sábado, 8 de junho de 2013



Entra em vigor resolução que obriga emplacamento de tratores



Entrou em vigor a resolução do Conselho Nacional de Transito (Contran) que obriga o registro de tratores destinados a puxar ou arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos agrícolas, de construção, de pavimentação ou guindastes no Sistema do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). O proprietário que não cumprir as determinações da resolução estará sujeito a multa gravíssima, cujo valor atual é de R$ 191,54, tem anotado sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a apreensão do veículo. Para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) da Câmara dos Deputados, a medida prejudica o setor rural do País. "Essa norma é absurda. Deve ter sido feita por um burocrata urbano, sem levar em conta a questão rural", criticou o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), vice-presidente da FPA e autor de um projeto de lei que pretende equiparar as máquinas agrícolas aos carros bélicos, que não precisam de registro. Alceu Moreira disse à Agência Brasil não acreditar que as autoridades de trânsito irão cobrar de imediato os registros dos tratores. Caso isso ocorra, alertou, haverá um grande impacto no setor produtivo. "Eles (os veículos agrícolas) terão que ter os mesmos registros dos veículos de passeio. Isso é um absurdo porque os tratores não precisam disso", acrescentou Moreira. De acordo com as resoluções 429 e 434 do Contran, os veículos agrícolas novos, fabricado a partir de janeiro deste ano, terão que passar por um pré-cadastro feito pelo fabricante, montadora ou importador. Antes da comercialização, o fabricante, montadora ou importador também terá que, previamente, informar ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) sobre as características dos veículos. Para os tratores já comercializados, não será necessário o cadastro prévio, mas caso haja a necessidade de transitar em vias públicas, eles terão que ser emplacados. O emplacamento não será obrigatório. A placa, contudo, será exigida dos tratores que circularem em vias públicas. Por conta disso, a resolução do Contran prevê que o Renavam deverá ser ajustado para não exigir o lançamento da placa no ato do registro. Caso seja emplacado, os proprietários dos veículos terão que arcar com o pagamento da taxa de licenciamento anual. Pela resolução, os tratores que precisarem de emplacamento terão que afixar a placa apenas na parte traseira.

Fonte: Agência Brasil

TESTE SEUS CONHECIMENTOS 


Clicando no link acima você poderá testar seus conhecimentos em relação ao trânsito. Faça o teste e confira se você é ou poderá ser um bom motorista - realizando os teste de alguns estados Brasileiros.
Simulado Detran/AC
.: 01 :. Créditos: Detran Acre - Iniciar
Simulado Detran/BA
.: 02 :. Créditos: Detran Bahia - Iniciar
Simulado do Detran/ES
.: 03 :. Créditos: Detran Espírito Santo - Iniciar
Simulado Detran Rio de Janeiro
.: 04 :. Créditos: Detran Rio de Janeiro - Iniciar
Simulado Detran/RS
.: 05 :. Créditos: Detran Rio Grande do Sul - Iniciar
Simulado Detran de Roraima
.: 06 :. Créditos: Detran Roraima - Iniciar
Simulado do Detran de Sergipe
.: 07 :. Créditos: Detran Sergipe - Iniciar
Simulado Detran de Pernambuco
.: 08 :. Créditos: Detran Pernambuco - Iniciar
Simulado Detran do Paraná
.: 09 :. Créditos: Detran Paraná - Iniciar
Simulado Detran do Mato Grosso do Sul
.: 10 :. Créditos: Detran Mato Grosso - Iniciar
Simulado Detran de São Paulo
.: 11 :. Créditos: Detran São Paulo - Iniciar

Vela com alta quilometragem aumenta consumo de combustível




Velas com alta quilometragem provocam falhas, sim. Isso é conhecido. O que poucos motoristas sabem é que elas podem estar com defeitos sem que seja notado no rendimento, mas o seu bolso certamente já acusou. Isso ocorre porque as panes no funcionamento das velas afetam diretamente o consumo de combustível.

