursal, decide-se como procedente o ato administrativo de penalização, convertendo-se o valor da fiança administrativa para a penalidade de multa a ser depositada como as aplicadas aos nacionais.

Notificação difícil 

O art. 282 o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) prevê sistema para a notificação de multa de trânsito e para a apresentação de recurso pelo suposto infrator.

Mas isso, observou Beto, não funciona nos casos de veículos licenciados no exterior porque há dificuldades para notificar o infrator e aplicar os prazos para apresentar recursos. O parlamentar lembra que, no verão, sobretudo no sul do País, o fluxo de veículos estrangeiros é muito grande, assim como os abusos praticados no trânsito.

Apesar de o Código prever que as multas devem ser pagas antes da saída do País, isso não tem acontecido como deveria, segundo Albuquerque. Assim, propõe a criação da fiança administrativa como uma garantia real para assegurar o vínculo do infrator com o processo.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, recebeu parecer positivo também da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Motorista arrisca a vida em 63% das rodovias brasileiras

Rodovias brasileiras

Estradas retas, seguras, com o pavimento perfeito, duas faixas para cada lado, separados por um largo canteiro central. Esse era o sonho de todo brasileiro. Mas o paraíso que existe fora do país, como nos Estados Unidos e na Europa, está a milhares de quilômetros de distância das nossas rodovias. A pesquisa da Confederação Nacional de Transportes (CNT) de 2013, divulgada ontem, mapeou 96 mil km de malha federal e estadual e, mais uma vez, constatou o caos em que se encontram as estradas, que apresentam problemas em 63,8% da extensão total. No ano passado, o índice era de 62,7%. 

No Brasil, a radiografia é de pavimento desgastado, placas ilegíveis, faixas apagadas e pistas simples. Um exemplo é o asfalto, com deficiência em 46,9% das estradas. Desde 2004, a malha federal pavimentada cresceu apenas 12,1%.
No Estado. Em Minas, a geometria (traçado) das vias é o principal problema. Mais da metade – 57,1% dos 14.288 km pesquisados – apresenta classificação péssima ou ruim quando o assunto é curvas perigosas, pontes, viadutos e acostamentos longe do ideal.

“Esperamos a correção do traçado das estradas. Quando elas foram construídas, o Brasil precisava de expansão rodoviária a baixo custo e eliminou obras como pontes e aterros. O próprio lucro das rodovias pagaria essa atualização”, afirmou o perito em segurança de trânsito Marco Paiva. No país, o percentual da vias sem uma geometria favorável é de 77,9%.

No quesito estado geral, 33,7% da malha mineira tem falhas que colocam o motorista em risco. “A situação é muito grave. e Minas é uma grande preocupação. A cada ano, o número de veículos pesados aumenta em 250 mil. Vamos enfrentar um caos logístico”, reclamou o presidente da CNT, Clésio Andrade.

Para a motorista profissional Geicelma Ribeiro, 37, as rodovias mineiras são sinônimo de perigo. “Trabalho há sete anos em estradas péssimas, sem acostamento e placas. Estou apreensiva para o período de chuvas, quando há muitos acidentes”, diz.

Em 2012, foram 10.178 acidentes na BR–381, entre Governador Valadares, no Vale Rio Doce, e Extrema, no Sul de Minas – a maioria provocada pela pista simples de mão dupla, presente em 90% da malha do Estado (12.862 km). A expectativa é que na próxima semana a presidente Dilma Rousseff anuncie o início das obras de duplicação.

Não são só rodovias federais que apresentam riscos. Grande parte das vias estaduais, como as MGs 123 e 164, foi reprovada nos quesitos pavimento, sinalização e geometria. Entretanto, segundo levantamento feito pelo próprio Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais(DER-MG), cerca de 70% delas estão em boas condições de conservação.

Fenasdetran





 pede fotos de tragédias nos rótulos





 de bebidas alcoólicas


Foto em bebidas alcoólicas

A FENASDETRAN encerrou o seu Congresso, na sexta-feira (01/11), com um pedido ao poder público para que determine a colocação de fotos de tragédias do trânsito nos rótulos de bebidas alcoólicas como já se faz com as fotos das tragédias causadas pelo cigarro.

Mário Conceição, presidente da FENASDETRAN – Federação Nacional de Associações de Detran, encerrou os trabalhos do 8º Congresso Brasileiro e 4º Internacional Trânsito e Vida agradecendo a todos que colaboraram para o sucesso do evento e sintetizando a “Carta de Salvador Trânsito e Vida 2013” com a exortação: “Gerar ações por parte dos órgãos públicos ligados ao trânsito objetivando salvar vidas”.

Os participantes do evento publicaram a “Carta de Salvador” que segue em resumo: “Gerar ações de cumprimento por parte dos órgãos públicos competentes ligados à questão do trânsito, objetivando salvar vidas.”