Maior parte dos carros que circulam no Brasil possuem quatro velas, uma para cada pistão. A função delas é introduzir a energia de ignição na câmara de combustão e, através da faísca elétrica gerada entre os eletrodos, iniciar a queima da mistura ar/combustível. Se ela está em um estágio crítico, o motorista percebe falhas no funcionamento no motor, dificuldade para dar o arranque e, às vezes, excesso de fumaça pelo escapamento. Mas uma das velas pode estar com problema e o motor seguir com funcionamento aparente do mesmo jeito.

“O primeiro sintoma costuma ser o aumento do consumo de combustível. Muitas vezes o motor segue com mesmo funcionamento, mas o processo de combustão não é o mesmo. Somente depois, caso não seja feita a troca, aparecem as falhas”.

E basta uma das quatro velas estar defeituosa para aumentar os gastos na hora de abastecer. Por isso, não é preciso esperar falhas para trocar as velas. É preciso seguir a recomendação da montadora para a substituição das peças. A quilometragem de troca varia muito de carro para carro, de motor para motor. Pode variar de 15 mil até 100 mil quilômetros. “Se a montadora manda trocar com determinada quilometragem, é preciso trocar. Não se deve esperar algum problema”.

As velas podem também estragar antes do prazo de troca caso haja algum problema no sistema de ignição ou injeção do carro. Quando houver a necessidade, é fundamental substituir todo o conjunto.

Na hora de trocar as velas, porém, é recomendado olhar se os outros componentes do sistema de ignição estão em perfeitas condições, como a injeção eletrônica, por exemplo.


Hábitos ao volante podem reduzir a vida útil da junta homocinética




Excesso de torque, trancos nas arrancadas, excesso de carga e veículo desalinhado provocam desgaste prematuro da junta homocinética. Ruídos e estalos ao esterçar podem indicar problema do componente

Projetada com a função de transmitir de forma constante o torque do motor às rodas, quando estão em movimento, a junta homocinética, peça articulada que liga o semieixo à roda, é um importante componente no sistema de transmissão de força do veículo e requer alguns cuidados do motorista para que seja garantida a sua vida útil. “O excesso de torque e trancos na arrancada podem provocar maior desgaste na peça”, afirma Jair Silva, supervisor de serviços da Nakata. Segundo Silva, veículo com problema de alinhamento e que esterce acima do máximo recomendado pode até provocar a quebra da junta homocinética. Excesso de c arga e  trancos  também podem danificar a peça.

“É preciso ficar atento nas curvas. Ruídos e estalos ao esterçar o veículo podem ser sinais de que está na hora de fazer a manutenção na junta homocinética”, ressalta o supervisor de serviços, acrescentando que graxa no piso também pode indicar problemas na peça. Já se o barulho for originado ao acelerar o carro em linha reta pode ser defeito na junta deslizante do lado do câmbio.

A coifa, que é a manga de borracha que protege a junta homocinética da contaminação de resíduos como poeira, chuva e lama, também pode rasgar. “Uma vez cortada, há penetração de abrasivos para o interior da coifa e perda de graxa, o que ocasiona desgaste e marcas profundas que provocarão ruídos”, adverte. 

A recomendação é fazer uma avaliação entre 5 e 10 mil km da junta homocinética, especialmente, da coifa. A durabilidade da junta homocinética pode ser extensa dependendo das condições de uso do veículo. Em caso de quebra de qualquer uma das juntas, o veículo não traciona e para de funcionar. 

Silva lembra também que caso ocorra a troca da junta homocinética é necessário realizar o alinhamento do veiculo.

O motorista que assumir multa por outra pessoa é considerado crime



Assumir pontos de multa de trânsito na carteira de habilitação, livrando o verdadeiro infrator, é crime de falsidade ideológica previsto no artigo 299 do Código Penal. Mesmo com a possibilidade de reclusão de um a cinco anos, além de multa, muitos motoristas seguem incorrendo na irregularidade. “Em casos assim, a pessoa está alterando a verdade sobre os fatos juridicamente relevantes. É possível comprovar esta falsidade, mas cria-se um complicador. Se o órgão tirar a obliteração – efeito usado para ocultar o rosto do motorista – da foto e verificar que o condutor era uma mulher, por exemplo, mas na multa fora indicado um homem, ele pode alegar a falsidade”, explica Vanderlei Santos da Silva Jr., advogado, especialista em direito administrativo de trânsito e gerente comercial da Perkons. E acrescenta: “Para que sejam aplicadas as penalidades, é preciso saber se a pessoa agiu de má fé ou se não mediu as consequências de sua atitude. Uma coisa são pessoas que vendem e compram pontos, outra são pessoas que fazem, mas não medem consequências”.

A funcionária pública aposentada Maria (nome fictício), de 79 anos, recebeu a notificação de que sua carteira de habilitação estava suspensa por ter alcançado os 20 pontos, somados por infrações variadas. Mesmo nunca tendo cometido qualquer infração ao volante, frequentou as aulas do curso de reciclagem para motoristas infratores porque não apresentou, no prazo de 15 dias (conforme artigo 257 do Código de Trânsito Brasileiro, parágrafo 7), os infratores que conduziam veículos que estão em seu nome e que desrespeitaram a legislação de trânsito. Com isso, assumiu as multas do filho e do neto, atingindo a pontuação máxima.

“Infelizmente eles cometeram as infrações, eu não os apresentei como condutores no órgão de fiscalização e acabei tendo a minha carteira suspensa”, relata a aposentada. Casos como o de dona Maria são comuns nos cursos de reciclagem oferecidos por instituições credenciadas e também nos Detran para os motoristas que atingem os 20 pontos na somatória das infrações, como previsto no artigo 268 do CTB.


Fonte: Portal do Trânsito

O CONTRAN alerta para a gestão de trânsito os municípios e lança novas Resoluções




Novas resoluções editadas pelo Conselho Nacional de Transito (CONTRAN) trazem alertas a gestão de Trânsito das administrações municipais. As decisões tratam da fiscalização dos veículos que produzirem fumaça e gases acima dos níveis permitidos e do transporte de cargas de sólidos a granel nas vias abertas à circulação pública.

A Resolução 440/2013 prorrogou para 1.º de setembro o prazo de os Municípios iniciarem a autuação dos veículos que produzirem fumaça, gases ou partículas em níveis superiores aos permitidos. O texto editado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) expandiu vigência prevista na Resolução 427/2012, que estabeleceu condições para fiscalização pelas autoridades de trânsito, em vias públicas, das emissões de gases de escapamento de veículos.

Para comprovação de infração de trânsito por causa de elevado índice de poluição, os equipamentos utilizados para aferir os índices devem atender às especificações do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Os índices são estabelecidos pela Resolução 418/ 2009, do Conselho Nacional do Meio Ambiente.

Os autos de infração de trânsito só terão validade se neles forem registrados: os índices de emissão de gases poluentes no momento em que foi registrada a infração, os limites máximos toleráveis e a data da última verificação do equipamento utilizado na fiscalização.

Cargas a granel
Já, a Resolução 441/2013 estabeleceu as normas para o transporte de cargas de sólidos a granel nas vias abertas à circulação pública. De acordo com a deliberação, o transporte deste tipo de carga – por vias abertas à circulação pública – deve ser feito em veículos com carroçarias de guardas laterais fechadas ou dotadas de telas metálicas com malhas de dimensões tais que impeçam o derramamento de fragmentos do material transportado, quando devidamente coberto com lonas ou similar.

Estas cargas também deverão estar totalmente cobertas por lonas ou dispositivos similares, permitindo a possibilidade de acionamento manual, mecânico ou automático. E esta deve cobrir totalmente a carga transportada, de forma eficaz e segura.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