“Nós, especialistas, técnicos, agentes e administradores de trânsito, polícias rodoviárias federal e estadual, policiais militares e civis, representantes dos servidores de Detrans, Sest-Senat, engenheiros, advogados, psicólogos, membros do Ministério Público, pedagogos, médicos, juízes, centros de formações de condutores e União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Participantes do VIII Congresso Brasileiro Trânsito e Vida - CBTV e do IV Congresso Internacional Trânsito e Vida - CITV, promovidos pela FENASDETRAN (Federação Nacional das Associações de DETRAN) reunidos na cidade de Salvador – Bahia, no período de 30/10 a 01/11/2013 com a temática “3º Ano da Década Mundial de Ações de Segurança no Trânsito”, em defesa da vida dos brasileiros e estrangeiros que se utilizam das vias terrestres, abertas à circulação pública do território nacional, vimos propor aos senhores:

1º - Foi criada uma comissão permanente para acompanhar a tramitação desta Carta junto aos órgãos elencados que consideramos responsáveis pelos cidadãos deste País. Assim, doravante vamos aguardar, acompanhando as providências que estes deverão tomar para atendê-las.

2º - a) Foi criada uma segunda comissão, esta de Comunicação, para elaborar uma campanha nacional de combate às mortes no trânsito baseada no Artigo 320 da Lei 9.503 onde ressalta que: A receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.

Parágrafo único - O percentual de cinco por cento do valor das multas de trânsito arrecadadas será depositado, mensalmente, na conta de fundo de âmbito nacional destinado à segurança e educação de trânsito. E sendo assim, urge a disponibilização de recursos para uma campanha nacional de trânsito para reduzirmos o máximo possível as 60 mil mortes causadas por ano.

- b) Exigimos total transparência das aplicações dos recursos independente do tamanho do município e que essas aplicações sejam disponibilizadas através de um portal na web como já ocorre com as contas dos municípios.

3º - A exemplo do que ocorre com o cigarro (campanhas contra o fumo) a exposição em garrafas de bebidas alcoólicas com fotografias de eventos de trânsito provenientes do uso de bebidas alcoólicas.

4º - Propor que a educação no trânsito torne-se matéria obrigatória na grade curricular das escolas.

5 - Propor ao tribunal de contas que adote providências junto aos gestores públicos municipais com relação ao cumprimento da Lei 9.503/97 - municipalização do trânsito.

6º - Propor ao Ministério Público que adote providências legais cabíveis junto aos gestores públicos municipais, com relação ao cumprimento do Artigo 129 da Lei 9.503/97, que assim dispõe: “O registro e o licenciamento dos veículos de propulsão humana, dos ciclomotores e dos veículos de tração animal obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários.”

7º - Cobrar dos municípios o emplacamento dos veículos ciclomotores sob pena de perder verbas federais.”

Ao final, o presidente da FENASDETRAN, Mário Conceição, exortou os congressistas a não encerrarem os trabalhos naquele momento e, sim, considerarem aquele momento como “o início do trabalho principal, que é colocar em prática os temas discutidos nos trabalhos do Congresso”, no que foi aplaudido entusiasticamente.
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Motos superam carros em dez Estados brasileiros



Elas se concentram nas Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do País

Em dez Estados brasileiros, a frota de motocicletas supera a de automóveis. A informação foi levantada pelo jornal O Estado de S. Paulo a partir de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e da associação que reúne fabricantes de motos e bicicletas, a Abraciclo.

As unidades da federação em que elas ultrapassam os carros em quantidade estão nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. São elas Acre, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Para a Honda, que tem 81% desse mercado, as vendas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste passaram a responder este ano pela metade das vendas. O motivo levantado pela reportagem seria a saturação nos mercados do Sul e do Sudeste. O Maranhão é que tem maior participação de motocicletas na frota, 67%. No Estado há 677,6 mil unidades. Na Paraíba, onde as motos superaram os carros este ano, elas são 403,6 mil e respondem por 51% total do total.

O Estadão recorda que São Paulo tem a maior frota de motocicletas em unidades, 4,6 milhões, mas elas equivalem a 23% no confronto com os automóveis. O Norte e o Nordeste, porém, também sentem os reflexos da retração nas vendas que começou no primeiro semestre de 2012 pela restrição ao crédito e se estendeu por 2013, cujas vendas no acumulado de janeiro a setembro são 9,1% inferiores às de igual período do ano passado e obrigaram a Abraciclo a rever para baixo suas previsões de mercado para 2013 por duas vezes.

A alta da inflação e o receio de perder o emprego criaram outro problema, a redução do fluxo de motociclistas nas concessionárias, algo já sentido pela associação dos fabricantes no primeiro semestre deste ano.