DENATRAN quer exigir simulador para 

formação de motociclistas

Denatram quer exigir simulador para formação de motociclistas

O Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) vai exigir simuladores nas aulas de autoescolas para formação de motociclistas, a partir de 2015. Um protótipo está sendo desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para esse tipo de veículo. A UFSC já é responsável pelo simulador que será obrigatório a partir do mês que vem para quem pretende tirar habilitação para carros (categoria B). A ideia é que a tela replique situações reais do trânsito para o condutor aprender a lidar com elas.
Especialistas apontam as falhas no processo para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) como um dos grandes causadores de acidentes com motos. Para o presidente da Federação Nacional das Auto escolas (Feneauto) e da Câmara Temática de Formação e Habilitação de Condutores do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), Magnelson Carlos de Souza, "É necessário mudar o aprendizado e o exame. O que se vê hoje é um condicionamento do motociclista para passar no teste", explica, Entre os problemas apontados por ele estão o fato de o motociclista fazer as aulas apenas em locais fechados, sem ter experiência no trânsito. "O simulador trará situações de risco que o motociclista enfrentará nas ruas", diz.
Na Câmara e no Senado há projetos de lei que vão da obrigatoriedade de Airbag para motociclistas e de freios ABS para motos – os equipamento estarão em todos carros novos até 2014 - a restrições à circulação. Todas as propostas ainda estão em fase preliminar de análise. Existem também projetos que preveem o uso de antenas aparadoras de linha de pipa, agora obrigatórias para motobóis e mototaxistas, e outro que envolve mudanças estruturais nas estradas, como a instalação de guard-rails (BARREIRAS DE CONTENÇÃO E SEGURANÇA) que protejam os motociclistas, já que os normais podem aumentar os danos com o chamado "efeito fatiador".
Atualmente, para motociclistas em geral, a lei brasileira só exige o capacete. Ela fala também em vestimenta adequada, mas é preciso que esse item sejam regulamentado pelo Denatran, o que não ocorreu até agora. De 2011 para 2012, o número de mortes de motociclistas na cidade de São Paulo caiu 14,5%, passando de 512 óbitos para 438, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-SP). A entidade credita a queda à intensificação do trabalho de fiscalização e as ações educativas - o órgão oferece curso de pilotagem defensiva para motociclistas, este numero não é diferente em nossa capital Pernambucana, pois temos no maior hospital de urgência do norte e nordeste um andar inteiro só pra politraumatismos ocorridos em acidentes com motocicletas.

domingo, 26 de maio de 2013

Como se comportar em caso de acidente de trânsito com e sem vítimas



Você cuidou, se preveniu, prestou atenção, mas não adiantou: se envolveu em um acidente de trânsito. E agora, o que fazer? É preciso tirar o carro da pista? Posso remover as vítimas? Essas dúvidas são comuns a muitos motoristas, mesmo os mais experientes. Pensando nisso, elaboramos alguns procedimentos em quatro situações distintas e não correr riscos. Confira todas elas abaixo.

Para as situações descritas acima, existem regras de trânsito a serem seguidas, que não chegam a ser nenhuma novidade. Mas por desconhecimento ou falta de informações sobre os desdobramentos dos acidentes, muitos condutores acabam se portando de maneira inadequada após um acidente de trânsito. Esse é o caso, principalmente, dos motoristas que têm medo de remover o veículo do local do acidente e perder a cobertura do seguro.

As seguradoras alertam, no entanto, que a investigação em caso de sinistro vai além do momento em que ocorreu a colisão. As partes envolvidas são ouvidas, os estragos nos carros avaliados e outras técnicas são usadas pra garantir a indenização do segurado. Qualquer reclamação sobre atuação das seguradoras com relação a cobertura pode ser feita no site da Superintendência de Seguros Privados.

Regra nº 1 – Se o acidente tem apenas danos materiais, ou seja, ninguém ficou ferido, se for possível, o certo é tirar o veículo da pista na hora, seja na cidade, seja na estrada. Quem não fizer isso pode ser multado.

Orientação

“É importante que o condutor envolvido em acidente sem vítimas retire o carro, até porque existe o artigo 178, que prevê uma autuação em que ele tem que priorizar a segurança e fluidez da via. Caso não retire, pode ser autuado. É uma multa média em torno de R$ 85”. 

Regra nº 2 – Se há vítimas, o certo é prestar os primeiros socorros, mas nunca retirar do local do acidente pessoas que possam estar com ferimentos graves".

Orientação

“Tem feridos no local, alguém machucado, passando mal, aguarda. Aciona o Samu e a polícia rodoviária que a gente vai chamar a ambulância. A pessoa ferida, com corte, com possível membro quebrado, tem que ser retirada por especialistas”.

Regra nº 3 – Quando você está vindo pela rodovia e vê que há um acidente, é importante é sinalizar que está reduzindo a velocidade e que vai ser preciso parar.

Orientação

“Viu um acidente, já começa a frear e se estar indo parar liga o pisca-alerta. Mantém o pisca-alerta parado e, no caso de rodovia bloqueada, pode ir para o acostamento para evitar que alguém bata na traseira. Mas se ficar na pista, mantenha o pisca-alerta ligado para evitar acidentes”.

Regra nº 4 - A curiosidade muitas vezes é a causa de outros acidentes, então evite parar e reduzir a velocidade.

Orientação

“A curiosidade é um dos grandes problemas, porque os policias e socorristas estão envolvidos com a situação crítica e passa o condutor muito devagar. Tem um policial orientando para fluir o trânsito, porque quanto mais lento, mais chance de outro acidente. Essa curiosidade mostra desatenção do motorista com a condução do veículo. Muitas vezes, as pessoas querem tirar fotos para postar nas redes sociais e acabam sendo multados por isso".

NO DIA MUNDIA DE SEGURANÇA PARA PEDESTRES TEMOS ALGUMAS DICAS DE COMO EVITAR ATROPELAMENTOS




Saiba como usar e onde fica o kit obrigatório do carro




Obrigatório em todos os carros, o kit formado por chave de rodas, triângulo e macaco geralmente só é lembrado na hora do aperto. O problema é que muitos motoristas nem sabem ao certo onde fica, quanto mais como usar cada uma das peças. Se você é um dos poucos sortudos que nunca precisou trocar pneu na rua, preste atenção para não passar trabalho com o pneu furado.

Na maioria dos carros, o kit fica no porta-malas, abaixo do estepe, sob um tapete. Em caso de precisar trocar o pneu, é necessário desenroscar uma trava para retirá-los.

A falta dos itens do kit obrigatório é infração de trânsito grave e rende ao motorista multa de R$ 127,69, assim como a falta do estepe custa o mesmo valor e rende  e cinco pontos na CNH.

Saiba para que serve cada item e as pegadinhas que você pode evitar.

Triângulo - O primeiro passo é a segurança. Abra o triângulo que fica dobrado e coloque a cerca de 10 metros da traseira do carro e ligue o pisca alerta, para que os demais motoristas vejam que você está parado. O triângulo é fácil e rápido de montar, mas preste atenção para que o pé de suporte esteja firme para sustentá-lo em pé.

Macaco - Diferentemente do carro antigo de seu avô, os veículos de hoje vêm com macacos dobráveis e leves para levantar os automóveis. Não precisa fazer academia para tocar a manivela e erguê-lo. O macaco deve ser encaixado no friso que fica na lataria. É importante puxar o freio de mão do carro e observar se o macaco está fixo.

Chave de roda – As chaves dos carros mais antigos eram em formato de cruz. As novas são quase todas em formato de “L”. Algumas vêm ainda com um adaptador, uma pequena alavanca, para facilitar na hora de frouxar os parafusos.

Estepe - Ah, é importante sempre olhar se o estepe está no lugar porque aumentaram muitos os casos de furtos. O pneu, claro, precisa estar calibrado.



10 dicas do Tecnólogo MAWW para dirigir com chuva em segurança




Sob chuva dirigir um automóvel torna-se uma atividade mais difícil que em períodos de clima seco. 
Nas atividades de educação para o trânsito que são rotineiramente desenvolvidas por vários  setores e técnicos na área e por meio de palestras, essas dicas voltadas especialmente para os períodos de chuva estão sendo divulgadas. Veja alguns  Passos “cabe ressaltar que, embora tenham sido elaboradas por alguns técnicos, as DEZ DICAS PARA DIRIGIR SOB CHUVA devem ser observadas também para o trânsito em áreas urbanas, nas cidades”.
Dez dicas
1 ) Checar pneus e limpadores de para-brisa – A revisão sistemática das condições veiculares e a checagem antecipada de aspectos básicos como freios, fluídos, iluminação, paletas do limpador do para-brisa e pneus é vital para a segurança. Não insista em usar seu veículo se ele apresentar algum problema mecânico ou elétrico, mesmo que pareça simples. Dê atenção especial ao estado dos pneus em tempos de chuva, pois além de uma perda natural de tração, seu desgaste excessivo comprometerá a dirigibilidade.

2) Usar farol baixo sempre aceso – Crie o hábito de acender o farol baixo, mesmo em plena luz do dia. Com isso seu veículo fica mais visível. Quando você liga os faróis, luzes vermelhas também se acenderão na parte traseira do veículo, e elas, em caso de chuva, são de extrema importância para evitar colisões.

3) Mais atenção com a travessia de pedestres – É corriqueiro as pessoas correrem sob chuva, atravessando ou andando à margem de pistas de rolamento, avenidas e ruas sem os devidos cuidados. Para evitar atropelamentos uma boa dica é dirigir preventivamente, com extrema atenção e velocidade moderada, sobretudo, em locais nos quais há sinais visíveis da possibilidade de travessia de pedestres.

4) Manter distância entre veículos em movimento – Sob chuva a manutenção de uma distância segura entre veículos em movimento torna-se ainda mais importante. Colar seu veículo a poucos metros do que trafega à sua frente é um grande perigo. Tal distância deve permitir que o motorista veja ao longe, garantindo-lhe tempo hábil para que adote os procedimentos que se fizerem necessários enquanto dirige.

5) Manter o controle do veículo – Há um fenômeno conhecido como aquaplanagem, quando o veículo desloca-se sobre a água, reduzindo ou eliminando o contato direto com a via. Nesses casos, resta ao motorista não mudar a aceleração e dirigir em linha reta o máximo possível, não movimentando bruscamente o volante ou guidão, na tentativa de retomar o controle do veículo. Espere sair da aquaplanagem para efetuar quaisquer correções de trajetória ou velocidade.

6) Evitar vias inundadas – Vias inundadas devem ser evitadas, pois podem esconder obstáculos, além de nem sempre permitirem estimar adequadamente a profundidade da água. Motoristas de veículos pequenos costumam observar a passagem dos maiores para avaliar as condições de trafegabilidade – esse critério é perigoso, considerando as diferentes características dos veículos. O excesso de água pode reduzir o desempenho do sistema de freios, causar a parada do motor e até danificá-lo.

7) Parar quando não houver visibilidade – Boa visibilidade é requisito de segurança. Se a chuva estiver muito forte, encoste seu veículo em um estacionamento, em outro lugar seguro ou até no acostamento, mas jamais pare sobre a via. Uma vez parado corretamente, deixe seu veículo visível, ligando seu pisca alerta enquanto aguarda a chuva diminuir ou passar. Algumas pessoas, em situações de pânico, saem de seus veículos, colocando-se em extremo risco e ignorando o fato de que, muito provavelmente, não serão vistas por outros motoristas nessas situações. Mantenha a calma e avalie suas atitudes com prudência.

8) Desembaçar os vidros – Se o para-brisa embaçar, tente diminuir a temperatura interna do veículo. Ligue o ar condicionado ou o ventilador e, se o veículo não dispuser desses recursos, deixe os vidros com uma pequena abertura para que o ar circule. Esfregar as mãos sobre o vidro geralmente não resolve o problema. É mais aconselhável limpar o para-brisa, internamente, com um jornal ou pano desengordurado.

9) Cuidados específicos para veículos de duas rodas – Com as chuvas, a dirigibilidade dos veículos de duas rodas torna-se mais difícil. Portanto, considerando a fragilidade desse tipo de transporte, a dica principal é a prudência e o respeito às regras de trânsito. Evitar trafegar pelos cantos pode evitar sustos com água empoçada. Manter-se com farol e lanternas acesos e no centro da via, sobretudo no período noturno, melhora a visibilidade das motocicletas, que podem ficar ocultas entre os pingos de chuva, quando vistos por janelas laterais ou retrovisores.

10) Só ultrapassar com segurança – Ultrapassagens indevidas e avanços de sinal dão causa a muitos acidentes graves. Sob chuva, não havendo redução na velocidade normal de tráfego, o tempo de frenagem é maior e o motorista não conseguirá “segurar o veículo” como imaginou. Desse modo, se a ultrapassagem é uma manobra que sempre exige muita atenção do condutor, sob chuva ela deve ser evitada e só realizada quando necessárias e seguras.

Conhecer os itens do sistema de freio e os prazos de manutenção é importante


O freio do seu carro está longe ser apenas aquele pedal entre o acelerador e a embreagem. O pedal só faz acionar um sistema complexo que transforma a pressão mecânica do seu pé em pressão hidráulica que chega até as rodas e as faz parar.

A maior parte dos carros brasileiros tem freio a disco nas rodas dianteiras e com tambores nas traseiras. Veja a função de cada peça do sistema de freio, os problemas que você pode detectar e os prazos de duração de cada item. O conjunto de freio deve passar por uma checagem a cada 10 mil quilômetros. 

1 - Pedal

É a ponta de todo o sistema de freio. Basta um toque sutil e, se tudo estiver em condições, o veículo para.

O que pode acontecer – O pedal em si não costuma estragar. Se ele começa a ceder, é indicativo que existe algo errado no sistema de freio.

Prazo de troca – Geralmente não é trocado, salvo se entorta por algum acidente.

2 - Servo freio

Tem a função de auxiliar a atuação do freio, multiplicar para todo o sistema a força empregada pelo motorista no pedal. Sem ele, seria praticamente impossível parar o carro. Ele funciona com o vácuo gerado pelo funcionamento do motor. Esse é o motivo que deixa o pedal duro se você desliga o motor.

O que pode acontecer – Em caso de defeito, o pedal fica pesado. Se isso acontecer, é um sintoma que o servo freio está estragando.

Prazo de troca – Não precisa passar por manutenção. A média de durabilidade é entre 120 mil e 200 mil quilômetros. Só deve ser trocado se apresentar problema.

3 - Cilindro mestre

Sua função é de abastecer o sistema de freio com fluido vindo do reservatório e transformar a pressão mecânica de pisar no pedal em pressão hidráulica.

O que pode acontecer – O maior problema é corrosão interna por uso de fluído contaminado com água ou vencido. Se as válvulas ou borrachas internas estiveram com problema, o pedal de freio ficará baixo.

Prazo de troca – O cilindro dura mais de 100 mil quilômetros se for feita a manutenção correta, ou seja, troca do fluido de freio a cada 10 mil quilômetros.

4 - Fluído

É o líquido que faz funcionar todo o sistema hidráulico de freio. Fica no reservatório acima do cilindro mestre.

O que pode acontecer – O principal problema é o acúmulo de água no fluído, que reduz a capacidade de frenagem. Ele não deve ser completado. Se baixou o nível, é sinal que há vazamento em algum lugar.

Prazo de troca – A cada 10 mil quilômetros ou, no máximo, a cada dois anos se não atingir essa quilometragem.

5 - Canos e mangueiras

São os dutos que levam o fluído do cilindro mestre para as rodas. Há canos de cobre nas partes sem flexão e mangueiras próximas às rodas onde há movimento, os chamados flexíveis.

O que pode acontecer – Como são condutores, os canos e mangueiras nunca podem se romper. Se isso ocorrer, vaza o fluído e carro pode ficar sem freio. Em caso de vazamento, a peça deve ser trocada imediatamente.

Prazo de troca – Não há prazo de troca, mas precisam ser checados em todas as revisões. Se o motorista trocar o fluído a cada 10 mil quilômetros, a menor chance de corrosão nas peças.

6 - Pastilhas

São as peças que ficam em contato com o disco de freio para parar o veículo. Estão apenas nas rodas dianteiras na maioria dos carros.

O que pode acontecer – Em caso de gastas, o carro fica com menos poder de frenagem. O desgaste pode ser sentido pelo pedal.

Prazo de troca – A durabilidade vai depender do uso do motorista. Se ele anda mais na cidade e freia muito, as peças vão durar menos. Geralmente não são substituídas antes de 20 mil quilômetros.

7 - Discos
Como diz o nome, é em formato de um disco nas rodas e faz o contato com as pastilhas.

O que pode acontecer – O principal problema dos discos é quando eles estão gastos, quebrados ou tortos. Isso provoca trepidações na hora de frear. Pastilhas gastas podem danificar os discos.

Prazo de troca – Não há prazo de substituição. Em caso de desgaste ou frisos pelo atrito com pastilhas gastas, os discos podem ser retificados, mas é preciso observar a espessura mínima recomendada pelo fabricante.

8 - Lonas

Tem a função de fazer o atrito nas rodas traseiras com os tambores de freio. Elas também são responsáveis por travar o carro quando o motorista puxa o freio de mão, que é acionado por cabos.

O que pode acontecer – Caso estejam gastas, diminuem a capacidade de frenagem nas rodas traseiras. Também tornam difícil parar o carro com o freio de mão.

Prazo de troca – Assim como as pastilhas, depende da forma de uso. As lonas, porém, costumam durar mais do que as pastilhas porque o freio traseiro é menos exigido. Geralmente passam de 50 mil quilômetros.

9 - Tambores

É uma espécie de bacia que fica nas rodas traseiras no entorno das lonas de freio. Quando o freio é acionado, a lona toca no tambor para parar as rodas traseiras.

O que pode acontecer – Mesma situação do disco. O maior problema é desgaste em caso da lona gastar.

Prazo de troca – Não há prazo de troca. Em caso de desgaste, podem ser retificados para ficar novamente lisos, observando a espessura mínima do fabricante.




Lubrificação adequada mantém o bom funcionamento do motor



Seguir as recomendações do fabricante dos períodos de troca de óleo, fazer a revisão preventiva em uma oficina de confiança para checar os componentes e abastecer com combustível de qualidade são cuidados que o motorista deve ter para garantir a longevidade do motor do veículo

Parte integrante da motorização e de vital importância para o funcionamento e vida útil dos componentes mecânicos, o sistema de lubrificação merece atenção especial dos condutores e reparadores de veículos. “A lubrificação é essencial para garantir a saúde do motor. Por isso, é preciso ficar de olho na manutenção preventiva”, afirma Jair Silva, supervisor de serviços da Nakata. Silva recomenda checar o nível de óleo semanalmente, em solo plano e com o motor frio. Na ocasião, verificam-se os filtros e se há possíveis vazamentos.

Ele lembra, aos motoristas, atenção também à luz de óleo do painel. “Quando o motor começar a funcionar a luz deve apagar. Caso isto não ocorra, é necessário observar o nível do lubrificante e se estiver adequado, será preciso levar o carro guinchado a uma oficina”, adverte.

A troca de óleo deve ser feita de acordo com as recomendações do manual do proprietário do veículo, considerando a classificação, pois há formulações sintéticas, semissintéticas e minerais. “A substituição do lubrificante não deve nunca ultrapassar seis meses de uso. Após este período, o óleo fica vulnerável a um processo de oxidação”, diz o supervisor de serviços. Outros fatores, como contaminação por água e combustível adulterado, contribuem ainda mais para deterioração do óleo. “As consequências são a criação de borras que irão entupir o pescador da bomba de óleo, canais de passagem de óleo, fundindo, assim, o motor”, alerta.

Caso seja necessário trocar a bomba de óleo é preciso revisar todo o sistema de lubrificação e identificar o que ocasionou o defeito e desgaste da peça. “A limpeza é essencial na montagem. O cárter, pescador, galerias, parte superior do cabeçote, tampa de válvulas e respiro devem estar limpos e os filtros serem trocados”, salienta Silva, lembrando que também é preciso encher a bomba com óleo antes da instalação para a correta manutenção.